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APCEF/SC

Novos Prédios serão inaugurados dia 1 de fevereiro

Por quase 30 anos os associados da Apcef/SC pediram por mais acomodações na sede. O sonho agora é realidade.  O anseio está atendido. E para comemorar essa conquista, os integrantes da Gestão “+Apcef para Todos” convidam os associados para a inauguração dos novos prédios de

Manipura Yoga

A APCEF/SC, firmou parceria com o Studio Manipura Yoga, oferencendo 10% de desconto nos planos semestrais. O espaço foi idealizado e projetado com muito AMOR. São diversos horários, os melhores professores de Floripa e diferentes modalidade de YOGA. Você também pode variar a modalidade e o

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FENAE

Nota de pesar

A Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) lamenta, com profundo pesar, o falecimento de Carlos Alberto Ferreira Espínola, conhecido como Carlão, ocorrido nesta sexta-feira (15). Ex-presidente da Apcef/PB e atual diretor Social da Associação, Carlão deixa um legado de dedicação, compromisso e amor ao movimento associativo dos empregados da Caixa.

Empregado da Caixa desde 1984, construiu uma trajetória marcada pela defesa dos colegas e pelo fortalecimento da integração entre os empregados e aposentados. À frente da Apcef/PB, exerceu a presidência em dois mandatos, sempre pautado pelo diálogo, pela união e pelo compromisso com a categoria. 

Neste momento de dor, a Fenae se solidariza com os familiares, amigos e colegas de trabalho, especialmente com a diretoria e os associados da Apcef/PB, desejando força e serenidade para enfrentar esta perda irreparável.




Apcefs prepararam fim de semana para todos os gostos e idades

As Apcefs de todo o país prepararam uma programação especial para os próximos dias, com atividades voltadas ao bem-estar, esporte, cultura, lazer e confraternização. Em celebração ao Dia das Mães, ao aniversário da Fenae e à integração entre empregados da Caixa, os eventos prometem reunir associados, dependentes e convidados em momentos de encontro, diversão e homenagens. Confira os destaques da agenda nas Apcefs:

A Apcef/BA preparou um dia especial para celebrar o Dia das Mães. O evento, que será realizado neste sábado (16/5), contará com uma programação pensada para o bem-estar, a música e a confraternização. A programação inclui aula de yoga, aula de zumba, voz e violão ao vivo com Duda Menezes e sorteio de brindes, em um encontro feito para celebrar a data com carinho e leveza.

O Dia das Mães na Apcef/CE também será comemorado no sábado (16/5). A manhã especial dedicada às mães associadas e dependentes contará com momentos de espiritualidade, cuidado, convivência e bem-estar. A programação começa com a Missa das Mães, às 8h, no Seminário Seráfico, ao lado do Clube da Caixa. Em seguida, já no clube, as convidadas serão recebidas com café da manhã, oficina de pintura em porcelana e sessões de massoterapia.

A comemoração dos 55 anos da Fenae promete movimentar a Apcef/ES no sábado (16/5), a partir das 19h. A festa terá consumação liberada, ônibus disponível para transporte até a sede Bicanga e shows das bandas Plano B e Praktum. Será um momento especial para celebrar a história da Fenae, reencontrar amigos e aproveitar uma noite de muita música e animação.

Neste sábado (16/5), a CaixaParah (Apcef/PA) promove uma combinação perfeita de gastronomia e música. A partir das 11h30, será servida uma feijoada no Salão Laranja e, às 14h, o grupo Afinidade assume o palco no Boulevard Central com muito samba, pagode e música ao vivo para animar o público.

Nesta sexta-feira (15/5), a Apcef/PB promoverá um show especial em comemoração ao mês das Mães. A festa, que acontecerá a partir das 21h, promete uma noite marcada por emoção e nostalgia, com apresentações de Renato e Seus Blue Caps e Sid Banda Tuaregs. O evento foi pensado para celebrar o amor, a música e homenagear todas as mães com muita alegria e boa energia.

O tradicional Festival Filé de Igreja está de volta à Apcef/PR. No sábado (16/5), a partir das 12h30, na sede de Caiobá, será servido o clássico prato que já faz parte da programação da associação. Os valores são de R$ 160 para porção que serve até três pessoas e R$ 65 para porção individual. As reservas já estão disponíveis e seguem até o dia do evento.

Neste domingo (17/5), a Apcef/PI realizará mais uma edição da Corrida Fenae. Com largada às 6h, em Teresina, os participantes poderão optar entre percursos de 5 km, 10 km ou caminhada de 3 km. Além das atividades esportivas, o evento contará com show de encerramento em comemoração aos 15 anos da corrida, reunindo esporte, integração e celebração.

No sábado (16/5), a Apcef/RJ promove a Convocação Geral dos empregados da Caixa na Sede Campestre de Jacarepaguá. Das 13h às 20h, o espaço entrará no clima dos Jogos da Fenae 2026, com música ao vivo, feijoada, integração e muita animação. O encontro também será uma oportunidade para reencontrar colegas, levar a família e garantir inscrição nas seletivas da Apcef/RJ para os Jogos da Fenae, que acontecerão de 30 de outubro a 5 de novembro de 2026, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.

A Apcef/SP promove, na quarta-feira (20/5), mais uma edição do “Apcef de Portas Abertas” especial de Dia das Mães. O evento será realizado a partir das 20h30, na Sede Administrativa, e contará com oficina de arte em bastidor, sessão de cinema e momentos de convivência para associados aposentados, dependentes e convidados.
 




Projeto Integração transforma a realidade de crianças e adolescentes no Espírito Santo

A atuação conjunta entre a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) e a Apcef/ES, em parceria com a ONG Moradia e Cidadania, segue fazendo a diferença na vida de crianças, adolescentes e suas famílias no Espírito Santo. Realizado no contraturno escolar, o projeto Integração atende atualmente 50 crianças e adolescentes, de 7 a 17 anos, moradores de comunidades do entorno da Apcef/ES, oferecendo atividades esportivas, ações de cidadania, reforço social e acolhimento.

As atividades acontecem às terças e quintas-feiras, no período da tarde, dentro da sede da Associação. Durante o tempo em que permanecem no espaço, os beneficiários têm acesso a práticas esportivas, oficinas, atividades recreativas, acompanhamento social e alimentação.

O vice-presidente da Apcef/ES, André Tosta, explica que o projeto busca ir além das atividades esportivas e pedagógicas. “O projeto trabalha com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, fazendo uma rede de apoio e complementação pedagógica. As práticas esportivas, como jiu-jitsu e basquete, ajudam a desenvolver espírito coletivo, cidadania e convivência social”, destaca. 

Segundo ele, as ações também envolvem oficinas de cidadania e inclusão digital. “Os encontros abordam temas como violência, racismo, trabalho infantil, direitos das mulheres e convivência em sociedade. Além disso, as oficinas de informática promovem letramento digital e aproximam essas crianças da tecnologia”, afirma.

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O coordenador da ONG Moradia e Cidadania no Espírito Santo, Cláudio Ferreira, ressalta que o projeto foi ampliado para incluir debates e ações voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres e do feminicídio. “Além do atendimento às crianças e adolescentes, o projeto também passou a incluir ações voltadas à conscientização sobre a violência de gênero, envolvendo as famílias e a comunidade”, explica.

De acordo com o coordenador, as atividades esportivas e recreativas são utilizadas como ferramentas de transformação social. “As ações têm como foco a prática educativa e social. Trabalhamos cidadania, convivência, relações familiares e os desafios que esses jovens enfrentam em suas comunidades”, afirma.

Cláudio também destaca o crescimento da procura pelo projeto nos últimos anos. “Começamos com cerca de 35 participantes e hoje chegamos a 50 crianças atendidas, além de fila de espera. Isso aconteceu pelo sucesso do projeto e pelo reconhecimento das próprias famílias, que passaram a indicar a iniciativa umas às outras”, conta.

O presidente da Apcef/ES, Cláudio Bastos, reforça que o projeto tem impacto direto na vida das crianças e também das famílias. “O projeto Integração oferece um ambiente acolhedor, seguro e saudável para crianças que vivem em regiões marcadas pela vulnerabilidade social, violência e tráfico de drogas. Permanecerem na Associação durante o contraturno escolar ajuda a reduzir a exposição a esses riscos”, explica.

Ele destaca ainda que o atendimento vai além das atividades oferecidas às crianças. “Temos acompanhamento social das famílias, monitoramento próximo dos participantes e ações de integração com responsáveis. Além disso, oferecemos alimentação, atividades de lazer e aulas de informática, que ajudam essas crianças a terem mais oportunidades e perspectivas para o futuro”, reforça.

Outra frente importante do projeto são as ações voltadas às mães e responsáveis dos participantes. Oficinas e palestras sobre geração de renda, como cursos de design de sobrancelhas e unhas, passaram a integrar as atividades do projeto, ampliando o alcance social da iniciativa.

Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, iniciativas como essa reforçam o compromisso social das entidades representativas dos empregados da Caixa. “Projetos como o Integração mostram a força da parceria entre Fenae, Apcefs e ONG Moradia e Cidadania na transformação de vidas. Quando oferecemos acolhimento, cidadania, educação, esporte e proteção social para crianças e adolescentes, também fortalecemos famílias e comunidades inteiras. É um trabalho coletivo, que gera oportunidades e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e humana”, defende Takemoto.

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Futuro Brilhar 

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar (www.fenae.org.br/futurobrilhar). Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

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Gestão Pedro Guimarães começou com projeto de fatiamento da Caixa e reação das entidades em defesa do banco público

A chegada de Pedro Guimarães à presidência da Caixa, em 2019, marcou o início de uma gestão alinhada à agenda econômica liberal do governo Jair Bolsonaro e do então ministro da Economia, Paulo Guedes. Logo nos primeiros meses, declarações sobre abertura de capital de áreas estratégicas, criação de subsidiárias e reorganização societária do banco passaram a acender o alerta das entidades representativas dos empregados.

Para a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), subsidiada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), e outras entidades, as medidas representavam o enfraquecimento da Caixa pública e de descaracterização do papel social desempenhado pelo banco.

Ainda antes de assumir oficialmente a presidência da Caixa, Pedro Guimarães confirmou a intenção de abrir capital de áreas consideradas estratégicas, como Seguros, Cartões, Loterias e Asset. A proposta era apresentada pela equipe econômica como forma de “destravamento” e “valorização” dos ativos do banco.

A intenção do governo ficou ainda mais evidente em agosto de 2020, quando Paulo Guedes enviou ao Congresso a MP 995. Na justificativa da medida, o Ministério da Economia falava abertamente em “desinvestimento”, “monetização de ativos” e atração de capital privado para áreas estratégicas da Caixa.

A MP 995 autorizava subsidiárias da Caixa a criarem novas empresas e participarem de sociedades privadas, medida interpretada pelas entidades para burlar decisão do STF, que proibia privatização do banco sem aval do Congresso, mas permitia a venda de subsidiárias. Este seria o caminho para ampliar processos de privatização por partes do banco. A proposta gerou forte mobilização política e institucional.

Para as entidades, a preocupação era de que a Caixa deixasse de operar, aos poucos, como banco público voltado à população de menor renda e às políticas sociais.

“Além de um banco, a Caixa é instrumento de políticas públicas, inclusão bancária e atendimento à população mais vulnerável. Quando se fala em fatiar áreas estratégicas e submeter o banco cada vez mais à lógica do mercado, é preciso perguntar quem continuará presente nos municípios pobres, distantes e pouco lucrativos do país”, questionou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

Em outro trecho da justificativa da MP 995, o governo afirmava que a atuação empresarial do Estado deveria permanecer “subsidiária à livre iniciativa privada”. Para a Fenae e demais entidades, o discurso reforçava a tentativa de reduzir o papel público da Caixa.

“Nossa preocupação não era somente administrativa. O que estava em disputa era o projeto do banco. Defender a Caixa pública significa defender habitação popular, pagamento de benefícios sociais, crédito para desenvolvimento e presença do banco onde o setor privado muitas vezes não quer estar”, disse Takemoto.

As entidades atuaram junto ao Congresso Nacional denunciando os riscos da medida e defendendo a manutenção da Caixa 100% pública. A mobilização envolveu campanhas públicas, articulação parlamentar e ações de conscientização sobre os impactos do projeto para empregados e para a população.

“A MP 995 talvez tenha sido um dos momentos mais graves daquele período. Houve uma grande mobilização das entidades, dos empregados e de parlamentares comprometidos com a defesa da Caixa como banco público e social. A medida acabou caducando, e isso mostrou a força da organização coletiva na defesa do banco e dos direitos dos trabalhadores”, destacou.

Mais fatiamento

Além da abertura de capital da Caixa Seguridade, outro ponto que gerou preocupação foi a proposta de estruturação de um banco digital com possibilidade de abertura ao mercado privado. Para as entidades, o movimento aprofundava a fragmentação do banco e ampliava o risco de esvaziamento de áreas estratégicas. E a resistência das entidades foi fundamental para conter avanços mais profundos do projeto de fatiamento.

“Defender a Caixa pública nunca foi uma pauta corporativa. Sempre foi uma defesa do papel social do banco e do direito da população brasileira de ter uma instituição comprometida com políticas públicas, inclusão social e desenvolvimento do país”, conclui Takemoto.

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