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Notícias direto da

FENAE

Inscrições para dois MBAs da parceria entre a Fenae e a Abaporu ficam abertas até 23 de março

Os empregados da ativa, aposentados e pensionistas da Caixa associados às Apcefs têm até o próximo dia 23 de março para inscrever-se nos cursos de pós-graduação ofertados pela parceria entre a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e a Faculdade Abaporu/Fasag. São duas opções: MBA em Gestão Estratégica de Negócios e MBA em Gestão Financeira, com 10 módulos cada um e duração mínima de seis meses. 

As duas pós-graduações foram pensadas para atender às demandas da categoria bancária. Durante as aulas, 100% EaD e no formato não-simultâneo, serão abordados conteúdos que conectam teoria e prática, ajudando o aluno a encontrar soluções para os desafios do dia a dia em um banco público de caráter social. 

O investimento para um curso de seis meses é de R$ 700, com pagamento à vista via pix, boleto ou cartão. Se o aluno optar por parcelar no cartão, o valor sobe para R$ 750, dividido em três vezes sem juros. Para os dois cursos, com duração de 10 meses, pagamento à vista de R$ 900 (pix, boleto ou cartão). Se parcelar, sempre no cartão de crédito, o aluno paga R$ 950, dividido em três vezes sem juros. 

Os cinco primeiros módulos de cada curso são comuns. O aluno cursa cada módulo apenas uma vez, com aproveitamento válido para as duas ofertas. Para quem for cursar as pós-graduações, existe o direito de concluí-las em 10 meses. O início das aulas está agendado para a data de 30 de março. 

A inscrição fica condicionada ao aluno acessar os links dos cursos Gestão Estratégica de Negócios (www.fenae.org.br/abaporugestaoestrategica)  e Gestão Financeira (www.fenae.org.br/abaporugestaofinanceira). É necessário ter diploma de graduação reconhecido pelo MEC. 

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae
 




Recorde de feminicídios: Brasil registra quatro assassinatos de mulheres por dia em 2025

Em 2025, o Brasil atingiu mais um recorde vergonhoso de violência contra as mulheres. De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, apenas no ano passado, 1.470 mulheres foram vítimas de feminicídio em todo o país. O número histórico revela que, em média, quatro mulheres foram mortas por dia de forma violenta no país.

O total supera os 1.464 registros contabilizados em 2024, até então, o maior número da série histórica. Os dados foram apurados pelos governos estaduais e enviados ao governo federal. Com isso, o número de casos pode ser ainda maior, já que os registros referentes ao mês de dezembro do estado de São Paulo ainda aguardam atualização na base do governo federal.

Ao comentar os números divulgados, o presidente da Fenae, Takemoto, destacou a importância de intensificar as iniciativas da campanha em todos os estados do país. “O Brasil precisa passar por uma verdadeira mudança de postura da sociedade em relação ao machismo e à prevenção da violência contra mulheres e meninas. Os números mostram o quanto ainda precisamos avançar nas ações e medidas para reduzir os casos de feminicídio”, afirmou. “É vergonhoso saber que, em pleno século XXI, as práticas bárbaras de domínio e de posse sobre os corpos das mulheres ainda estejam presente na sociedade. Nenhuma forma de violência contra as mulheres pode ser tolerada”, alertou.

Takemoto, ressaltou ainda que os dados do Ministério da Justiça escancaram, mais uma vez, a necessidade de que o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil unam esforços para adotar medidas de conscientização e prevenção da violência de gênero no país. “Iniciativas como a campanha Fenae com Elas, desenvolvida pela Fenae precisam ser ampliadas para o enfrentamento e a redução dos casos de morte violenta de mulheres no Brasil”, finalizou.

Campanha Fenae com Elas

A campanha Fenae com Elas foi viabilizada a partir da assinatura da carta-compromisso com o Ministério das Mulheres, que garantiu a adesão da entidade à Articulação Nacional pelo Feminicídio Zero. O compromisso reafirma a atuação permanente da Fenae na defesa dos direitos das mulheres e na implementação de ações voltadas ao combate a todas as formas de violência de gênero.

Por meio da campanha Fenae com Elas, foi incluído no Edital 004 de Responsabilidade Social da Federação o eixo de empoderamento de mulheres e meninas, voltado à promoção da equidade de gênero.  Atualmente, os projetos sociais desenvolvidos nos estados do Amazonas (Empoderar), Maranhão (Sou Porque Somos: Ubuntu na Luta pelo Feminicídio Zero), Minas Gerais (Mulheres fortalecendo o território na perspectiva de gênero), Pernambuco(Modelando o Amanhã- Preservação da Arte do Barro), Piauí (Projeto Caneleiro), Rondônia (Mulheres Conectadas), São Paulo (Entrelaçando Historias e Rendas), Sergipe (Conhecimento que liberta) e no Distrito Federal (Projeto Viva Mulher Segura!) são direcionados exclusivamente para esse eixo, beneficiando, até o final de 2026, cerca de 1.030 mulheres e meninas diretamente e outras 4.010 de forma indireta.

Além dessas nove iniciativas já citadas, os projetos desenvolvidos nos demais 18 estados também têm o compromisso de incorporar ações alinhadas ao eixo de equidade de gênero. Entre essas ações estão palestras, oficinas e atividades formativas que destacam a importância do combate à violência doméstica e do fortalecimento do empoderamento feminino, especialmente nos projetos que atuam nas áreas de inclusão produtiva, educação complementar e segurança alimentar.

Conheça os projetos clicando aqui!




Caixa: Contraf-CUT cobra pagamento dos deltas ainda em janeiro

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) encaminhou, nesta segunda-feira (19), ofício à Caixa Econômica Federal cobrando a confirmação do pagamento do primeiro delta no mês de janeiro. Caso o crédito não seja efetuado em janeiro, a entidade cobra a divulgação imediata de uma data oficial, com a justificativa para o crédito não ser efetuado já no primeiro mês do ano.

No documento, a Contraf-CUT ressalta que a cobrança se baseia em precedente estabelecido em janeiro de 2025, quando a Caixa efetuou o pagamento do primeiro delta referente a 2024 no reprocessamento da folha salarial do mês, após negociação com a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa). Esse histórico criou expectativa legítima entre as empregadas e os empregados.

Para a representante da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Nordeste (Fetrafi/NE) na CEE, Chay Cândida, a ausência de informações oficiais agrava a insegurança no ambiente de trabalho. “As equipes já entregaram resultados, cumpriram metas e seguem sob forte cobrança. Manter indefinições sobre o delta, diante do precedente do ano passado, só aumenta a insatisfação e o sentimento de desvalorização”, afirmou.

Na mesma linha, a representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEE, Luiza Hansen, destacou a necessidade de respeito aos compromissos assumidos. “Após negociação com a CEE, o pagamento do primeiro delta em janeiro já ocorreu no ano passado. O que indica que é possível o pagamento já no primeiro mês. Quando a empresa não se posiciona, quebra a previsibilidade e a confiança. O mínimo esperado é uma resposta clara e formal à representação dos trabalhadores”, disse.

A representante eleita pelas empregadas e empregados para o Conselho de Administração da Caixa, Fabiana Uehara, também reforçou a cobrança. “O delta é parte do reconhecimento pelo trabalho entregue ao longo do ano. Quando a Caixa posterga ou deixa de informar o pagamento, transfere para os empregados a insegurança de uma decisão que já tem precedente e negociação. Valorizar de fato quem sustenta os resultados do banco passa pelo cumprimento dos compromissos assumidos”, afirmou.
No ofício, a Contraf-CUT solicita a confirmação imediata do pagamento em janeiro ou, caso isso não seja possível, a informação formal da data prevista, acompanhada de justificativa para o não pagamento já em janeiro. A entidade reforça que o respeito aos acordos e precedentes é fundamental para a valorização das empregadas e dos empregados e para a manutenção de relações institucionais equilibradas e aguarda manifestação oficial da Caixa sobre o tema.

Mais sobre o delta

Trata-se do sistema de progressão de carreira em que o valor “delta” é a remuneração adicional paga às empregadas e aos empregados da Caixa como parte da promoção por mérito. O benefício representa um reajuste salarial mediante o cumprimento de metas e critérios de desempenho, como participação em programas de qualidade de vida, cursos e avaliação de competências e resultados, com o objetivo de valorizar o trabalho e incentivar a constante qualificação.

Critérios para o delta de 2025 (a ser pago em 2026)

Os critérios que precisaram ser cumpridos em 2025 para o recebimento do primeiro e do segundo delta foram:
1° Delta
• Certificação Agir Certo Caixa;
• Certificação Cultura Digital;
• Participação em uma ação do Programa Qualidade de Vida;
• Um curso de iniciativa pessoal na Universidade Caixa ou Plataforma Coursera.

2° Delta
Para até 20% dos promovidos com 1 delta, com:
• Lotação em unidade com nota final anual no Resultado.Caixa maior que 100%, considerando o local onde o empregado esteve lotado por maior tempo ou a unidade em que estiver lotado em 31 de dezembro, o que for mais benéfico;
• Participação em pelo menos duas ações do Programa Qualidade de Vida.

Desempate
• Maior idade;
• Maior tempo de Caixa;
• Maior nota final anual no Resultado.Caixa.

Itens a serem considerados para pontuação na sistemática de Promoção por Mérito:
• Imunização na Campanha de Vacinação Antigripal;
• Convênio Gympass ativo, incluindo Plano Digital gratuito;
• Participação em circuitos esportivos regionais;
• Cadastro do app Caixa em Movimento;
• Participação no Programa de Nutrição e Hábitos Saudáveis;
• Adesão ao Programa Saúde da Mulher e do Homem.

Quem fica de fora?
Impedimentos previstos no RH 176:
• Ter menos de 180 dias de efetivo exercício;
• Ter sofrido penalidade de suspensão;
• Ter sofrido censura ética;
• Ter sofrido advertência, tendo recebido outra nos últimos cinco anos;
• Estar com o contrato de trabalho suspenso;
• Estar com o contrato de trabalho extinto;
• Ter faltas não justificadas.
Obs.: As empregadas e empregados que estão na referência de carreira 248 não recebem novos valores de delta, pois já atingiram o teto da carreira.
 




Apcef/MG completa 74 anos de uma história feita de união, compromisso e propósito

Nesta segunda-feira (19), os parabéns vão para a Associação do Pessoal da Caixa de Minas Gerais (Apcef/MG). A entidade surgiu em 19 de janeiro de 1952. Atua, desde então, como um marco na luta pelos direitos dos empregados da Caixa. 

Para o presidente da Apcef/MG, Nerival Faustino Gomes, mais conhecido como Nery, a trajetória de sete décadas e quatro anos só foi possível porque o maior patrimônio da associação mineira são as empregadas e os empregados da Caixa. “Sempre defendemos os interesses do pessoal do banco público, ao mesmo tempo que oferecemos atividades sociais, culturais e esportivas”, declarou. 

Nery Gomes explicou também que essa história sólida de lutas e conquistas foi possível, “porque pela entidade passaram diretores, conselheiros, colaboradores e parceiros que honraram o movimento dos empregados, e deram o melhor de si para nossa associação, grupo de pessoas que agradecemos com profundo respeito”. E completou: “Seguimos firmes honrando o passado, fortalecendo o presente e construindo um futuro cada vez mais coletivo”.   
 




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