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Notícias direto da

FENAE

Funcef fecha 2025 com resultado positivo e alívio para os participantes

A Funcef encerrou 2025 com resultado positivo e desempenho acima da meta atuarial em todos os planos de benefícios. De acordo com os dados apresentados nesta quinta-feira (2) para a Fenae e outras entidades representativas, a rentabilidade consolidada chegou a 11,34%, acima da meta atuarial, de 8,94%. 

O desempenho foi impulsionado pela estratégia de investimentos em renda fixa e rebalanceamento das carteiras ao longo do ano. Entre os principais movimentos estão o aumento da exposição a títulos públicos de longo prazo, marcados na curva, com taxa média de 7,47% acima da inflação; a imunização das carteiras nos planos BD, garantindo previsibilidade no pagamento de benefícios; o rebalanceamento dos investimentos, com redução de risco e maior proteção contra oscilações do mercado.


Um dos principais destaques de 2025 equilíbrio técnico ajustado positivo em todos os planos, o que não acontecia desde 2017.

Em 2024, o REG/Replan Saldado registrava déficit acumulado de R$ 4,7 bilhões, enquanto o Não Saldado apresentava resultado negativo de R$ 124 milhões. O ajuste da meta atuarial em 2025, incentivado pela Fenae, aliado ao forte desempenho dos investimentos, permitiu a reversão desse cenário. No caso do Saldado, o resultado contábil do exercício, após ajustes prudenciais, como provisões, foi positivo em R$ 184,6 milhões, refletindo a melhora operacional do plano ao longo do ano.

Medidas da Diben colocam o participante no centro das decisões

Os resultados tornaram possível a aprovação da proposta do diretor Jair Pedro Ferreira, da Diben, que eliminou as contribuições extraordinárias sobre o 13º benefício no REG/Replan Saldado e a redução de 0,5 ponto percentual na alíquota de equacionamento, inicialmente por um ano.

 A iniciativa reflete uma decisão da Diretoria Executiva de colocar o participante no centro das decisões, destinando os bons resultados diretamente para quem contribui com o plano. “Quando há resultado positivo, ele deve se transformar em benefício concreto para os participantes”, afirmou Jair Pedro.

Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, a Funcef tem evoluído na transparência, na comunicação com os participantes e, principalmente, nos resultados. “Mas é muito importante destacar o trabalho da Diretoria de Benefícios, liderada pelo Jair Pedro Ferreira, que colocou o participante no centro das decisões. Isso fica claro em medidas concretas, como o fim da cobrança extraordinária sobre o 13º e a redução da alíquota de equacionamento, que representam um alívio importante para os participantes”, avaliou

Desempenho por plano

Todos os planos superaram suas metas atuariais ou objetivos de retorno em 2025:
REG/Replan Saldado: 10% (meta de 8,84%)
REG/Replan Não Saldado: 9,95% (meta de 8,94%)
Novo Plano BD (assistidos): 11,23% (meta de 8,94%)
REB BD (assistidos): 10,68% (meta de 8,94%)
Novo Plano CD (ativos): 13,65%
REB CD (ativos): 13,85%

Novo Plano (BD) e REB (BD) -  superávit pode ser revertido aos participantes

O Novo Plano BD registrou superávit de 2,98% das reservas, enquanto o REB BD chegou a 34,36%. Cada plano tem um limite de reserva de contingência, que é uma espécie de margem de segurança, de 21% e 19,9%, respectivamente.

Quando o superávit ultrapassa esse limite, a legislação permite que o excedente seja utilizado em favor dos participantes, como melhoria de benefícios. Isso significa que bons resultados podem voltar diretamente para o bolso dos participantes.




Contraf-CUT cobra mudanças no programa Super Caixa e alerta para possíveis prejuízos aos trabalhadores

As mudanças implementadas pela Caixa no regulamento do programa de comissionamento Super Caixa 2026 acenderam um alerta entre as entidades representativas dos empregados. A análise feita pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), assessorada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), aponta que as alterações ampliam condicionantes para o pagamento da comissão, aumentam a complexidade do sistema de metas e podem dificultar o acesso dos trabalhadores aos valores previstos no programa.

“A Caixa implementou este programa sem qualquer debate ou participação da representação dos trabalhadores. Se houve qualquer conversa sobre o programa antes de o mesmo ser implementado, não foi com qualquer entidade ligada à Contraf-CUT”, lembrou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), da Caixa, Felipe Pacheco. A CEE representa a Contraf-CUT nas negociações com a Caixa.

Felipe lembrou ainda que, desde quando o banco anunciou o Super Caixa, em meados de agosto de 2025, a representação das empregadas e dos empregados fez diversos questionamentos, alertou que os empregados seriam prejudicados e apresentou diversas propostas de melhorias. “A Caixa conseguiu piorar ainda mais o que já estava ruim. Criando mais dificuldades para que os empregados recebam a comissão”, disse.

Super Caixa 2026: ainda pior

Entre as principais mudanças está a inclusão de uma nova condição para o comissionamento: o pagamento passa a depender também do lucro líquido contábil da Caixa no semestre. Antes, a comissão estava diretamente relacionada ao cumprimento das metas estabelecidas para as unidades e equipes.

Outro ponto destacado pelas entidades é a adoção de um novo modelo de avaliação baseado em múltiplas dimensões de desempenho, ampliando o número de indicadores utilizados para medir resultados. Também foi introduzido um modelo escalonado de comissionamento, com cinco níveis de pagamento, o que pode reduzir o valor final recebido pelos trabalhadores quando os níveis mais altos não são atingidos.

Além disso, o regulamento altera critérios operacionais importantes, como o aumento do tempo mínimo considerado para apuração do resultado em uma unidade e mudanças na forma de cálculo do teto da comissão.

Pressão por metas e menor previsibilidade

Para o coordenador da CEE/Caixa, as mudanças reforçam um modelo de gestão cada vez mais baseado em metas e pressão por resultados. “O que vemos nesse novo regulamento é o aumento das condicionantes para o pagamento da comissão e uma complexidade maior no sistema de avaliação. Isso pode gerar um descolamento entre o esforço dos trabalhadores e o reconhecimento pelo resultado alcançado”, afirmou Felipe.

Segundo ele, a introdução da condicionante de lucro institucional é particularmente preocupante. “Mesmo que as equipes cumpram ou superem as metas nas unidades, o pagamento da comissão passa a depender do resultado global do banco. Ou seja, um fator que não está diretamente ligado ao desempenho dos trabalhadores pode impedir que eles recebam pelo serviço que realizaram”, explicou.

Propostas de mudanças

A representante das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara, informou que a representação dos trabalhadores apresentou sugestões para tornar o programa mais transparente e equilibrado.

Entre as propostas defendidas pela conselheira e pelas entidades estão:
•    Retirada da condicionante de lucro para pagamento da comissão; 
•    Simplificação dos critérios e indicadores utilizados na avaliação; 
•    Manutenção de regras que não prejudiquem trabalhadores que mudam de função ou unidade durante o período; 
•    Maior transparência sobre o orçamento total destinado ao comissionamento. 

Para Fabiana, a valorização dos empregados precisa estar no centro das políticas de reconhecimento do banco. “Quem constrói o resultado da Caixa no dia a dia são as empregadas e os empregados. Na rede de atendimento, essa cobrança é ainda maior. Por isso defendemos regras claras, previsíveis e que reconheçam de fato o esforço individual e coletivo. O comissionamento precisa considerar não apenas quem realiza a venda, mas também quem garante o atendimento, a orientação ao cliente e a qualidade da entrega”, afirmou.

Ela destacou ainda que programas de incentivo não podem se transformar apenas em instrumentos de intensificação da pressão comercial. “Se a CAIXA afirma adotar o ‘clientecentrismo’ e a principalidade como diretrizes estratégicas, precisa antes olhar para a jornada do empregado. Isso envolve sistemas adequados, processos que não gerem retrabalho, metas equilibradas e condições reais de trabalho. Um programa de premiação deve ser um fator de engajamento e reconhecimento — e não um elemento adicional de desmotivação, como infelizmente vem ocorrendo”, ressaltou.

Tema precisa ser debatido


A discussão sobre o programa também foi levantada pela representação dos trabalhadores na reunião realizada entre a CEE/Caixa e o banco no dia 31 de março de 2026, quando as entidades trataram de diferentes temas relacionados às condições de trabalho e às políticas de gestão de pessoas, principalmente questões relacionadas ao combate ao assédio e à violência contra as empregadas da Caixa.

Na ocasião, os representantes dos empregados reforçaram a necessidade de discutir os impactos das mudanças no programa e defenderam ajustes que garantam maior justiça e transparência nos critérios adotados.

Como encaminhamento, a CEE solicitou à Caixa a realização de uma reunião específica para tratar do Super Caixa. A proposta é para que reunião ocorra já na próxima semana, no dia 8 de abril, com o objetivo de debater as mudanças no regulamento e apresentar as propostas da representação dos trabalhadores.

Para a CEE/Caixa, que assessora Contraf-CUT nas negociações com a Caixa, é fundamental que os programas de reconhecimento adotados pelo banco valorizem efetivamente o trabalho das equipes e não ampliem a pressão por metas sem assegurar contrapartidas adequadas aos trabalhadores.
 

Fonte: Contraf-CUT 




Comissão avança na organização dos Jogos da Fenae 2026 no Rio de Janeiro

Nesta quinta-feira (2), a Comissão Técnica dos Jogos da Fenae 2026 avançou em mais uma etapa importante para a realização da competição esportiva no Rio de Janeiro. O diretor de Administração e Finanças da Fenae e membro da Comissão Técnica, Marcos Saraiva, e o presidente da Apcef/RJ, Paulo Cesar Matileti, reuniram-se com o secretário de Esportes do Rio de Janeiro, Guilherme Schleder, para discutir os detalhes logísticos do evento, que vai reunir a integração, esporte e valorização dos empregados da Caixa.

Os Jogos da Fenae 2026 acontecerão no Rio de Janeiro, entre os dias 30 de outubro e 5 de novembro. O evento, realizado pela Fenae, reunirá atletas de todo o país, empregados da Caixa, representantes das 27 Apcefs, em uma grande celebração do esporte, da integração e da convivência entre colegas.

Membro da Comissão, o diretor Marcos Saraiva destacou os preparativos para a realização do evento. “Os Jogos da Fenae já se tornaram uma tradição entre os empregados da Caixa. Mais uma vez, estamos nos preparando para entregar o melhor aos bancários atletas e promover um evento à altura dos empregados da Caixa”, afirmou. “Saio desta reunião muito esperançoso de que vamos realizar uma competição que ficará na história e na memória de todos os participantes”, completou.

Considerado um dos maiores eventos esportivos da categoria bancária no Brasil, os Jogos da Fenae mobilizam milhares de participantes, entre atletas, dirigentes e equipes de apoio, promovendo não apenas a prática esportiva, mas também o fortalecimento dos laços associativos e do sentimento de pertencimento entre os empregados da Caixa.

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae.




Em visita à Casa da Mulher Brasileira, diretora da Fenae fortalece luta pelo feminicídio zero

Em mais uma ação da Campanha Fenae com elas, a diretora de Impacto Social da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Giselle Menezes, participou de uma reunião estratégica na Casa da Mulher Brasileira, em São Luís, com a diretora da instituição, Susan Lucena. 

O encontro teve como eixo principal o fortalecimento da parceria entre as entidades, com foco na construção de ações integradas de enfrentamento à violência contra a mulher e na ampliação de iniciativas voltadas ao feminicídio zero. Na ocasião, também foi realizada a entrega de kits de higiene pessoal, um suporte concreto em um momento delicado da vida dessas mulheres, contribuindo para o processo de reconstrução e rompimento do ciclo de violência.

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A iniciativa faz parte de um trabalho contínuo desenvolvido de forma articulada pela Fenae e pela Apcef/MA, em parceria com a ONG Moradia e Cidadania Maranhão, com destaque para o projeto Sou Porque Somos – Ubuntu na luta pelo Feminicídio Zero, que atua na promoção da cidadania, autonomia e proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade.

Dentro desse movimento, também foi destacado o avanço para a terceira turma do projeto, que será a Oficina de Artesanato, uma formação voltada ao reaproveitamento de resíduos sólidos e materiais recicláveis, transformando resíduos em objetos utilitários e decorativos, contribuindo para a geração de renda e o fortalecimento da autonomia das participantes. A iniciativa, em conjunto com ações como a plataforma Fenae Transforma, visa promover mais clareza sobre os direitos das mulheres.

Durante a agenda, também foi realizada uma visita às instalações da Casa da Mulher Brasileira, onde Susan Lucena apresentou o funcionamento do espaço, incluindo o alojamento de passagem, a delegacia e demais ambientes destinados ao acolhimento e atendimento das mulheres.

Para Giselle Menezes, que também é diretora da Apcef/MA e coordenadora da ONG no estado, a reunião reforça o compromisso das instituições com ações que promovam transformação social.

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“Sabemos o quanto a Casa da Mulher Brasileira é importante e o quanto o trabalho realizado faz a diferença, acolhendo mulheres e fortalecendo caminhos de recomeço. A entrega desses kits é um gesto de cuidado e respeito com cada mulher atendida por esta instituição. Esperamos que essa ação possa contribuir, mesmo que de forma simples, para fortalecer ainda mais esse trabalho tão necessário.”

Para a diretora da Casa da Mulher Brasileira, Susan Lucena, a parceria tem um impacto direto no acolhimento oferecido pela instituição.
 
“É muito importante essa parceria com a APCEF/MA e a ONG Moradia e Cidadania Maranhão para as mulheres que passam pela Casa da Mulher Brasileira, principalmente pelo nosso alojamento de passagem. Elas vão ter acesso a kits de higiene que poderão levar para suas casas, em um momento difícil em que estão reorganizando suas vidas. É um apoio a mais para que essa mulher consiga sair do ciclo de violência. Que venham outras parcerias para fortalecer ainda mais as mulheres atendidas pela Casa.”

Durante a reunião, também foram discutidas estratégias para ampliar a atuação conjunta entre as instituições, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção, desenvolver ações contínuas e ampliar o alcance das iniciativas voltadas ao enfrentamento do feminicídio.

Além de Giselle Menezes, participaram do encontro Eunice Chê, voluntária da ONG Moradia e Cidadania, e Ezequias Castro, gestor técnico de projetos da ONG, consolidando o compromisso coletivo com a pauta.
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Futuro Brilhar

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar (www.fenae.org.br/futurobrilhar). Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

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