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Happy Hour da APCEF/SC! 🌞🍹

A APCEF Santa Catarina convida associados, dependentes e convidados para o Happy Hour de Verão 2026 — um momento especial de lazer, descontração e confraternização em um ambiente agradável e familiar. A programação contará com DJ e espaço de recreação infantil, garantindo diversão para todas

Campo de grama em manutenção

Atenção, associados: acompanhe o card informativo sobre o fechamento do campo de grama para manutenção e fique atento às orientações.

Dia do aposentado

No dia 24 de janeiro, a sede da APCEF/SC foi palco de uma noite especial em comemoração ao Dia do Aposentado. O evento, realizado com muito carinho pela APCEF/SC, em parceria com a FENAE, a ACACEF e a FUNCEF, celebrou muito mais do que uma

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026 A APCEF/SC convida você para a segunda rodada do circuito esportivo que promove saúde, integração e muita diversão! No dia 31 de janeiro, a quadra de areia da sede em Jurerê será palco de grandes disputas no Beach Tennis

🌙 Night Run Costão do Santinho – 2026

🌙 Atenção, associados do Clube de Corrida da APCEF/SC! Estão abertas as inscrições para a Corrida Night Run Costão do Santinho 2026, que acontecerá no dia 21 de fevereiro de 2026, em Florianópolis. Local: Costão do Santinho – Florianópolis Data: 21/02/2026 Distâncias: 4 km, 7

Responsabilidade Social

Recorde de feminicídios: Brasil registra quatro assassinatos de mulheres por dia em 2025 Diante dos números divulgados, Fenae reforça a necessidade de ações da sociedade, do poder público e privado para combater a violência contra as mulheres no país Em 2025, o Brasil atingiu mais

Elementor #42633

Primeira rodada do Circuito Pé na Areia 2026 No último sábado, 17 de janeiro, a sede de Jurerê vibrou com muita energia e animação durante o Circuito Pé na Areia. O evento reuniu os participantes em um ambiente de integração, espírito esportivo e confraternização, tornando

Dia do aposentado

Comece o ano reencontrando grandes amigos e colegas da Caixa, comemore o Dia do Aposentado na APCEF Santa Catarina em parceria com a ACACEF! A programação inclui Show de Talentos da Melhor Idade, exposição de trabalhos produzidos por associados aposentados, cabine de fotos, drinks liberados,

Zucco Assados – Novo Convênio APCEF/SC

Zucco Assados – Novo Convênio APCEF/SC Fechamos um novo convênio com o Zucco Assados! 🔥 Agora, nossos associados contam com 15% de desconto nos produtos do Zucco Assados. Especializado em carnes Angus precoce, assadas na churrasqueira, o Zucco Assados é uma excelente opção para quem

Campeonato de futebol 2026

🏆 Campeonato de Futebol 2026 ⚽ É hora de entrar em campo! Estão oficialmente abertas as inscrições para o Campeonato de Futebol 2026, que seguem até o dia 28 de fevereiro de 2026. 📝 Como se inscrever: As inscrições serão realizadas exclusivamente via formulário: 🔗Clique

Evento esportivo- Pé na areia 2026

🏖️🏐 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026 A APCEF/SC convida você para mais um evento esportivo que une saúde, integração e muita diversão!No dia 17 de janeiro, a quadra de areia da sede em Jurerê recebe mais uma etapa do Circuito Pé na Areia 2026. Modalidade:Vôlei

Happy Hour de 2026 da APCEF/SC!

Vem aí o primeiro Happy Hour de 2026 da APCEF/SC! 🌞🍹 A APCEF Santa Catarina convida seus associados, dependentes e convidados para o Happy Hour de Verão 2026, um momento de lazer e confraternização em um ambiente agradável e familiar. A programação contará com música

Projeto de Construção

Está sendo organizado um grupo de interessados para viabilizar um projeto de construção pelo regime de condomínio fechado a preço de custo, nos termos da Lei nº 4.591/1964, art. 48. O empreendimento será implantado na Rua dos Cambuatás, em Jurerê, e a construção será realizada

Notícias direto da

FENAE

Relatórios de janeiro das ações coletivas estão disponíveis para consulta

A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) disponibilizou os relatórios de janeiro das ações coletivas tributárias e de paridade, que reúnem informações atualizadas sobre o andamento dos processos. 

As ações coletivas tributárias têm como objetivo retirar as contribuições extraordinárias do cálculo do Imposto de Renda, permitindo que sejam deduzidas no ajuste anual sem a limitação de 12%. Além disso, busca-se a restituição de valores retidos de forma indevida.

O relatório das ações tributárias destaca a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), pela dedutibilidade das contribuições extraordinárias do Imposto de Renda até o limite de 12% (confira perguntas e respostas aqui). O assunto (Tema 1.224) ainda aguarda trânsito em julgado para produzir efeitos práticos nas ações.

É importante lembrar que a Federação atua pela aprovação do PL 1739/2024 no Congresso, que tem o objetivo de deduzir integralmente as contribuições extraordinárias do IR.

As outras ações coletivas, que são as de paridade, buscam restaurar a paridade entre os participantes e a patrocinadora no equacionamento do Reg/Replan Não Saldado.

Confira os relatórios:

Ações coletivas tributárias

Ações coletivas de paridade
 

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Fenae alerta para crise de saúde no trabalho após Brasil registrar recorde de afastamentos por doença em 2025

O Brasil atingiu em 2025 o maior número de afastamentos do trabalho por doença dos últimos cinco anos, com cerca de 4 milhões de ocorrências registradas, segundo dados obtidos pelo G1 junto ao Ministério da Previdência Social. Além das tradicionais causas físicas, como problemas na coluna e lesões musculares, os transtornos mentais, como depressão e ansiedade, responderam por mais de 500 mil afastamentos, estabelecendo um novo recorde e colocando a saúde mental no centro do debate sobre as condições de trabalho no país.

O cenário nacional reforça o alerta já feito pela Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa), a partir de pesquisa realizada em 2025, que revelou um quadro preocupante de adoecimento físico e psicológico entre os empregados da Caixa. Segundo o levantamento, 58% dos afastamentos na Caixa estão relacionados a questões de saúde mental, superando inclusive os afastamentos por causas físicas (53%). 

A pesquisa da Fenae também apontou que fatores como pressão excessiva por metas, medo constante de perda de função, insegurança profissional e falta de reconhecimento estão entre os principais elementos associados ao sofrimento no ambiente de trabalho. Outro dado alarmante é que 61% dos empregados afirmam que a Caixa não oferece apoio adequado à saúde mental, enquanto um em cada três empregados (32%) recorre a medicamentos por motivos relacionados ao trabalho.

Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, os números nacionais apenas tornam mais visível uma realidade já vivida no cotidiano dos trabalhadores da Caixa. “Os dados sobre afastamentos no Brasil reforçam o que a Fenae já vem alertando: há uma crise de saúde no trabalho, especialmente no campo da saúde mental. Na Caixa, isso se manifesta de forma muito clara, com empregados adoecendo por conta de pressões constantes, metas inalcançáveis e insegurança profissional”, afirma.

No contexto nacional, especialistas apontam que o crescimento dos afastamentos por transtornos mentais está relacionado a jornadas intensas, ambientes de alta cobrança, instabilidade profissional, entre outros. “Os dados da Previdência e da pesquisa da Fenae mostram que o Brasil vive uma crise de saúde no trabalho, e a realidade dos empregados da Caixa é um retrato desse processo. Para a Fenae, enfrentar esse cenário exige revisão de modelos de gestão, fortalecimento e construção de políticas permanentes de cuidado com a saúde física e mental dos trabalhadores”, alerta Takemoto.

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Em reunião no Ceará, entidades intensificam luta por efetividade e qualidade do Saúde Caixa nos estados

Em um encontro com a Superintendência de Rede da Caixa no Ceará, realizado nesta terça-feira (27), o diretor de Administração e Finanças da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa), Marcos Saraiva, reforçou a atuação das entidades representativas dos empregados na defesa da efetividade do Saúde Caixa. O foco do encontro foi a qualidade e a rede credenciada do plano, especialmente em cidades do interior.

“Não estamos mais cobrando apenas melhorias no plano de saúde. Agora a nossa exigência é pela efetividade dessas melhorias, pela melhoria real na qualidade do plano, principalmente em relação ao credenciamento e à melhoria no atendimento aos usuários”, afirmou Marcos Saraiva, destacando a importância de transformações que se traduzam em benefícios tangíveis para os empregados e seus dependentes.

O diálogo com a Superintendência de Rede no Ceará ocorreu em um momento em que as discussões sobre o Saúde Caixa ganham novo impulso nas bases da categoria. No Ceará, assim como em diversas regiões do país, sindicatos locais têm registrado problemáticas na rede assistencial que impactam diretamente o dia a dia dos usuários do plano. 

Além do diretor da Fenae, participaram da reunião, pela Caixa, o superintendente Regional Norte e Sul, Izequiel Ferreira; o superintendente Executivo de Governo, Fulvio Franklin; e a gerente de Rede, Fernanda Chaves. Representando as entidades, estiveram o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, Eduardo Marinho; e o diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará e conselheiro Fiscal da Fenae, Túlio Menezes. Participaram também o presidente da Apcef/CE, Péricles Madeira, e o representante do Conselho de Usuários do Saúde Caixa, Antônio Sancho.

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Cobranças por melhoria

A Fenae vem atuando de forma articulada em diversas frentes para avançar na qualidade e sustentabilidade do Saúde Caixa. Recentemente, a entidade intensificou a cobrança à Caixa pela formalização do convênio de compartilhamento de rede entre o Saúde Caixa e a Cassi. 

Além de unificar e ampliar a rede credenciada, especialmente em regiões do interior do país onde há maior dificuldade de acesso a serviços de saúde, o convênio pode trazer impacto direto no bolso dos empregados da Caixa. Com uma rede mais ampla e integrada, a expectativa é de racionalização de custos, maior eficiência assistencial e redução de gastos tanto para o plano quanto para os participantes do Saúde Caixa.

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Funcef detalha alternativas para resolver passivo previdenciário que atinge empregados da Caixa

A Funcef (Fundação dos Economiários Federais) está construindo, em conjunto com a Caixa e com acompanhamento da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), alternativas para solucionar um passivo previdenciário histórico que se arrasta há cerca de duas décadas e afeta centenas de empregados e aposentados da Caixa vinculados ao plano REG/Replan Não Saldado.

O tema foi tratado com o presidente da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa), Sergio Takemoto, e com o diretor de Saúde e Previdência da entidade, Leonardo Quadros, em reunião realizada no último dia 20 de janeiro. O assunto foi apresentado por representantes da Diretoria de Benefícios da Funcef.

Diante da relevância e da complexidade do assunto, a Fenae entrevistou o diretor de Benefícios da Funcef, Jair Pedro Ferreira, que detalha a origem do problema, a dimensão dos valores envolvidos e as alternativas em construção para garantir uma solução definitiva, com segurança jurídica e sem impacto para os demais participantes dos planos administrados pela Fundação.

Confira:

Para começar, o senhor pode explicar, de forma clara, o que é esse passivo previdenciário que está sendo discutido na Funcef, como e quando ele surgiu?

Resposta: Esse passivo surgiu a partir de 2006, quando ocorreu o saldamento do plano REG/Replan. Parte dos participantes optou por não saldar o plano e, por essa razão, acabou não tendo acesso à nova estrutura salarial da Caixa, conhecida como PCS (Plano de Cargos e Salários) 98, bem como a outras parcelas remuneratórias. Ao longo do tempo, esses participantes passaram a ingressar com ações judiciais contra o banco para obter esse novo enquadramento salarial. Quando essas decisões judiciais foram favoráveis, as novas parcelas passaram a integrar a remuneração do empregado e, automaticamente, passaram a incidir contribuições para o plano de previdência. Ocorre que o REG/Replan foi estruturado com base no PCS de 1989. Assim, essas novas parcelas não estavam previstas no custeio do plano nem no cálculo dos benefícios. Isso gerou uma situação em que houve contribuição sobre valores que não podem ser incorporados automaticamente ao benefício, criando esse passivo que agora está sendo tratado. 

Quantos participantes são afetados por essa situação hoje e qual a dimensão aproximada dos valores envolvidos? 

R.: Atualmente, identificamos 633 participantes nessa situação, sendo 408 aposentados e 225 participantes ainda em atividade. Em relação aos valores, aproximadamente R$ 70 milhões foram arrecadados ao longo do tempo a título de contribuições sobre essas parcelas judiciais. Considerando a atualização pela rentabilidade do plano, esse valor chega hoje a cerca de R$ 120 milhões. Para que essas parcelas pudessem ser incorporadas integralmente aos benefícios, seria necessário um valor total estimado em torno de R$ 311 milhões, já descontando esses R$ 120 milhões que foram arrecadados ao longo dos anos. 

Esses participantes foram, de alguma forma, prejudicados ao longo do tempo por terem contribuído sem que esses valores fossem incorporados ao benefício? 

R.: É natural que, ao contribuir sobre determinada parcela salarial, o participante crie a expectativa de que esse valor seja considerado no seu benefício de aposentadoria. Desde que a Funcef identificou essa situação, ainda em meados de 2006, buscou soluções para regularizar o tema, seja solicitando à Caixa a recomposição dos valores necessários, seja oferecendo a devolução das contribuições feitas sobre essas parcelas. No entanto, essas tentativas anteriores não foram suficientes para resolver o problema de forma definitiva. A partir de 2022, a Diretoria de Benefícios fez uma revisão completa do histórico do caso, sempre respeitando o regulamento do plano, e passou a construir, junto com a Caixa e com o acompanhamento da Previc, alternativas mais consistentes e seguras para os participantes. 

Quais são as alternativas aos participantes que estão sendo construídas para solucionar esse passivo? 

R.: Estamos trabalhando com três alternativas principais. A primeira é a devolução integral das contribuições aos participantes, realizadas sobre parcelas não previstas no custeio do plano, inclusive as contribuições da patrocinadora. A segunda alternativa é a recomposição do valor necessário para que essas parcelas possam ser consideradas no benefício, com o custo dividido igualmente entre o participante e a patrocinadora. A terceira alternativa é um modelo de financiamento em que apenas a patrocinadora aporta a sua parte, e o benefício do aposentado é reajustado de forma proporcional a esse aporte. 

Essas propostas já estão definidas ou ainda dependem de validação por parte da Caixa e/ou Previc? Qual é o papel do órgão regulador nesse processo? 

R.: As alternativas já foram discutidas e alinhadas com a Caixa e já são de conhecimento da Previc. Está prevista para o início de fevereiro uma reunião com representantes da Funcef, da Caixa e da CMCA (Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem/Previc), para o alinhamento final dessas soluções e a organização das próximas etapas. O papel da Previc é fundamental para dar segurança jurídica ao processo. Como algumas dessas alternativas não estão previstas de forma explícita no regulamento do plano, a participação do órgão regulador garante que a solução seja válida, transparente e segura para os participantes, para a Funcef e para a patrocinadora. 

Há um cronograma previsto para o início do contato com os participantes e para a conclusão desse processo? Como será feita essa comunicação? 

R.: A expectativa é iniciar os contatos ainda em fevereiro. Esse é um tema antigo e que está sendo tratado como prioridade pela Funcef. Não é possível estabelecer um prazo fechado para a conclusão do processo, pois ele depende não apenas da Fundação, mas também das decisões dos próprios participantes, da Caixa e da Previc. A comunicação será feita de forma direta, por telefone, e-mail ou WhatsApp, e a ideia é iniciar o contato pelos participantes mais idosos. 

Esse processo envolve apenas participantes do REG/Replan Não Saldado ou pode impactar outros planos e participantes da Funcef? 

R.: Esse processo envolve exclusivamente participantes do plano REG/Replan na modalidade não saldada. Não há impacto para outros planos administrados pela Funcef. 

Para os demais participantes da Funcef, que não fazem parte desse grupo, é possível garantir que essa solução não trará impacto nos seus benefícios ou no equilíbrio dos planos? 

R.: Sim. As soluções foram estruturadas justamente para evitar qualquer impacto nos demais participantes e no equilíbrio dos planos. Quando há aumento de benefício, isso só ocorre após a recomposição dos valores necessários. Quando não há essa recomposição, as contribuições feitas sobre essas parcelas são devolvidas ao próprio participante. Em nenhuma das alternativas os custos são transferidos para o coletivo do plano. Todo o ajuste é feito de forma individual, preservando o equilíbrio e a sustentabilidade do REG/Replan. 

Qual foi o papel da atual gestão da Diretoria de Benefícios da Funcef na condução desse tema e o que muda, na prática, a partir dessas iniciativas? 

R.: A atual gestão fez uma revisão completa de todo o histórico do problema, identificando que as tentativas anteriores não haviam produzido resultados concretos. Com essa releitura, foi possível reorganizar o tema, alinhar as soluções com a Caixa e com a Previc e avançar para alternativas que realmente possam encerrar um problema que se arrasta desde 2006. Na prática, isso significa oferecer aos participantes caminhos claros, seguros e definitivos, trazendo mais transparência, previsibilidade e tranquilidade para quem será chamado a tratar desse assunto.

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