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Amanhã é dia de Meu Ideal – Florianópolis 2026!

Amanhã é dia de Meu Ideal – Florianópolis 2026 A APCEF/SC recebe nesta sexta-feira, 07 de agosto, mais uma edição do Meu Ideal – Os Nossos Sonhos Não Envelhecem, evento promovido pela Fenae em parceria com a APCEF/SC. Será um dia de integração, aprendizado e

Fenae abre inscrições para o Meu Ideal em Florianópolis

Fenae abre inscrições para o Meu Ideal em Florianópolis Destinado a aposentados e pensionistas da Caixa associados às Apcefs, o evento será realizado no dia 7 de agosto, na Apcef/SC As inscrições para o Meu Ideal Florianópolis 2026 estão abertas. A partir desta terça-feira (07/07)

Sorteio de grupos e tabelas dos Jogos da Fenae 2026

É hoje! Sorteio de grupos e tabelas dos Jogos da Fenae 2026 acontece a partir das 14h Nesta quinta-feira (23), a expectativa chega ao fim para os atletas que disputarão os Jogos da Fenae 2026. A partir das 14h (horário de Brasília), a Fenae (Federação Nacional

Festa Julina da APCEFSC

Foi bão demais, sô! No último sábado, a sede da APCEF/SC entrou no clima julino e recebeu uma festança pra lá de animada! Com a presença de mais de 350 participantes, a nossa Festa Julina foi marcada por muita alegria, confraternização, música e tradição. A

Resultado da Votação – Prestação de Contas APCEF/SC

Resultado da Votação – Prestação de Contas APCEF/SC A APCEF/SC informa o resultado da votação referente à Assembleia Geral Extraordinária de Prestação de Contas, encerrada ontem, 20 de julho. A prestação de contas foi aprovada por unanimidade pelos votantes, com o seguinte resultado: ✅ 112

Vestibular Corporativo UNISUL

Vestibular Corporativo UNISUL 🎓 A APCEF/SC fecha parceria com a Universidade UNISUL, que oferece aos associados e seus dependentes uma ampla gama de cursos de graduação e pós-graduação, disponibilizados por todas as instituições de ensino superior do Ecossistema Ânima. Dentre os principais benefícios desta parceria,

Campanha Emergencial para Arrecadação de Cobertores e Roupas

❄️ Campanha Emergencial para Arrecadação de Cobertores e Roupas ❄️ Campanha Emergencial para Arrecadação de Cobertores e Roupas As baixas temperaturas tornam o inverno ainda mais difícil para muitas famílias em situação de vulnerabilidade. Com um gesto de solidariedade, você pode levar acolhimento, proteção e

Assembleia Geral Extraordinária – Prestação de Contas

Assembleia Geral Extraordinária – Prestação de Contas Na data de hoje, 18 de julho, foi realizada a Assembleia Geral Extraordinária de Prestação de Contas da APCEF/SC, com participação presencial e on-line. Não conseguiu acompanhar? A gravação completa da reunião está disponível nesta publicação. Confira! GRAVAÇÃO DA

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA PRESTAÇÃO DE CONTAS

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA PRESTAÇÃO DE CONTAS A Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal de Santa Catarina – APCEF/SC, inscrita no CNPJ sob o nº 83.930.198/0001-30, localizada na Alameda César Nascimento, nº 700, bairro de Jurerê, Florianópolis/SC, por seu Presidente abaixo assinado,

Festa julina APCEF/SC 2026

Festa julina 2026 🎉🌽 Ê, sô! A Festa Julina da APCEF/SC tá chegando! Separe o chapéu de palha, a camisa xadrez e chame a família, porque no dia 18 de julho, a partir das 16h, ocê tem um encontro marcado com a festança mais animada

Ganhadores bolão Fenae

Bolão Fenae A Fenae realizou o sorteio das camisas oficiais da Seleção Brasileira na promoção do Bolão da Fenae, que mobiliza empregados da Caixa e associados das Apcefs de todo o país. Os contemplados de Santa Catarina foram: 👕 Rafael de Oliveira Steil 👕 Emilia

Wine Day 2026 Encantou Participantes em uma Noite Especial!

Wine Day 2026 Encantou Participantes em uma Noite Especial! No último sábado, 20 de junho, a APCEF/SC realizou a 2ª edição do Wine Day, um evento que reuniu 210 participantes em uma experiência enogastronômica especial. Em parceria com a *APROVALE*, os convidados tiveram a oportunidade

STUDIO SAL / APCEF SC

APCEF/SC | Studio SAL 🏡✨ Novo Convênio APCEF/SC | Studio SALTransforme sua casa de forma bonita, funcional e sem obras!A APCEF/SC firmou parceria com o Studio SAL, especializado em consultorias em design de interiores. Associados contam com 15% de desconto nos serviços oferecidos pelo estúdio,

❤️ Promoção Dia dos Namorados

❤️ Promoção Dia dos Namorados A APCEF/SC parabeniza todos os apaixonados que participaram da nossa campanha especial do Mês dos Namorados, tornando essa ação ainda mais especial. Temos a satisfação de anunciar o associado contemplado no sorteio: 🏆 NELCI VOLTOLINI Agradecemos a participação de todos

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Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta

A Caixa Econômica Federal prometeu apresentar nesta sexta-feira (28) uma nova proposta para o Saúde Caixa. O compromisso foi assumido durante a rodada de negociações realizada nesta quinta-feira (27), em São Paulo, com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa.

O banco não levou uma nova proposta para o plano de saúde à reunião desta quinta, mas informou que, após aprofundar internamente as discussões, pretende voltar à mesa com uma alternativa mais alinhada às reivindicações das empregadas e dos empregados. Representantes da Caixa disseram avaliar que houve avanços internos e que pode estar sendo construída uma convergência com as expectativas manifestadas pela categoria. 

A expectativa é ainda maior porque, na negociação de terça-feira (25), a própria Caixa havia reconhecido a forte insatisfação dos empregados com as duas propostas apresentadas anteriormente e afirmado que estava reformulando o modelo para aumentar as possibilidades de aceitação. A CEE voltou a deixar claro que a solução precisa ampliar a participação financeira do banco no Saúde Caixa e não pode simplesmente transferir aos usuários o aumento das despesas do plano. 

“A Caixa disse que avançou internamente e que vai trazer uma proposta mais alinhada ao que as empregadas e os empregados têm reivindicado. Depois de duas propostas recusadas e de uma mobilização muito forte, o banco sabe que não há espaço para uma solução que apenas mude a forma de cobrança e continue jogando a conta para os usuários. E não estamos negociando apenas o Saúde Caixa: queremos respostas para toda a pauta aprovada no 41º Conecef”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.

A pauta específica foi construída pelas empregadas e pelos empregados e aprovada no 41º Congresso Nacional das Empregadas e dos Empregados da Caixa (Conecef), realizado em junho, em São Paulo. O encontro reuniu 281 delegadas e delegados e debateu 583 propostas vindas das bases, com reivindicações sobre Saúde Caixa, carreira, remuneração variável, condições de trabalho, emprego, igualdade de oportunidades, combate ao assédio e valorização do quadro. 

Saúde Caixa: expectativa por mudança efetiva

O Saúde Caixa permanece como principal impasse da negociação específica. As duas propostas apresentadas anteriormente pelo banco foram recusadas pela CEE por ampliarem significativamente o peso do plano sobre a renda dos beneficiários sem solucionar o problema central apontado pela representação dos empregados: a limitação da participação financeira da Caixa.

Na primeira proposta, apresentada em 5 de agosto, o banco pretendia elevar a contribuição do titular de 3,5% para 5,5% da remuneração-base, aumentar fortemente as mensalidades dos dependentes e elevar de 7% para 14% o limite de comprometimento da renda familiar. A segunda, apresentada no dia 14, estabelecia mensalidades por faixa etária, 13 contribuições anuais, piso de R$ 400 por grupo familiar e comprometimento de até 12% da remuneração-base. Também foi recusada pela CEE por transferir custos aos usuários, enfraquecer a solidariedade e o pacto intergeracional e criar risco de saída de beneficiários. 

Pelo acordo vigente, a participação financeira da Caixa está limitada a 70% das despesas ou a 6,5% das folhas de pagamento e proventos, prevalecendo o menor valor. Para os titulares, o ACT estabelece contribuição mensal de 3,5% da remuneração-base, acrescida de R$ 480 por dependente direto, com teto familiar de 7%. 

A CEE reivindica a retirada do teto estatutário de 6,5% e o restabelecimento efetivo da proporção de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários. Essa cobrança vem sendo feita desde a primeira negociação específica da campanha e foi reiterada na terça-feira, quando o banco reconheceu a insatisfação com as propostas anteriores. 

Para o diretor executivo da Contraf-CUT e representante da entidade na mesa de negociação, Lívio Santos e Assis, a nova proposta precisa alterar a lógica apresentada até agora.

“Depois de duas propostas que aumentavam o comprometimento da renda dos usuários sem enfrentar o problema do teto de 6,5%, a Caixa sabe exatamente onde está a insatisfação. A proposta de sexta-feira precisa mudar essa lógica: ampliar a participação do banco, preservar o modelo 70/30, a solidariedade e o pacto intergeracional e impedir que o aumento dos custos do plano se transforme em perda de remuneração para empregados, aposentados e pensionistas”, afirmou.
 

PLR também preocupa empregados

Logo na abertura da reunião, a CEE chamou a atenção para os resultados divulgados pela Caixa nesta quinta-feira e cobrou que o banco apresente sua proposta para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A representação dos empregados demonstrou preocupação para que a redução do resultado na comparação semestral não provoque impacto excessivo sobre a PLR, lembrando que são as trabalhadoras e os trabalhadores que constroem diariamente os resultados da empresa. 

A Caixa registrou lucro líquido contábil de R$ 7,368 bilhões no primeiro semestre de 2026. No segundo trimestre, o lucro foi de R$ 3,899 bilhões, crescimento de 5,9% sobre o mesmo trimestre de 2025 e de 12,4% em relação aos três primeiros meses deste ano. Já o lucro líquido recorrente do semestre caiu 17,6%, de R$ 8,938 bilhões para R$ 7,368 bilhões. 

Representantes do banco disseram que a PLR também está sendo analisada internamente e lembraram que a negociação envolve o acordo específico sobre o tema, sinalizando que possíveis ajustes serão debatidos com a representação dos empregados. 

CEE cobra novo PCS, PFG e mudanças nos PSIs

A CEE voltou a cobrar respostas para reivindicações relacionadas à carreira. Entre elas estão a construção de um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), a revisão do Plano de Funções Gratificadas (PFG) e mudanças nos Processos Seletivos Internos (PSIs), com critérios mais objetivos e transparentes.

O atual PFG é de 2010 e, para a representação dos empregados, deixou de acompanhar as profundas mudanças ocorridas na organização do trabalho. No PCS, a CEE ressaltou a situação dos empregados que chegam ao topo da carreira muito antes da aposentadoria e permanecem anos sem possibilidade de novas progressões. Também foi novamente cobrado que nenhuma alteração envolvendo caixas, tesoureiros ou outras funções seja implantada unilateralmente, sem negociação. 

A Caixa propôs a criação de um grupo de trabalho sobre “trajetória”, que reuniria inicialmente as discussões sobre PCS, PFG, PSI e remuneração variável. A CEE avaliou que PCS, PFG e PSI podem ser tratados de maneira articulada, mas defendeu um grupo específico para remuneração variável.

A representação dos empregados também exigiu que os grupos tenham funcionamento efetivo, com composição apenas entre Caixa e Contraf-CUT, periodicidade definida, calendário de reuniões e prazo para apresentação de resultados. A CEE quer ainda que o compromisso de tratar esses temas seja incorporado ao ACT, uma vez que não haverá tempo suficiente para concluir toda a discussão sobre novos planos de carreira antes do encerramento da campanha. A Caixa ficou de avaliar a proposta de separação dos grupos. 

Super Caixa precisa ser negociado

Outro tema central foi o Super Caixa. A CEE reiterou que qualquer programa que interfira na renda dos trabalhadores deve ser negociado com suas entidades representativas.

Os representantes dos empregados relataram insatisfação crescente com as regras do programa, que são consideradas complexas e pouco transparentes, além de permitirem que trabalhadores deixem de receber remuneração por fatores que nem sempre estão sob seu controle. A CEE voltou a defender regras simples e conhecidas previamente, sem alterações durante o ciclo, além do princípio “vendeu, recebeu” e de um modelo que reconheça o resultado construído coletivamente. 

“Tudo o que interfere na renda das empregadas e dos empregados precisa passar pela mesa de negociação. Queremos construir regras mais transparentes, mais simples e mais justas, para que o trabalhador saiba o que precisa fazer e consiga acompanhar o resultado do seu trabalho”, reforçou Luiza.

A insatisfação com o Super Caixa, juntamente com o impasse no Saúde Caixa e as condições de trabalho, esteve entre os principais motivos da mobilização dos empregados da Caixa na paralisação nacional do dia 20. 

Atendimento presencial e digital

A organização do atendimento nas agências também ocupou parte importante da reunião. A CEE apresentou relatos de sobrecarga de empregados que precisam realizar simultaneamente atendimentos presenciais e digitais, muitas vezes sem treinamento, dimensionamento de pessoal ou estrutura física adequados.

A representação dos empregados cobrou uma regra que impeça o atendimento presencial e digital simultâneo pelo mesmo trabalhador e voltou a questionar cobranças de metas e indicadores que penalizam as unidades e os empregados.

A Caixa informou que 2.178 agências estão no modelo chamado de atendimento “figital” e ressaltou que a experiência ainda é considerada um projeto em implementação e sujeito a ajustes. O banco propôs uma agenda específica, logo após a conclusão do acordo coletivo, para confrontar os dados acompanhados pela área de rede com os relatos apresentados pela representação dos empregados e avaliar mudanças no modelo. 

A CEE diferenciou o Figital do Gênesys, já utilizado em toda a rede, e alertou que o modelo estabelece prazos para resposta ao cliente e mecanismos que podem penalizar as unidades. “Não somos contra a transformação digital. O problema é a forma como ela está sendo implantada, quando a tecnologia, em vez de facilitar o trabalho, aumenta a sobrecarga e a pressão”, afirmou Luiza. 

A CEE também voltou a defender o fortalecimento das Gipes (Gerências de Gestão de Pessoas), que perderam atribuições ao longo dos últimos anos. Para a representação sindical, diversas responsabilidades relacionadas à gestão de pessoal foram transferidas para gestores das unidades, que já convivem com múltiplas exigências operacionais e comerciais. 

Avanço para empregados PCDs e com TEA

A Caixa apresentou ainda uma proposta para ampliar aos próprios empregados com deficiência, inclusive com Transtorno do Espectro Autista (TEA), condições especiais já previstas para trabalhadores que têm dependentes PCDs.

Pela proposta debatida, empregados enquadrados poderão solicitar, conforme a necessidade identificada, redução de jornada de até 25%, flexibilização de horário ou encaminhamento para trabalho remoto, especialmente para realização de terapias. A análise deverá ser feita por equipe multidisciplinar, considerando a situação individual de cada trabalhador. 

O fluxo prevê que o trabalhador procure o atendimento de pessoas. Quem ainda não estiver cadastrado como PCD passará pelo novo processo de enquadramento discutido nas negociações. Uma vez reconhecida a condição, poderá solicitar as condições especiais, com avaliação multidisciplinar e retorno ao empregado e à unidade. 

O representante da Fetec-CUT/CN, Antonio Abdan, reconheceu o avanço, mas ressaltou que ainda há muito a fazer para que a política de inclusão produza efeitos concretos.

“Avançar no enquadramento é importante, mas inclusão não se resume a reconhecer formalmente a condição de PCD. É preciso dar condições reais para que as pessoas trabalhem com dignidade, desenvolvam suas capacidades e tenham oportunidade de progredir na carreira. Não podemos, por exemplo, colocar um colega com TEA em um ambiente incompatível com suas necessidades e depois cobrar dele o mesmo resultado sem qualquer adaptação. O processo precisa funcionar efetivamente, com escuta e respeito às condições de cada pessoa”, afirmou. As intervenções na mesa registraram justamente preocupações com ambientes inadequados, dificuldades de progressão e a necessidade de tornar a política de inclusão mais efetiva. 

O representante da Fetrafi-SC, Edson Heemann, chamou a atenção para a necessidade de evitar que a avaliação multidisciplinar introduza subjetividade excessiva ou se transforme em obstáculo ao exercício dos direitos.

“A extensão dessas condições especiais aos próprios empregados PCDs é um avanço, mas a avaliação não pode se transformar em uma nova barreira. Precisamos de critérios objetivos e previsíveis, que deem segurança ao trabalhador e respeitem o laudo e a necessidade concreta apresentada. Redução de jornada, teletrabalho, flexibilização, adaptação do ambiente ou transferência precisam ser soluções efetivas quando forem necessárias”, disse. Edson questionou durante a reunião justamente os critérios da avaliação e os mecanismos destinados a reduzir a subjetividade do processo. 

A Caixa afirmou que as necessidades serão avaliadas individualmente e que, quando houver indicação de transferência, a área de pessoas terá competência para viabilizá-la. O banco também se comprometeu a criar um código específico para registrar as ausências decorrentes da redução de jornada, de modo a deixar claro que se trata de um direito decorrente do enquadramento, e não de uma liberalidade do gestor. 

A CEE cobrou ainda critérios com o máximo de objetividade possível, ampla divulgação dos direitos e atenção às condições de acessibilidade e infraestrutura dos locais de trabalho. Para a representação sindical, o novo acordo precisa impedir que empregados sejam excluídos de oportunidades ou tenham sua capacidade profissional prejudicada pela falta de adaptações adequadas. 

Negociação continua nesta sexta

A rodada terminou com a expectativa concentrada no Saúde Caixa. A previsão é de que a mesa seja retomada na manhã desta sexta-feira (28), quando a Caixa deverá finalmente apresentar a nova proposta para o plano. 

A CEE reforçou que avaliará o novo modelo a partir das reivindicações definidas pelos empregados: maior participação financeira da Caixa, defesa do modelo solidário e do pacto intergeracional, sustentabilidade do plano sem perda de remuneração e condições para que ativos, aposentados, pensionistas e seus dependentes possam permanecer no Saúde Caixa.

Ao mesmo tempo, a representação dos empregados continuará cobrando respostas para o conjunto da pauta aprovada no 41º Conecef. “A campanha está chegando ao momento decisivo. Precisamos sair da fase de discutir problemas e transformar o diálogo em respostas concretas. Os empregados esperam avanços no Saúde Caixa, mas também na carreira, na remuneração, nas condições de trabalho, no emprego e em todas as demais reivindicações que foram construídas pela categoria e entregues à Caixa”, concluiu Luiza.

Fonte: Contraf-CUT




Caixa lucra R$ 7,3 bilhões no semestre e Fenae cobra responsabilidade com o Saúde Caixa

A Caixa registrou lucro líquido recorrente de R$ 7,368 bilhões no primeiro semestre de 2026, queda de 17,6% em relação ao mesmo período de 2025. No segundo trimestre, porém, o resultado chegou a R$ 3,899 bilhões, alta de 12,4% frente aos três primeiros meses do ano e de 5,9% na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

Segundo análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a redução do lucro no semestre foi pressionada principalmente pelo aumento das provisões para perdas de crédito. As despesas com Provisões para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) chegaram a R$ 13,484 bilhões, crescimento de 140% em relação ao primeiro semestre de 2025.

Por outro lado, importantes indicadores avançaram. A margem financeira alcançou R$ 37,944 bilhões, alta de 16%, enquanto as receitas de prestação de serviços e tarifas cresceram 12,7%. A carteira de crédito chegou a R$ 1,448 trilhão, aumento de 11,9% em 12 meses.

Menos estrutura, mais clientes - Outro destaque da análise do Dieese é o enxugamento da rede de atendimento. Em junho de 2026, a Caixa contava com 24.568 pontos de atendimento, uma redução de 794 unidades em relação a junho de 2025. A redução ocorreu em todos os principais segmentos da rede: 253 agências, 132 postos de atendimento, 265 correspondentes Caixa Aqui e 148 lotéricos foram fechados no período. 

Também foram reduzidas em 3.344 unidades as máquinas de autoatendimento. O movimento ocorre ao mesmo tempo em que a Caixa ampliou sua base de clientes para 160,4 milhões, crescimento de 4,2 milhões em 12 meses.

Para a Fenae, os números mostram que os empregados atendem uma estrutura cada vez maior de clientes e operações com uma rede de atendimento menor, o que aumenta a preocupação com sobrecarga e condições de trabalho.

“Não dá para ampliar a base de clientes, reduzir a estrutura e simplesmente exigir mais de quem está na ponta. A Caixa precisa valorizar seus empregados e garantir condições compatíveis com o tamanho e a importância do banco”, destacou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

Saúde Caixa - Os resultados também são divulgados em meio às negociações da Campanha Nacional dos Bancários, nas quais o Saúde Caixa permanece como um dos principais pontos de impasse.

A representação dos empregados defende a retomada efetiva do modelo de custeio 70/30, com maior participação da Caixa, além do fim do teto estatutário de 6,5% que limita os gastos do banco com o plano.

Para a Fenae, é contraditório que o banco continue apresentando resultados bilionários e ampliando suas operações tente limitar sua responsabilidade com a saúde dos trabalhadores e transferir uma parcela cada vez maior dos custos para empregados, aposentados e pensionistas.

“Quem constrói esses resultados não pode ser chamado a pagar cada vez mais para manter um direito histórico. A Caixa precisa assumir sua responsabilidade com o Saúde Caixa e valorizar quem sustenta o banco todos os dias”, reforçou Takemoto.




Palestra da Fenae reforça a importância do enfrentamento à violência contra as mulheres

Troca de experiências e informação marcaram a tarde desta quarta-feira (26/8), em um encontro promovido pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) para discutir a importância da Lei Maria da Penha na proteção das mulheres e no enfrentamento à violência.

Convidada pela entidade, a diretora da Casa da Mulher Brasileira do Maranhão, Susan Lucena, compartilhou sua experiência com os coordenadores estaduais da ONG Moradia e Cidadania, os presidentes das Apcefs e diversos parceiros dos projetos sociais desenvolvidos nos estados.

A oficina "Experiências que Transformam com Elas” integra as ações de encerramento do “Agosto Lilás”, que é a campanha nacional de conscientização para prevenir e combater a violência doméstica e familiar contra a mulher. Neste sentido, o encontro busca ampliar o conhecimento sobre direitos, proteção e caminhos de apoio às mulheres.

Ao abrir a oficina, a diretora de Impacto Social da Fenae, Giselle Menezes, destacou a importância da informação e do diálogo no enfrentamento da violência contra as mulheres. Para ela, o acesso à informação está diretamente relacionado à autonomia e à capacidade de reconhecer situações de violência e buscar ajuda. 

“O enfrentamento da violência contra as mulheres é responsabilidade de toda a sociedade, e a informação tem um papel fundamental nesse processo. Ela ajuda a conhecer direitos, reconhecer situações de violência, identificar caminhos de proteção e saber onde buscar ajuda. A autonomia das mulheres passa também pelo acesso à informação e pela garantia de seus direitos”, reforçou a diretora. 

Por sua vez, o presidente nacional da ONG Moradia e Cidadania, Laurêncio Körbes ressaltou a importância de iniciativas que promovam informação e reflexão sobre a violência contra as mulheres. Körbes destacou que o problema está presente, em sua maioria, nos espaços que deveriam representar segurança e tranquilidade, como nos lares das vítimas. Para ele, ampliar o conhecimento e buscar caminhos para enfrentar a violência são passos necessários para construir relações mais saudáveis e uma sociedade mais segura para as mulheres. “Sabemos que grande parte da violência contra as mulheres acontece dentro do próprio lar, onde deveria existir tranquilidade e paz. Precisamos ampliar o conhecimento e buscar soluções para melhorar a convivência em nossa sociedade e combater a violência contra as mulheres”, declarou Körbes. 

Os 20 anos da Lei Maria da Penha, completados em agosto, também reforçam a importância de ampliar os espaços de diálogo, escuta e acolhimento sobre a violência contra as mulheres. Para a diretora da Fenae. Lourdes Barboza, esses espaços são fundamentais para fortalecer a conscientização e incentivar a sociedade a enfrentar um problema que ainda exige mudanças profundas. A dirigente destaca que a transformação não acontece de forma imediata e depende de mobilização permanente, tanto em iniciativas presenciais quanto nas ações desenvolvidas. “A mudança não acontece de uma hora para outra. Por isso, espaços de diálogo, escuta, troca de experiências, incentivo e acolhimento precisam ser cultivados cada vez mais. É um grande desafio, mas estamos todos de mãos dadas para provocar essa transformação”, disse Lourdes.

ASSISTA À PALESTRA COMPLETA AQUI! 

Durante a palestra, a diretora da Casa da Mulher Brasileira do Maranhão, Susan Lucena, apresentou um panorama da evolução da legislação brasileira de proteção às mulheres e mostrou como a Lei Maria da Penha contribuiu para transformar a forma como a violência doméstica é reconhecida e enfrentada pelo poder público.

Ela lembrou que, durante muito tempo, agressões cometidas dentro de casa eram tratadas como problemas particulares do casal e que as mulheres encontravam dificuldades para denunciar e obter proteção efetiva. Segundo Susan, a legislação avançou, especialmente com o fortalecimento das medidas protetivas de urgência, mas a prevenção da violência exige também informação, educação, diálogo e uma rede de apoio capaz de acolher e acompanhar as vítimas.

“A violência contra as mulheres não pode ser tratada como um problema privado. A legislação avançou e hoje temos mecanismos importantes de proteção, mas a medida protetiva não é um papel mágico: é preciso que a mulher acione os mecanismos de proteção e que a sociedade esteja atenta aos sinais. A violência psicológica, muitas vezes, aparece antes da agressão física, por meio do controle, do isolamento e da diminuição da mulher. Por isso, informação, diálogo, educação e uma rede de apoio são fundamentais para romper esse ciclo”, explicou a palestrante. 

Segundo ela, a punição é importante, mas não vai resolver o problema sozinha. A educação, o diálogo e conscientização são fundamentais para a mudança do cenário de violência contra as mulheres. “Precisamos levar essa conversa para dentro de casa, fortalecer relações baseadas no respeito e ensinar nossos filhos a reconhecer e não reproduzir comportamentos violentos. O exemplo arrasta, e cada pessoa precisa fazer a sua parte no enfrentamento à violência contra as mulheres”, explicou.

Fenae com Elas 

Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, desenvolver ações que ajudem a quebrar o ciclo de violência é uma prioridade para a entidade. Nesse sentido, desde a criação da campanha “Fenae com Elas”, as instituições responsáveis pelo Movimento Solidário trabalham para apoiar as mulheres na ruptura do ciclo de violência, ao mesmo tempo em que ampliam a visibilidade e a importância de debater o tema na sociedade.

“Precisamos dar respostas urgentes e necessárias para preservar a vida de meninas e mulheres que sofrem com a violência, que, na minha visão, chega a ser um verdadeiro câncer da sociedade. Combater esse mal deve ser uma responsabilidade de todos”, declarou Takemoto.

Futuro Brilhar

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar (www.fenae.org.br/futurobrilhar). Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

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Apcef/PB e RN celebram os 55 anos da Fenae neste sábado

Os 55 anos da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) serão comemorados neste sábado (29) pela Apcef/PB e RN. Com música, gastronomia e espaços de convivência, as associações prepararam programações especiais para reunir os empregados associados e celebrar a trajetória da Federação.

Na Paraíba, a festa será realizada na sede da Apcef/PB em Campina Grande, a partir das 12h. Os associados poderão aproveitar uma feijoada acompanhada de música ao vivo.

Para o presidente da Apcef/PB, Roncálio Vieira Alencar Peixoto, a comemoração é também uma oportunidade de valorizar os vínculos construídos ao longo dessa história. 

“São 55 anos de uma história construída junto com os empregados da Caixa e com as Apcefs de todo o país. Nada melhor do que comemorar reunindo os colegas, as famílias e os amigos. Será um momento de celebrar a Fenae, mas também a nossa união e esse sentimento de pertencimento que faz parte do movimento associativo”, afirmou.

 Roncálio informou que a comemoração dos 55 anos da Fenae na Paraíba será realizada nas três sedes da Apcef/PB. Após Campina Grande, a comemoração segue para Patos e João Pessoa, ampliando a participação dos associados do estado.

Comemoração em dose dupla na Apcef/RN

Na Apcef/RN, a festa terá um motivo a mais para comemorar. Além dos 55 anos da Fenae, o encontro vai celebrar os 66 anos da associação, fundada em 15 de agosto de 1960.

A programação começa às 12h, na sede de Pium, em Parnamirim, e terá atração musical  e open food com almoço, open bar com chopp e drinks e Espaço Kids para as crianças.

“É uma alegria muito grande reunir os associados e suas famílias para comemorar duas histórias que caminham juntas. E é importante lembrar que os aniversários acontecem durante a campanha salarial, nos lembrando o papel histórico dessas entidades na luta pelos direitos e conquistas dos empregados e empregadas que, no dia a dia, constroem a caixa com seu trabalho”, destacou o presidente da Apcef/RN, Fernando Costa.

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