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Jogos de Integração 2026
No último sábado, 25 de abril, a APCEF/SC realizou os Jogos de Integração 2026, na Sede Balneária de Jurerê, reunindo atletas, familiares e convidados em um dia de esporte, integração e confraternização. Com disputas em diversas modalidades, o evento reforçou o espírito de união entre

Resultado – Feriado do Dia do Trabalhador 2026
Resultado – Feriado do Dia do Trabalhador 2026 O resultado das hospedagens para o período de 30/04 a 03/05/2026 já está disponível.A consulta deve ser realizada pelo Portal do Associado.O período para cancelamento sem custos será de 10 a 13/04/2026, via portal do associado.O pagamento

Horário de Funcionamento
Acompanhe os horários de funcionamento da Sede Balneária em Jurerê.

Campanha Jair
A eleição terminou. O resultado não foi o que esperávamos, mas nossa gratidão a cada participante que confiou no nosso projeto é imensa. O grupo Participantes Funcef segue unido, com o mesmo compromisso de sempre: defender uma previdência complementar sólida, transparente e sustentável. Respeitamos a

Espaços para eventos
Espaços para eventos Está planejando um evento especial? A sede da APCEF/SC oferece espaços ideais para transformar seu momento em uma experiência inesquecível! Disponibilizamos áreas para locação perfeitas para confraternizações, aniversários, encontros corporativos e celebrações em geral, com estrutura aconchegante e um ambiente agradável para

Convênios exclusivos para associados APCEF/SC
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Night Run Costão do Santinho 🏃♀️🌙
Night Run Costão do Santinho 🏃♀️🌙 O Clube de Corridas da APCEF/SC marcou presença em mais uma edição da Night Run Costão do Santinho! Para começar o ano com energia total, contamos com a participação de 31 atletas, entre sócios e dependentes, que encararam as

Quarta Rodada do Beach Tennis Masculino
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Carnaval 2026
🎭 Sol, samba e muita alegria marcaram o Carnaval na APCEF/SC. No dia 17 de fevereiro, a sede balneária em Jurerê recebeu associados, dependentes e convidados para uma tarde animada, leve e com o clima especial que só o Carnaval proporciona. A programação contou com

🌙 Corrida Jurerê Night Run 2026
🌙 Atenção, associados do Clube de Corrida da APCEF/SC! Estão abertas as inscrições para a Corrida Jurerê Night Run 2026, que acontecerá no dia 14 de março, em Florianópolis. Local: Av. dos Merlins ao lado do Il Campanário Resort, Jurerê Internacional: Av. dos Merlins, 00,

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026
🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026 A APCEF/SC convida você para a quarta rodada do Circuito Esportivo, que promove saúde, integração e muita diversão! No dia 21 de fevereiro, a quadra de areia da sede em Jurerê será palco de grandes disputas no Beach Tennis

Convênio Experiências Náuticas
🚤 Novo Convênio para Experiências Náuticas em Florianópolis! Temos uma novidade incrível para nossos associados! Agora você pode viver experiências únicas de lancha em Florianópolis com 15% de desconto, por meio do novo convênio com a Vip Lanchas Floripa, empresa com 7 anos de atuação,

Carnaval 2026
🎉 A folia já tem data marcada! No dia 17 de fevereiro, a partir das 16h, o clima de Carnaval vai tomar conta da APCEF/SC, com muita música, alegria e diversão para toda a família. 📍Não é necessária inscrição antecipada. O acesso será realizado diretamente

Jogos de Integração 2026
Jogos de Integração 2026 A APCEF/SC informa que estão abertas as inscrições para os Jogos de Integração 2026. O evento será realizado no dia 25 de abril, na sede Balnearia em Jurerê. Período de inscrições: de 09 de fevereiro a 20 de março 👉 Acesse

Evento esportivo- Futevôlei.
Terceira rodada do Circuito Pé na Areia 2026 No sábado, 07 de fevereiro, a sede de Jurerê recebeu a terceira rodada do Circuito Pé na Areia 2026, na modalidade futevôlei. Foi uma manhã de muito sol, boas disputas e muita resenha, marcada por risadas e
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Apcef/CE celebra aniversário de 77 anos e o Dia do Trabalhador com roda de samba
Nesta sexta-feira, dia 1º de maio – feriado nacional, a Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal do Ceará (Apcef/CE) celebra aniversário de 77 anos e o Dia do Trabalhador, com uma programação especial no Clube da Caixa, em Fortaleza: roda de samba com o grupo Samba de Terreiro (17h às 19h) e, na sequência, banda Tremendão (19h30 às 21h30).
Para celebrar a data em dose dobrada, denominada “Tardezinha da Apcef”, as comidas e bebidas serão vendidas no restaurante do clube. Entrada gratuita e exclusiva para associados, familiares e convidados. Por ser uma festa comemorativa, cada associado poderá levar quantos convidados quiser, bastando informar com antecedência a quantidade de pessoas. Não será cobrada entrada para convidados.
“Celebrar os 77 anos da Apcef/CE é reconhecer uma trajetória construída com compromisso, união e defesa permanente dos empregados e da própria Caixa como agente público de desenvolvimento do país”, admite Péricles Bessa Madeira, presidente da associação cearense.
Segundo ele, ao longo dessa história – surgida em 1º de maio de 1949, a entidade se fortaleceu como espaço de representação, mas também de integração da categoria por meio da cultura, do esporte, do lazer e da solidariedade.
E reiterou: “Seguimos firmes no propósito de valorizar cada associado e contribuir para o bem-estar coletivo”. Péricles afirmou que essa caminhada é ainda mais consistente com a parceria da Fenae, que fortalece nossas ações em todo o país, concluindo em seguida: “Que possamos continuar avançando juntos, honrando nosso passado e construindo um futuro ainda mais participativo”!
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, parabeniza a Apcef/CE pelos 77 anos de uma trajetória de realizações e deseja a todas as associadas e a todos os associados da entidade, cada vez mais êxitos no decorrer de novos ciclos de lutas que virão. “A data é celebrada de maneira articulada com o Dia do Trabalhador – em 1º de maio, reunindo parte da história dos empregados da Caixa, atuando no dia a dia na defesa dos direitos da categoria”, lembrou o presidente da Fenae.
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Aprovação do PL pelo fim da escala 6x1 é pauta prioritária no Dia do Trabalhador
Em 2026, uma das principais pautas de reivindicação da classe é a redução na atual jornada de trabalho de 6x1. Para isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou ao Congresso Nacional, no dia 14 de abril, um projeto de lei nº 1.838/2026 que prevê a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. A proposta também trata do fim do modelo de escala 6x1, tema que vem mobilizando diferentes trabalhadores de diferentes categorias, centrais sindicais e gerando amplo debate no país. De acordo com o texto, os dias de repouso poderão ser definidos em negociação coletiva, respeitando as peculiaridades de cada atividade.
O Governo defende que a redução do limite da jornada de trabalho e a garantia de dois dias de descanso remunerado aos trabalhadores não poderá impactar numa redução salarial do empregado. Na prática, o projeto de lei estabelece uma nova referência para o mercado de trabalho brasileiro, com impacto direto sobre milhões de trabalhadores, e promove ajustes na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e em legislações específicas para assegurar a aplicação uniforme das novas regras.
Apesar de os bancários terem uma jornada de trabalho menor que a de 40 horas semanais, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) reforça o comprometimento com as demais categorias trabalhistas. Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, reduzir a jornada de trabalhado no Brasil é mais uma forma de promover justiça social, especialmente porque as jornadas mais extensas estão concentradas entre trabalhadores de menor renda e menor escolaridade.
“Essa pauta também é uma medida de redução de desigualdades no mercado de trabalho. A gente luta pelo fim da escala 6x1, mas também é preciso lembrar que há uma precarização enorme no mundo do trabalho. A reforma trabalhista retirou direitos, e o número de pessoas alcançadas pela CLT vem diminuindo cada vez mais. O Dia do Trabalhador é fundamental para conscientizar as pessoas sobre os seus direitos. Porque só assim a gente vai fortalecer essa luta”, reforça Takemoto.
De acordo com informações do Ministério do Trabalho, cerca de 37,2 milhões de trabalhadores no Brasil têm jornadas acima de 40 horas semanais, o equivalente a aproximadamente 74% dos profissionais com carteira assinada. Destes, cerca de 14 milhões de brasileiros trabalham na escala 6x1, com apenas um dia de descanso. Aproximadamente 1,4 milhão são trabalhadores domésticos.
Para o Governo Federal, ao ampliar o tempo livre dos trabalhadores, o PL busca melhorar a qualidade de vida, fortalecer a convivência familiar e reduzir impactos na saúde. Em 2024, por exemplo, o país registrou cerca de 500 mil afastamentos por doenças psicossociais relacionadas ao trabalho. As jornadas mais extensas estão concentradas entre trabalhadores de menor renda e menor escolaridade, o que faz da proposta também uma medida de redução de desigualdades no mercado de trabalho.
Jornada de trabalho pelo mundo
O projeto aproxima o Brasil de um movimento já em curso em diversos países do mundo. Na Europa, por exemplo, a jornada de 40 horas ou menos já é predominante: a França adota 35 horas semanais desde os anos 2000, e países como Alemanha e Holanda operam, na prática, com médias inferiores a 40 horas. Na América Latina, o Chile aprovou a redução gradual da jornada de 45 para 40 horas semanais até 2029. Por sua vez, a Colômbia está em transição de 48 para 42 horas até 2026.
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Fonte: Fenae com informações da Presidência da República

Fenae apoia campanha de devolução de álbuns de figurinha da Caixa Consórcio entregues pela Caixa
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) reforça o protesto dos empregados do banco contra a distribuição de álbuns de figurinhas da Caixa Consórcio como forma de premiação frente as dificuldades dispostas para receber as remunerações em dinheiro previstas no programa de incentivo conhecido como “SuperCaixa”.
A campanha #DevolvaAoRemetente e #DevolvaDia05Maio26, formado por empregados da Caixa. Em apoio à iniciativa, a Fenae passa a organizar e receber os álbuns devolvidos, como forma de proteger os trabalhadores de possíveis retaliações e dar mais força à mobilização.
De acordo com o grupo formado por empregados Caixa, o banco distribuiu cerca de 35 mil álbuns de figurinhas da Caixa Consórcio como forma de reconhecimento vinculada à venda de consórcios. No entanto, segundo os empregados, a ação ocorre em meio a questionamentos sobre o pagamento de valores do próprio programa de incentivo, o que ampliou a insatisfação de todos.
A iniciativa foi mal recebida em agências e plataformas de negócio, sendo interpretada pelos empregados como uma forma inadequada de reconhecimento pelo desempenho nas vendas. Muitos trabalhadores relataram frustração ao receber o brinde em lugar da remuneração esperada.
Diante disso, a Fenae decidiu apoiar a campanha #DevolvaAoRemetente, que prevê a devolução coletiva dos álbuns à Caixa. A proposta é centralizar a coleta por meio das Apcefs ou por envio direto à Federação, garantindo organização, segurança e preservação da identidade dos participantes.
Além da devolução, a mobilização prevê a realização de um ato conjunto para dialogar com a Caixa sobre a política de premiação e cobrar soluções para as pendências apontadas pelos empregados.
A principal reivindicação é que os valores devidos sejam pagos corretamente e que o reconhecimento aos trabalhadores ocorra de forma justa, transparente e condizente com os resultados alcançados.
A Fenae reforça que brindes, como álbuns de figurinhas, não substituem a remuneração variável prevista nos programas de incentivo. A entidade seguirá acompanhando o caso e atuando na defesa dos direitos dos empregados da Caixa.
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Em mesa, CEE denuncia desvalorização dos empregados e cobra respostas da Caixa
A mesa de negociação entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a direção da Caixa, realizada nesta quinta-feira (30), foi marcada por críticas contundentes à forma como o banco vem conduzindo mudanças no atendimento, que desrespeitam empregados.
Na reunião, a representação dos trabalhadores denunciou a desvalorização crescente dos empregados e cobrou respostas para problemas que vêm se acumulando nas unidades: sobrecarga de trabalho, falta de pessoal, mudanças estruturais implementadas sem negociação prévia, adoecimento mental e um modelo de remuneração variável com regras sem transparência.
A comissão cobrou debate sobre o SuperCaixa, que precisa de regras transparentes e justas. “O diálogo, infelizmente, é o que se diz, mas não é o que se faz”, criticou Rogério Campanate.
“A gente precisa de compromisso real de justiça, transparência nas regras e respeito aos trabalhadores”, reforçou Érico Jesus. Segundo a CEE, o tema será levado ao Comando Nacional dos Bancários, que avaliará todas as possibilidades cabíveis para atuar frente aos problemas relacionados ao programa.
Entre os pontos criticados também estão a implantação das plataformas de atendimento à Pessoa Jurídica (PJ), a migração de carteiras, as mudanças nas unidades e a combinação entre atendimento presencial e digital, que vêm alterando profundamente a rotina dos trabalhadores sem que, segundo a CEE, haja planejamento adequado, treinamento suficiente ou diálogo com os representantes dos empregados.
O modelo “Figital”, que combina atendimento físico e digital, também sofreu críticas dos representantes dos trabalhadores. Na prática, segundo relatos levados à mesa, empregados vêm sendo obrigados a atender simultaneamente clientes de forma presencial e virtual, sob cobrança intensa por desempenho e entregas à unidade para que o tempo de espera no canal digital ultrapasse cinco minutos.
“É um modelo que tem aprofundado a sobrecarga, aumentado o desgaste emocional e agravado o sentimento de insatisfação entre os empregados”, avaliou o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco.
Um dos pontos de discussão foi a adoção de penalidades em 129 agências incluídas no projeto piloto do Gênesis. Para a CEE, não faz sentido que unidades ainda em fase de teste sejam submetidas a metas rígidas e punições antes mesmo da consolidação de um modelo definitivo.
Também houve críticas à implementação das plataformas PJ. A representação apontou falta de negociação prévia, precariedade nas condições de trabalho, insuficiência de pessoal, ausência de treinamento adequado e pressão constante por metas. Segundo os representantes, trabalhadores que sempre atuaram no atendimento à Pessoa Física estão sendo empurrados para novas atribuições, muitas vezes sem preparação e sem a estrutura necessária para absorver a demanda.
“A Caixa diz que está preocupada com a questão da saúde mental dos empregados, mas está fabricando pessoas doentes, além de descumprir o Acordo Coletivo. É isso que está acontecendo com essa plataforma PJ”, afirmou Cardoso.
Outro ponto fortemente debatido foi a situação de caixas e tesoureiros, tema que se arrasta há meses sem solução definitiva. A representação cobrou resposta concreta sobre o futuro dessas funções diante da redução do atendimento presencial, do fechamento ou transformação de unidades e das mudanças no modelo operacional do banco. A principal preocupação é garantir que nenhum trabalhador tenha perda de renda em razão da reestruturação.
Ao abordar o tema, a representante dos empregados, Luiza Hansen, destacou o clima de incerteza que se espalhou. “A cobrança aqui é por uma solução definitiva, que garanta, em especial, que os colegas não tenham sua renda afetada. Hoje ainda há muita insegurança sobre qual caminho a Caixa pretende seguir”, afirmou.
O avanço do adoecimento mental entre bancários também ganhou destaque. Felipe Pacheco citou pesquisa da Fenae que revela um cenário alarmante: 32% dos empregados afirmam viver sob ameaça permanente de descomissionamento, percentual que sobe para 45% entre trabalhadores de 40 a 49 anos. O levantamento mostra ainda que 37% já receberam diagnóstico de problemas de saúde mental relacionados ao trabalho, enquanto 61% dizem não perceber apoio adequado da empresa à saúde mental.
Em resposta à comissão, a Caixa informou que está avaliando reivindicações relacionadas ao SuperCaixa, que pretende aperfeiçoar seus modelos de atendimento e gestão e que continua estudando alternativas para caixas e tesoureiros. Para a representação dos empregados, no entanto, as respostas seguem insuficientes. “São respostas vazias que não atendem às demandas dos empregados diante da gravidade dos problemas enfrentados diariamente por quem sustenta o banco”, avaliou Cândida Fernandes (Chay). “Vamos encaminhar ao Comando a reincidência dessas respostas vazias do banco, de forma a definir outras formas de atuação, como mobilização da base e as medidas cabíveis para proteger os empregados”, reiterou.
Saúde Caixa - A CEE também cobrou da Caixa uma mesa específica para discutir o Saúde Caixa. A representação reforçou pautas já conhecidas dos empregados, como a retirada do teto de custeio de 6,5% e a volta do modelo em que a Caixa efetivamente arque com 70% dos custos do plano, melhorias nos processos de credenciamento e descredenciamento, além da ampliação da rede de atendimento, incluindo a possibilidade de compartilhamento da rede credenciada com a Cassi. Uma nova mesa de negociação sobre o Saúde Caixa será realizada no fim de maio.
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