Notícias

APCEF/SC

Método Supera

A Apcef/SC e o Método Supera firmaram uma parceria a qual associados Apcef/SC possuem desconto de até 50 % sobre a matrícula. O desconto será concedido mediante apresentação da declaração atualizada ou carteirinha de associado Apcef/SC. 01Para crianças: Concentração, raciocínio, autoestima e maior capacidade de

Dia 12 tem festa para as Crianças na Apcef/SC

Está chegando a hora da festa voltada exclusiva para os pequenos. A equipe da Apcef/SC está preparando um evento repleto de atividades para gastar a energia que essa galerinha tem de sobra.  Um dos atrativos do Dia das Crianças desse ano será a apresentação da

Notícias direto da

FENAE

Projeto Integração transforma a realidade de crianças e adolescentes no Espírito Santo

A atuação conjunta entre a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) e a Apcef/ES, em parceria com a ONG Moradia e Cidadania, segue fazendo a diferença na vida de crianças, adolescentes e suas famílias no Espírito Santo. Realizado no contraturno escolar, o projeto Integração atende atualmente 50 crianças e adolescentes, de 7 a 17 anos, moradores de comunidades do entorno da Apcef/ES, oferecendo atividades esportivas, ações de cidadania, reforço social e acolhimento.

As atividades acontecem às terças e quintas-feiras, no período da tarde, dentro da sede da Associação. Durante o tempo em que permanecem no espaço, os beneficiários têm acesso a práticas esportivas, oficinas, atividades recreativas, acompanhamento social e alimentação.

O vice-presidente da Apcef/ES, André Tosta, explica que o projeto busca ir além das atividades esportivas e pedagógicas. “O projeto trabalha com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, fazendo uma rede de apoio e complementação pedagógica. As práticas esportivas, como jiu-jitsu e basquete, ajudam a desenvolver espírito coletivo, cidadania e convivência social”, destaca. 

Segundo ele, as ações também envolvem oficinas de cidadania e inclusão digital. “Os encontros abordam temas como violência, racismo, trabalho infantil, direitos das mulheres e convivência em sociedade. Além disso, as oficinas de informática promovem letramento digital e aproximam essas crianças da tecnologia”, afirma.

"projetointegracaoes430dentro.png"

O coordenador da ONG Moradia e Cidadania no Espírito Santo, Cláudio Ferreira, ressalta que o projeto foi ampliado para incluir debates e ações voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres e do feminicídio. “Além do atendimento às crianças e adolescentes, o projeto também passou a incluir ações voltadas à conscientização sobre a violência de gênero, envolvendo as famílias e a comunidade”, explica.

De acordo com o coordenador, as atividades esportivas e recreativas são utilizadas como ferramentas de transformação social. “As ações têm como foco a prática educativa e social. Trabalhamos cidadania, convivência, relações familiares e os desafios que esses jovens enfrentam em suas comunidades”, afirma.

Cláudio também destaca o crescimento da procura pelo projeto nos últimos anos. “Começamos com cerca de 35 participantes e hoje chegamos a 50 crianças atendidas, além de fila de espera. Isso aconteceu pelo sucesso do projeto e pelo reconhecimento das próprias famílias, que passaram a indicar a iniciativa umas às outras”, conta.

O presidente da Apcef/ES, Cláudio Bastos, reforça que o projeto tem impacto direto na vida das crianças e também das famílias. “O projeto Integração oferece um ambiente acolhedor, seguro e saudável para crianças que vivem em regiões marcadas pela vulnerabilidade social, violência e tráfico de drogas. Permanecerem na Associação durante o contraturno escolar ajuda a reduzir a exposição a esses riscos”, explica.

Ele destaca ainda que o atendimento vai além das atividades oferecidas às crianças. “Temos acompanhamento social das famílias, monitoramento próximo dos participantes e ações de integração com responsáveis. Além disso, oferecemos alimentação, atividades de lazer e aulas de informática, que ajudam essas crianças a terem mais oportunidades e perspectivas para o futuro”, reforça.

Outra frente importante do projeto são as ações voltadas às mães e responsáveis dos participantes. Oficinas e palestras sobre geração de renda, como cursos de design de sobrancelhas e unhas, passaram a integrar as atividades do projeto, ampliando o alcance social da iniciativa.

Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, iniciativas como essa reforçam o compromisso social das entidades representativas dos empregados da Caixa. “Projetos como o Integração mostram a força da parceria entre Fenae, Apcefs e ONG Moradia e Cidadania na transformação de vidas. Quando oferecemos acolhimento, cidadania, educação, esporte e proteção social para crianças e adolescentes, também fortalecemos famílias e comunidades inteiras. É um trabalho coletivo, que gera oportunidades e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e humana”, defende Takemoto.

"projetointegracaoes430dentro2.png"

Futuro Brilhar 

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar (www.fenae.org.br/futurobrilhar). Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da entidade e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae.   
 




Gestão Pedro Guimarães começou com projeto de fatiamento da Caixa e reação das entidades em defesa do banco público

A chegada de Pedro Guimarães à presidência da Caixa, em 2019, marcou o início de uma gestão alinhada à agenda econômica liberal do governo Jair Bolsonaro e do então ministro da Economia, Paulo Guedes. Logo nos primeiros meses, declarações sobre abertura de capital de áreas estratégicas, criação de subsidiárias e reorganização societária do banco passaram a acender o alerta das entidades representativas dos empregados.

Para a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), subsidiada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), e outras entidades, as medidas representavam o enfraquecimento da Caixa pública e de descaracterização do papel social desempenhado pelo banco.

Ainda antes de assumir oficialmente a presidência da Caixa, Pedro Guimarães confirmou a intenção de abrir capital de áreas consideradas estratégicas, como Seguros, Cartões, Loterias e Asset. A proposta era apresentada pela equipe econômica como forma de “destravamento” e “valorização” dos ativos do banco.

A intenção do governo ficou ainda mais evidente em agosto de 2020, quando Paulo Guedes enviou ao Congresso a MP 995. Na justificativa da medida, o Ministério da Economia falava abertamente em “desinvestimento”, “monetização de ativos” e atração de capital privado para áreas estratégicas da Caixa.

A MP 995 autorizava subsidiárias da Caixa a criarem novas empresas e participarem de sociedades privadas, medida interpretada pelas entidades para burlar decisão do STF, que proibia privatização do banco sem aval do Congresso, mas permitia a venda de subsidiárias. Este seria o caminho para ampliar processos de privatização por partes do banco. A proposta gerou forte mobilização política e institucional.

Para as entidades, a preocupação era de que a Caixa deixasse de operar, aos poucos, como banco público voltado à população de menor renda e às políticas sociais.

“Além de um banco, a Caixa é instrumento de políticas públicas, inclusão bancária e atendimento à população mais vulnerável. Quando se fala em fatiar áreas estratégicas e submeter o banco cada vez mais à lógica do mercado, é preciso perguntar quem continuará presente nos municípios pobres, distantes e pouco lucrativos do país”, questionou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.

Em outro trecho da justificativa da MP 995, o governo afirmava que a atuação empresarial do Estado deveria permanecer “subsidiária à livre iniciativa privada”. Para a Fenae e demais entidades, o discurso reforçava a tentativa de reduzir o papel público da Caixa.

“Nossa preocupação não era somente administrativa. O que estava em disputa era o projeto do banco. Defender a Caixa pública significa defender habitação popular, pagamento de benefícios sociais, crédito para desenvolvimento e presença do banco onde o setor privado muitas vezes não quer estar”, disse Takemoto.

As entidades atuaram junto ao Congresso Nacional denunciando os riscos da medida e defendendo a manutenção da Caixa 100% pública. A mobilização envolveu campanhas públicas, articulação parlamentar e ações de conscientização sobre os impactos do projeto para empregados e para a população.

“A MP 995 talvez tenha sido um dos momentos mais graves daquele período. Houve uma grande mobilização das entidades, dos empregados e de parlamentares comprometidos com a defesa da Caixa como banco público e social. A medida acabou caducando, e isso mostrou a força da organização coletiva na defesa do banco e dos direitos dos trabalhadores”, destacou.

Mais fatiamento

Além da abertura de capital da Caixa Seguridade, outro ponto que gerou preocupação foi a proposta de estruturação de um banco digital com possibilidade de abertura ao mercado privado. Para as entidades, o movimento aprofundava a fragmentação do banco e ampliava o risco de esvaziamento de áreas estratégicas. E a resistência das entidades foi fundamental para conter avanços mais profundos do projeto de fatiamento.

“Defender a Caixa pública nunca foi uma pauta corporativa. Sempre foi uma defesa do papel social do banco e do direito da população brasileira de ter uma instituição comprometida com políticas públicas, inclusão social e desenvolvimento do país”, conclui Takemoto.

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae  
 




Apcef/ES comemora os 55 anos da Fenae com festa especial

Os associados da Apcef/ES vão celebrar os 55 anos da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) em grande estilo. A festa comemorativa será realizada a partir das 19h deste sábado (16/5), na sede de Bicanga.

O diretor de Saúde e Previdência, Leonardo dos Santos Quadros, representará a entidade na festa de comemoração dos 55 anos da Fenae. Para ele, as celebrações promovidas em parceria com as Apcefs em homenagem ao aniversário da Federação também representam um importante momento de integração e fortalecimento dos laços entre a Fenae e os associados nos estados, reforçando a importância da atuação conjunta na defesa dos interesses dos empregados da Caixa Econômica Federal.

Sobre a festa

Além de um bufê variado, os participantes terão direito a chope e, também, a bebidas não alcoólicas com consumação liberada. A animação da noite ficará por conta de uma programação musical em dose dupla: a roda de samba do grupo Plano B e o axé contagiante da banda Praktum promete animar o evento.
O evento contará com transporte em ônibus para os participantes, mas é importante ficar atento: as vagas são limitadas.

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae
 




Rede de Conhecimento da Fenae oferece minicurso de Cibersegurança

O minicurso de Cibersegurança já está disponível na plataforma da Rede de Conhecimento da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e das Apcefs, e está disponível a todas as empregadas e empregados da Caixa associadas às Apcefs.

Ministrada pelo especialista Luiz Faray, líder de Inovação na IBM, fundador do Cuidar Digital e professor de inovação e tecnologias emergentes, a aula é direcionada à prática de proteção de sistemas, dispositivos, dados e programas contra-ataques digitais. Além disso, o minicurso possibilita reconhecer e corrigir possíveis ações contra sistemas, e até mesmo prevenir que eles ocorram, através do cyber threat hunters (caçadores de ameaças).

De acordo com os organizadores, a carga horária contempla as videoaulas e atividades complementares, tais como: revisão de parte das aulas; leitura de material didático (quando houver), atividades práticas e pesquisa livre sobre o conteúdo.

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae


 




FENAE

Quer ler todas as publicações da FENAE?
Clique no botão abaixo e tenha acesso ao site oficial.