APCEF/SC








Presidente da Anapar afirma que déficit não é rombo
Participantes ativos e aposentados da Funcef reuniram-se esta semana na sede do Seeb Floripa, na 2ª Reunião da Comissão de Acompanhamento Permanente da Funcef. O encontro trouxe o presidente da Anapar e ex-diretor da Funcef, Antonio Braulio de Carvalho, que ministrou a palestra Conjuntura atual

Comissão terá palestra com o presidente da Anapar
Palestra com presidente da Anapar e 2ª Reunião da Comissão da Funcef acontecem dia 15, no SEEB Floripa A Comissão de Acompanhamento da Funcef de SC trará o presidente da Anapar, Antonio Braulio de Carvalho, para ministrar a palestra Conjuntura atual e impactos na Funcef

Comissão Permanente reforça mobilização contra o PLP 268
No dia 2 de julho participantes da Funcef reuniram-se às 10h na sede da Apcef/SC, em Jurerê, para a primeira reunião da Comissão de Acompanhamento Permanente. Para Marco Zanardi, presidente da Apcef/SC, a primeira reunião foi produtiva dentro do objetivo de reunir os interessados no
FENAE

CUSC cobra apresentação de relatórios e reunião extraordinária para discutir falhas de atendimento e ocorrências do plano
Dois meses após a posse dos membros do Conselho de Usuários do Saúde Caixa (CUSC), a Gerência Nacional do Saúde Caixa (GESAD) ainda não encaminhou aos conselheiros o relatório de administração do plano. Este documento é elaborado pela Caixa desde 2019, e é um importante instrumento de prestação de contas aos usuários.
Além da ausência do relatório, os conselheiros afirmam ter recebido uma série de reclamações relacionadas ao atendimento do Saúde Caixa. Para buscar soluções para os problemas apontados pelos usuários, o Conselho requisitou uma reunião extraordinária com a GESAD para discutir as demandas recebidas.
Segundo os conselheiros, entre as principais reclamações estão as dificuldades nos canais de atendimento, como filas extensas no WhatsApp e nos demais meios de contato. “Isso tem impactado diretamente os beneficiários e usuários do plano. Também queremos tratar de casos de descredenciamento e suspensão de atendimento em algumas localidades onde a rede já é reduzida”, destaca a conselheira eleita ao Conselho de Usuários Maria Lúcia Cavalcante Dejavite.
“Estamos recebendo reclamações de usuários do Saúde Caixa de Norte a Sul do país. Por isso, solicitamos essa reunião extraordinária com urgência, para tentar minimizar os prejuízos enfrentados pelos beneficiários do plano”, reforça Maria Lúcia.
Já o também conselheiro eleito Érico César Gomes Jesus cita como exemplo o caso da Unimed Vale do Aço, que descredenciou serviços prestados ao plano sob a alegação de problemas relacionados a pagamentos por parte do Saúde Caixa. “Isso tem gerado transtornos diários para os usuários. Precisamos de uma solução urgente”, acrescenta o conselheiro.
De acordo com os membros do CUSC, o pedido de reunião extraordinária foi formalizado na última quinta-feira (14), mas, até o momento, ainda não houve resposta da GESAD sobre uma data para o encontro. “Precisamos ter acesso aos documentos e às informações com urgência para entender o que está acontecendo com o plano e buscar melhorias. A insatisfação dos usuários tem sido muito grande em relação ao nosso plano de saúde”, afirma Érico.
Os desafios para o Saúde Caixa vão além da rede credenciada e da qualidade de atendimento. Segundo André Luiz Zanão Tosta, que também faz parte dos eleitos ao Conselho de Usuários, o relatório atuarial enviado recentemente pela Caixa aponta previsão de déficit para o exercício de 2026, e indica que a cobrança por faixa etária como forma de cobrir este déficit, penalizando mais uma vez os usuários do plano. No entanto, os representantes do Conselho defendem outra solução para trazer o equilíbrio financeiro.
“O Conselho entende que a retirada do teto de 6,5% é fundamental para trazer este equilíbrio, pois este limitador tem impactado diretamente a aplicação da proporção contributiva 70/30, na qual a Caixa responde por 30% das despesas e nós, usuários, pelos 30% restantes. Também é necessário que sejam implementadas melhorias na regulação, fiscalização e prevenção para que este equilíbrio seja duradouro, mas o que pode estabelecer o equilíbrio em curto prazo é o aumento da participação da Caixa através do fim do teto”, explica.
Outro ponto destacado pelos conselheiros é o envelhecimento dos beneficiários do plano. A redução das contratações na Caixa e a ausência de novos concursos públicos contribuíram para um perfil mais envelhecido dos usuários, o que aumenta naturalmente a utilização do plano de saúde.
O Conselho também informou que solicitou acesso aos dados primários que subsidiaram o relatório atuarial para realizar uma análise independente sobre a situação do plano. Entretanto, o material ainda não foi disponibilizado.
“Os representantes da Caixa informaram que o pedido estaria em análise pelo Jurídico, porque não haveria previsão normativa para o compartilhamento desses dados com o Conselho. Mas essas informações são imprescindíveis para que possamos fazer nossa própria análise atuarial em relação aos beneficiários do plano. Além disso, o Acordo Coletivo prevê a disponibilização dos dados à mesa de negociação, e por isso reiteramos a cobrança”, conclui André Tosta.
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Lucro contábil da Caixa é de R$ 3,469 bilhões no primeiro trimestre de 2026
A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido contábil consolidado de R$ 3,469 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo balanço divulgado pelo banco nesta sexta-feira (15). O resultado representa queda de 43,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando o lucro havia sido de R$ 6,101 bilhões.
Já o lucro líquido recorrente ficou em R$ 3,5 bilhões, redução de 34,4% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado e crescimento de 25,4% em relação ao quarto trimestre de 2025. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) recorrente foi de 9,3%.
A queda do lucro da Caixa no primeiro trimestre de 2026 foi fortemente impactada pelo aumento das despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD), que somaram R$ 6,5 bilhões no período. O valor representa alta de 211,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025, refletindo maior necessidade de cobertura para riscos de inadimplência na carteira de crédito.
Fundamental para o país
Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), Felipe Pacheco, os resultados demonstram a importância estratégica da Caixa para o desenvolvimento econômico e social do país, mas também evidenciam a necessidade de valorização do quadro de pessoal.
“A Caixa segue sendo fundamental para o Brasil. É o banco que garante crédito habitacional, operacionaliza políticas públicas, atende milhões de brasileiros e movimenta programas sociais essenciais. Esses resultados são construídos diariamente pelos empregados e empregadas da Caixa, que sustentam o banco mesmo diante de condições de trabalho cada vez mais difíceis”, afirmou.
Felipe Pacheco criticou o aumento da pressão sobre os trabalhadores e trabalhadoras do banco. “Os empregados convivem com sobrecarga, cobrança excessiva por metas, déficit de pessoal, reestruturações permanentes e acúmulo de funções. Ao mesmo tempo em que a Caixa amplia resultados, digitaliza processos e cresce em diversas áreas, os trabalhadores seguem adoecendo em função da pressão cotidiana. É preciso transformar parte desse resultado em valorização concreta para quem faz o banco funcionar”, destacou.
O coordenador da CEE também defendeu mais transparência nos programas de remuneração variável e melhores condições de trabalho. “Os empregados querem reconhecimento, valorização e transparência. Não é razoável que trabalhadores que entregam resultados bilionários convivam com insegurança sobre critérios de remuneração variável, metas inalcançáveis e falta de pessoal nas unidades. Defender os empregados também é defender a qualidade do atendimento prestado à população”, ressaltou.
Felipe reforçou ainda a defesa da Caixa 100% pública. “A Caixa pública é indispensável para o país. Nenhum banco privado teria compromisso com habitação popular, inclusão bancária, desenvolvimento regional e execução de políticas sociais como a Caixa tem. Fortalecer a Caixa e valorizar seus empregados é defender o desenvolvimento do Brasil”, concluiu.
Outros números
A carteira de crédito da Caixa encerrou março de 2026 em R$ 1,410 trilhão, crescimento de 11,3% em 12 meses e de 2,3% na comparação com dezembro de 2025. O principal destaque segue sendo o crédito imobiliário, que avançou 13,9% em relação a março do ano passado.
Somente no primeiro trimestre, a Caixa contratou R$ 64,2 bilhões em crédito imobiliário, aumento de 30,6% em relação ao mesmo período de 2025. Segundo o banco, as operações permitiram o acesso de 702,4 mil pessoas à moradia própria e contribuíram para a geração de 517 mil empregos diretos e indiretos.
O banco também manteve papel central na execução das políticas públicas do governo federal. No trimestre, foram pagos R$ 105,5 bilhões em benefícios sociais e programas governamentais. Entre os principais itens estão R$ 38,4 bilhões do Bolsa Família, R$ 42,8 bilhões em benefícios do INSS, R$ 13,5 bilhões em seguro-desemprego e R$ 4,6 bilhões em abono salarial.
As receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias totalizaram R$ 7,4 bilhões, crescimento de 12,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Já as despesas administrativas (que incluem despesas de pessoal e outras despesas administrativas) chegaram a R$ 11,5 bilhões, alta de 6% em 12 meses.
Outro dado que impactou o resultado foi a despesa de provisão para perdas associadas ao risco de crédito, que alcançou R$ 6,5 bilhões no trimestre. O próprio banco ressalta que a comparação com períodos anteriores deve considerar os efeitos da adoção da Resolução CMN nº 4.966/2021, que alterou critérios de contabilização e provisão de perdas esperadas no sistema financeiro.
Veja os dados completos do balanço e do Relatório de Análise de Desempenho da Caixa no primeiro trimestre de 2026, que foram divulgados nesta sexta-feira.
Fonte: Contraf-CUT
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Incorporação do REB ao Novo Plano aguarda análise final da Previc
A incorporação do REB ao Novo Plano segue em tramitação e aguarda, neste momento, a análise da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), último órgão responsável pela avaliação e autorização do processo.
A proposta já passou pela aprovação das instâncias necessárias, como a Funcef (leia aqui) , Caixa (leia aqui), Ministério da Fazenda e na Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) (leia aqui). Agora, o processo encontra-se sob análise do órgão fiscalizador da previdência complementar fechada, a Previc.
Durante as tramitações, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), participou e acompanhou de perto cada etapa, realizando reuniões com a Funcef, com a Sest e com outros órgãos envolvidos, sempre com o objetivo de dar celeridade ao processo e manter os participantes informados.
Em dezembro de 2025, a Federação, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, e o diretor de Benefícios da Fundação, Jair Pedro Ferreira, estiveram na Superintendência para pedir celeridade ao processo. Durante a reunião, o superintendente da Previc, Ricardo Pena, afirmou compreender a importância do tema para os participantes e informou que o processo teria prioridade ao ser protocolado na Superintendência. (leia aqui).
A incorporação do REB ao Novo Plano é uma reivindicação histórica dos participantes e a Fenae defende a aprovação do processo há quase duas décadas (leia mais) como medida de justiça e isonomia para os participantes do plano.
“Tratamos essa pauta com muita seriedade, pois sabemos da importância que ela tem para milhares de participantes do REB. O processo cumpre os trâmites legais e regulatórios necessários. Nossa atuação sempre foi no sentido de acompanhar, cobrar celeridade e manter os participantes informados”, afirmou o presidente da Fenae.
Jair Pedro Ferreira, diretor de Benefícios da Funcef, reforçou que a tramitação continua ocorrendo normalmente, com interlocução permanente entre as equipes técnicas da Funcef e da Previc.
“A Previc solicitou informações complementares durante a análise e a Funcef está respondendo às demandas dentro dos prazos estabelecidos. As equipes técnicas têm realizado reuniões periódicas para tratar do processo. Portanto, a incorporação não está parada. Os trâmites seguem normalmente”, explicou o diretor.
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Apcef/GO celebra 66 anos de história em defesa dos empregados e compromisso social
A Associação do Pessoal da Caixa de Goiás (Apcef/GO) completa, nesta sexta-feira (15), 66 anos de atuação em defesa dos empregados da Caixa Econômica Federal no Estado. Ao longo de mais de seis décadas, a associação se consolidou como referência não apenas na luta pelos direitos da categoria, mas também na promoção de esporte, lazer, cultura e ações sociais voltadas aos associados e à comunidade em geral.
Localizada em uma área nobre de Goiânia e de fácil acesso, a sede da Apcef/GO tornou-se um espaço tradicional de convivência e integração entre empregados da Caixa, familiares e moradores da região. Além das atividades esportivas e recreativas, o clube promove escolinhas e treinamentos para crianças, incluindo filhos de associados e membros da comunidade.
O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, reforçou a parceria histórica da Associação do Goiás para garantia de direitos dos empregados do banco no estado.
“Celebrar os 66 anos da Apcef de Goiás é reconhecer a força de uma entidade construída com união, compromisso e dedicação aos empregados da Caixa. Ao longo de mais de seis décadas, a associação tem sido referência de luta, integração e valorização dos associados, fortalecendo os laços entre os empregados e suas famílias. A Fenae parabeniza a Apcef Goiás por essa trajetória de conquistas e deseja que a entidade continue escrevendo uma história de muito sucesso”, comemora Sergio Takemoto.
Para o presidente da Apcef/GO, João Fortunato, a trajetória da entidade é marcada pelo compromisso com os trabalhadores e pelo reconhecimento conquistado ao longo dos anos. “A Apcef tem um papel muito importante na defesa dos direitos dos empregados da Caixa e, também, na promoção de esporte, cultura, lazer e ações sociais. Há mais de 60 anos somos referência para os colegas da Caixa e para a comunidade goiana”, destacou João Fortunato.
Segundo o Fortunato, a associação também exerce um relevante papel institucional nas mobilizações da categoria. Historicamente, assembleias e encontros coletivos dos empregados da Caixa são realizados no espaço da Apcef/GO, reforçando o protagonismo da entidade na organização dos trabalhadores.
Para João Fortunato, a Apcef/GO vai além do esporte e do lazer, exercendo também um importante papel social e de defesa dos empregados da Caixa.
“A Apcef é referência para os empregados da Caixa em Goiás. Além da defesa dos direitos dos colegas, promovemos esporte, cultura, lazer e ações sociais voltadas também para a comunidade. Temos muito orgulho dessa trajetória de mais de 60 anos”, afirmou o presidente.
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