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APCEF/SC

ANIVERSÁRIO 66 ANOS APCEFSC

66 Anos de História! No dia 02 de maio, a APCEF/SC celebrou 66 anos de uma trajetória construída por quem realmente faz a diferença: os associados. Ao longo dessas décadas, a Associação tem sido muito mais do que um espaço de convivência , é um

Convênios exclusivos para associados APCEF/SC

Convênios exclusivos para associados APCEF/SC Associado APCEF/SC, aproveite os benefícios exclusivos! Temos uma ampla rede de convênios nas áreas de alimentação, educação, esportes, estética e serviços, com descontos que variam de 10% a 50%, tudo pensado para facilitar a sua vida e a de seus

Night Run Costão do Santinho 🏃‍♀️🌙

Night Run Costão do Santinho 🏃‍♀️🌙 O Clube de Corridas da APCEF/SC marcou presença em mais uma edição da Night Run Costão do Santinho!  Para começar o ano com energia total, contamos com a participação de 31 atletas, entre sócios e dependentes, que encararam as

Quarta Rodada do Beach Tennis Masculino

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026 No último sábado, 21 de fevereiro, a sede de Jurerê recebeu mais uma etapa do Circuito Pé na Areia, reunindo associados em um ambiente de integração e espírito esportivo. A quarta rodada foi dedicada ao beach tennis masculino, com

Carnaval 2026

🎭 Sol, samba e muita alegria marcaram o Carnaval na APCEF/SC. No dia 17 de fevereiro, a sede balneária em Jurerê recebeu associados, dependentes e convidados para uma tarde animada, leve e com o clima especial que só o Carnaval proporciona. A programação contou com

🌙 Corrida Jurerê Night Run 2026

🌙 Atenção, associados do Clube de Corrida da APCEF/SC! Estão abertas as inscrições para a Corrida Jurerê Night Run 2026, que acontecerá no dia 14 de março, em Florianópolis. Local: Av. dos Merlins ao lado do Il Campanário Resort, Jurerê Internacional: Av. dos Merlins, 00,

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026 A APCEF/SC convida você para a quarta rodada do Circuito Esportivo, que promove saúde, integração e muita diversão! No dia 21 de fevereiro, a quadra de areia da sede em Jurerê será palco de grandes disputas no Beach Tennis

Convênio Experiências Náuticas

🚤 Novo Convênio para Experiências Náuticas em Florianópolis! Temos uma novidade incrível para nossos associados! Agora você pode viver experiências únicas de lancha em Florianópolis com 15% de desconto, por meio do novo convênio com a Vip Lanchas Floripa, empresa com 7 anos de atuação,

Carnaval 2026

🎉 A folia já tem data marcada! No dia 17 de fevereiro, a partir das 16h, o clima de Carnaval vai tomar conta da APCEF/SC, com muita música, alegria e diversão para toda a família. 📍Não é necessária inscrição antecipada. O acesso será realizado diretamente

Jogos de Integração 2026

Jogos de Integração 2026 A APCEF/SC informa que estão abertas as inscrições para os Jogos de Integração 2026. O evento será realizado no dia 25 de abril, na sede Balnearia em Jurerê. Período de inscrições: de 09 de fevereiro a 20 de março 👉 Acesse

Evento esportivo- Futevôlei.

Terceira rodada do Circuito Pé na Areia 2026 No sábado, 07 de fevereiro, a sede de Jurerê recebeu a terceira rodada do Circuito Pé na Areia 2026, na modalidade futevôlei. Foi uma manhã de muito sol, boas disputas e muita resenha, marcada por risadas e

Evento esportivo- Beach tennis

Segunda rodada do Circuito Pé na Areia 2026 . No último sábado, 31 de janeiro, a sede de Jurerê foi novamente palco de integração, esporte e espírito esportivo com a realização da segunda rodada do Circuito Pé na Areia 2026, na modalidade beach tennis. O

Dia do aposentado

No dia 24 de janeiro, a sede da APCEF/SC foi palco de uma noite especial em comemoração ao Dia do Aposentado. O evento, realizado com muito carinho pela APCEF/SC, em parceria com a FENAE, a ACACEF e a FUNCEF, celebrou muito mais do que uma

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026

🏖️🎾 CIRCUITO PÉ NA AREIA 2026 A APCEF/SC convida você para a segunda rodada do circuito esportivo que promove saúde, integração e muita diversão! No dia 31 de janeiro, a quadra de areia da sede em Jurerê será palco de grandes disputas no Beach Tennis

Campanha Rui Tadeu.

ELEIÇÕES ACACEF Marcelo Boeing, presidente da APCEF/SC deixa uma mensagem aos associados e associados e manifesta o seu apoio à candidatura de Rui Tadeu Moreira e na Chapa 1 — “Diretoria que escuta e abraça” Marcelo destaca que este momento vai além de uma eleição:

Notícias direto da

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Conselho de Usuários lança boletim para ampliar transparência no Saúde Caixa

Para ampliar a transparência e fortalecer a comunicação com os beneficiários, o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (Cusc) lançou o boletim Cusc: Movimento pela Saúde. A publicação também tem como objetivo divulgar o trabalho desenvolvido pelos novos conselheiros e informar as ações voltadas à melhoria do Saúde Caixa para os empregados e usuários do plano.
Acesse o boletim aqui! 

Entre outros assuntos, a cartilha apresenta os novos conselheiros e as primeiras atuação frente ao Cusc. A publicação também traz informações essenciais para os usuários entenderem como é o processo da autorização prévia do Saúde Caixa.

O novo Conselho é formado por:  Maria Lúcia Cavalcante Dejavite (Malu), Aline Cardoso Pereira, Fabiana Aires e Érico César Gomes Jesus, além dos suplentes Antônio Sancho Araújo Filho, André Luiz Tosta, Fábio Neves Mancuzo e Rafael Mesquita da Cunha, que tomaram posse em 24 de março deste ano, data em que ocorreu a primeira reunião entre o Conselho e a Caixa.

A cartilha traz a pauta da primeira reunião do grupo com a Caixa, na qual foram apresentadas medidas em andamento para redução de custos e aumento da eficiência do plano, além da necessidade de ampliar a comunicação com os usuários, que muitas vezes desconhecem os serviços disponíveis e os avanços já implementados no Saúde Caixa.

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Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae  . 




Fenae reforça cobrança por medidas de proteção a empregadas da Caixa vítimas de violência

A Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) reforçou seu posicionamento em defesa das empregadas da Caixa vítimas de violência, apoiando a cobrança feita pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) e pelas entidades associativas por medidas concretas de proteção e acolhimento no ambiente de trabalho.

Segundo as entidades, as propostas apresentadas à direção da Caixa seguem sem resposta há vários dias, o que tem gerado preocupação entre representantes dos trabalhadores quanto à efetividade do processo de negociação e ao compromisso da instituição com a proteção das mulheres.

A dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, e membro da CEE/Caixa, Luiza Hansen, pontuou as principais reivindicações da pauta. “Entre os principais pontos apresentados pela CEE/Caixa está a garantia de que empregadas vítimas de violência que precisem ser transferidas de unidade para preservar sua integridade física e psicológica não sofram prejuízos financeiros ou profissionais. A proposta prevê a manutenção da remuneração de função, da referência salarial e das condições relacionadas ao porte da unidade de origem, evitando que a proteção à vítima resulte em perda de renda ou rebaixamento funcional”, explica.

O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, destacou a necessidade de avanço imediato nas tratativas. “Já se passaram mais de dois meses desde que a Caixa foi cobrada e, até agora, não houve retorno efetivo às propostas apresentadas. É fundamental que a instituição respeite a mesa de negociação e avance com medidas concretas de proteção às empregadas vítimas de violência”, afirmou.

A diretora de Políticas Sociais da Fenae, Rachel Weber, reforçou o apoio da entidade às iniciativas em curso. “A Fenae apoia integralmente a luta das entidades representativas. Estamos tratando de um tema urgente, que envolve segurança, dignidade e acolhimento das mulheres trabalhadoras, especialmente dentro da Caixa. A Fenae seguirá acompanhando o tema e cobrando posicionamento da direção da Caixa, em defesa de políticas efetivas de enfrentamento à violência contra a mulher e de proteção às empregadas da instituição”, destacou.

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Caixa segue sem responder propostas de proteção às mulheres vítimas de violência e é cobrada por respeito à negociação

Quase dois meses após a reunião de negociação realizada em 31 de março, entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal e a direção do banco, a representação dos trabalhadores segue cobrando respostas da Caixa para propostas destinadas a fortalecer a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, institucional e de assédio no ambiente de trabalho. Em abril há havia sido feita uma cobrança.  

Entre os principais pontos apresentados pela CEE está a garantia de que empregadas vítimas de violência que precisem ser transferidas de unidade para preservar sua integridade física e psicológica não sofram prejuízos financeiros ou profissionais. A proposta prevê a manutenção da remuneração de função, da referência salarial e das condições relacionadas ao porte da unidade de origem, evitando que a proteção à vítima resulte em perda de renda ou rebaixamento funcional.

As reivindicações foram apresentadas em um contexto de aprofundamento do debate sobre a violência de gênero no país e no próprio ambiente corporativo. Dados recentes mostram que a violência contra as mulheres continua sendo uma grave realidade brasileira. Segundo levantamento citado na publicação “Como conversar com homens sobre violência contra meninas e mulheres”, produzida com apoio da Contraf-CUT e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), cerca de 673 mulheres denunciam episódios de violência doméstica todos os dias no Brasil e quatro mulheres são vítimas de feminicídio diariamente.

Além disso, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária possui cláusulas específicas voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres, incluindo mecanismos de acolhimento, proteção e orientação às trabalhadoras vítimas de violência doméstica. Para a representação dos empregados, é preciso avançar para que esses instrumentos sejam efetivos também na realidade da Caixa.

Proteção não pode significar perda de direitos

A representante da Fetrafi-NE na CEE/Caixa, Cândida Fernandes, a Chay, ressaltou que a cobrança não é nova e que a categoria aguarda respostas concretas do banco. “Na reunião de março apresentamos propostas objetivas para aperfeiçoar os mecanismos de proteção às mulheres vítimas de violência. Estamos falando de garantir que uma empregada que precise ser removida para preservar sua segurança não seja punida com perda de função, de remuneração ou por uma eventual mudança para uma unidade de menor porte. A proteção não pode significar prejuízo para a vítima. A Caixa precisa apresentar respostas e soluções efetivas”, afirmou.

Chay lembrou que o tema já vinha sendo debatido anteriormente na mesa permanente de negociação. “Já havíamos cobrado dados sobre os atendimentos realizados pelos programas internos e melhorias nos fluxos de encaminhamento dos casos. O que queremos é assegurar que nenhuma mulher seja obrigada a escolher entre sua segurança e sua renda", disse, ao ressaltar que não basta a Caixa assumir esse compromisso em mesa de negociação. "Isso precisa estar no normativo com o regramento do programa de proteção às empregadas."

Melhorias no acolhimento e no combate às violências

A representante da Fetec-CUT/CN na CEE/Caixa, Tatiana Oliveira, destacou que as propostas apresentadas pelas entidades dialogam diretamente com os compromissos assumidos pela categoria bancária em âmbito nacional. “A categoria bancária construiu, ao longo dos anos, uma das convenções coletivas mais avançadas do país em relação ao combate à violência contra as mulheres. Mas é preciso que esses instrumentos sejam continuamente aperfeiçoados. A Caixa precisa avançar na proteção das empregadas, garantir acolhimento qualificado e assegurar que as vítimas não sofram qualquer forma de retaliação ou prejuízo na carreira, ou financeiro.”

Segundo Tatiana, o enfrentamento à violência exige não apenas canais de denúncia, mas também medidas concretas de proteção. “Uma mulher que denuncia violência doméstica ou assédio precisa encontrar apoio institucional. Isso inclui mecanismos de transferência, preservação da remuneração, proteção contra represálias e acompanhamento adequado dos casos.”

Cobrança por respeito à mesa de negociação

O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, criticou a demora do banco em responder às propostas apresentadas pelos representantes dos empregados e voltou a cobrar valorização da negociação coletiva. “A Caixa precisa demonstrar respeito à mesa de negociação. As propostas foram apresentadas há semanas e tratam de um tema extremamente sensível, relacionado à proteção da vida e da integridade das empregadas. Não é razoável que o banco continue sem apresentar respostas.”

Para Felipe, a valorização da mesa passa pelo cumprimento dos compromissos assumidos e pelo tratamento sério das pautas apresentadas pelos trabalhadores. “Temos insistido que a negociação não pode ser um espaço apenas de escuta. É preciso haver retorno, encaminhamento e compromisso com a solução dos problemas apresentados. Quando o banco demora a responder ou simplesmente ignora demandas legítimas, enfraquece um processo que deveria ser pautado pelo diálogo e pela construção conjunta de soluções.”

Mulheres ainda são minoria nos espaços de poder

A cobrança da representação dos empregados também inclui o cumprimento da política de participação feminina nos espaços de direção da empresa.

As entidades lembram que a Caixa assumiu em seu Estatuto Social o compromisso de assegurar a presença mínima de 30% de mulheres nos cargos de direção.  A reivindicação é que essa meta seja observada em todos os níveis hierárquicos, incluindo vice-presidências, diretorias e o Conselho de Administração.

A cobrança ganha ainda mais relevância diante da recente aprovação da legislação que estabelece reserva mínima de 30% das vagas para mulheres nos conselhos de administração das empresas estatais, conforme publicação da Lei no Diário Oficial da União.

“Não basta defender diversidade nos discursos institucionais. É preciso que ela esteja refletida na ocupação dos espaços de decisão. A Caixa ainda está distante do patamar necessário de participação feminina em cargos estratégicos e precisa avançar nesse compromisso”, afirmou Felipe Pacheco.

Avançar da prevenção à proteção efetiva

Para a CEE/Caixa, o fortalecimento dos mecanismos de acolhimento às mulheres vítimas de violência, o cumprimento da participação mínima feminina nos espaços de poder e o respeito às negociações coletivas fazem parte de uma mesma agenda: construir um ambiente de trabalho mais seguro, inclusivo e comprometido com a igualdade.

As entidades aguardam que a Caixa apresente, nas próximas reuniões, respostas concretas às propostas encaminhadas pela representação dos empregados e empregadas, transformando compromissos institucionais em medidas efetivas de proteção e valorização das mulheres.

Fonte: Contraf-CUTCampanha Nacional dos Bancários 2026
 




Mais de 700 dirigentes são esperados na 28ª Conferência Nacional da Categoria Bancária

Começou na sexta-feira (22) e vai até o dia 8 de junho o prazo de inscrições das delegadas e delegados que irão participar da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, encontro que irá definir as prioridades e os planos de luta para a Campanha Nacional Unificada 2026, ano de renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.

O link para as inscrições já foi encaminhado às federações, que foram orientadas a seguir às recomendações da UNI Global Union de atingir até 40% de cota de mulheres (com mínimo de 30%). Recomenda-se ainda que as entidades atinjam o mínimo de 10% de jovens de até 35 anos entre os inscritos.

São aguardados cerca de 700 representantes de bancários e bancárias de todo o país, entre membros do Comando Nacional, e delegados e delegadas natos e eleitos pelas federações, no evento que acontecerá no Hotel Holiday-Inn Parque Anhembi, na capital paulista.

Conferências estaduais e regionais

O calendário das conferências estaduais e regionais, promovidas entre as 11 federações que compõem o Comando Nacional dos Bancários, começou em março e vai até 6 de junho. Os delegados e delegadas inscritos na 28ª Conferência foram ou serão todos eleitos durante esses encontros.

"As conferências regionais e estaduais são um elo fundamental entre a base de trabalhadores e o Comando Nacional, porque são espaços onde, por meio de debates, são consolidadas as demandas locais, como emprego, reestruturação do setor, saúde dos trabalhadores, eleitos os delegados e as delegadas e ainda definidas as prioridades que serão levadas para a Conferência Nacional", explica Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Contraf-CUT. "Portanto, as conferências estaduais e regionais são uma das etapas preparatórias para o encontro nacional que, por sua vez, é o espaço por meio do qual a categoria define as prioridades da Campanha Nacional Unificada", completa.

Neste ano, os eixos temáticos debatidos nas conferências regionais e estaduais são: aumento real, aumento do piso da categoria, aumento da PLR, saúde com bem-estar e combate ao adoecimento, defesa do emprego frente à implementação das novas tecnologias, por um sistema financeiro melhor e mais regulado e importância das eleições 2026 para a classe trabalhadora. 

Consulta Nacional

Os resultados da Consulta Nacional à categoria bancária serão apresentados durante a 28ª Conferência Nacional. A Consulta, que receberá respostas até o dia 31 de maio, é mais um instrumento do Comando Nacional para a construção da pauta de reivindicações da Campanha Nacional Unificada.

A edição da Consulta Nacional de 2025 contou com mais de 30 mil respondentes. Neste ano, a expectativa é que a pesquisa ultrapasse esse número. “A consulta não é apenas uma pesquisa, mas uma ferramenta para transformar a percepção individual em força coletiva organizada. Por isso, reforçamos o pedido aos dirigentes e às dirigentes para que continuem indo às bases, incentivando a participação das bancárias e dos bancários, até o dia 31 de maio”, destaca Juvandia.

Entre os temas abordados na consulta estão remuneração e aumento real de salários, PLR e piso da categoria, empregos e manutenção de direitos, condições de trabalho e combate ao assédio, planos de saúde e previdência. O questionário também investiga os impactos das metas abusivas sobre a saúde dos trabalhadores, além de temas cada vez mais presentes no setor financeiro, como inteligência artificial, automação e monitoramento digital do trabalho.

"Quanto maior a participação da categoria, melhor será a construção da minuta de reivindicações e das nossas estratégias de negociação e organização para a Campanha Nacional Unificada", pontua Juvandia Moreira.

Fonte: Contraf-CUTCampanha Nacional Unificada 2026
 




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