APCEF/SC

Sunset
A APCEF/SC realizou, no último sábado, mais uma edição do Sunset, na Sede Balneária de Jurerê. O evento reuniu associados, dependentes e convidados em um fim de tarde marcado por convivência, entretenimento e integração. A programação contou com DJ, apresentação de sax, show com Bruno

Convênio APCEF/SC – Barbearia Jurerê
Convênio APCEF/SC – Barbearia Jurerê A APCEF/SC firmou parceria com a Barbearia Jurerê, oferecendo 15% de desconto exclusivo para os(as) associados(as). A barbearia destaca-se pelo atendimento profissional, ambiente moderno e foco na experiência do cliente, garantindo conforto e cuidado em cada visita. Endereço: Rua Jurerê

Academia MOV XTREME
A APCEF/SC tem a alegria de anunciar a inauguração da Academia MOV XTREME na Sede Balneária em Jurerê! A nova unidade, aberta no dia 19 de novembro, chega para ampliar ainda mais as opções de bem-estar, saúde e qualidade de vida oferecidas aos nossos associados.

Fenae promove amanhã live sobre decisão do STJ
Fenae promove amanhã live sobre decisão do STJ A Fenae convida todos os empregados e empregadas da Caixa, aposentados, pensionistas e participantes da Funcef para acompanhar uma transmissão especial que tratará de um tema de grande relevância para a categoria. 📅 Terça-feira, 18 de novembro⏰ Às 16h📍 Canal

Greve das 6h: Fenae comemora os 40 anos da paralisação nacional no dia 30 de outubr
Greve das 6h: Fenae comemora os 40 anos da paralisação nacional no dia 30 de outubro O evento será em Brasília, na sede da Apcef/DF, com a participação de empregados do banco e de dirigentes associativos e sindicais Nesta quinta-feira (30/11), completam-se 40 anos da

Baile do chopp 2025
Baile do Chopp 2025 A APCEF/SC realizou, no último sábado, 25 de outubro de 2025, mais uma edição do tradicional Baile do Chopp, na Sede Balneária, em Jurerê. O evento proporcionou uma noite de muita animação, integração e celebração entre associados, dependentes e convidados. A

Temporada de Verão 2025/2026 ✨
Temporada de Verão 2025/2026 ✨ Está chegando o momento de garantir sua hospedagem no período mais aguardado do ano! O cronograma de inscrições para hospedagem na temporada 2025/2026 já está definido: de 06 de outubro a 02 de novembro de 2025. No momento da inscrição, será

Réveillon 2025/2026
🥂 Temos uma excelente notícia para quem sentiu falta da festa de Réveillon no último ano! Seguem informações sobre as datas e eventos confirmados. 27/12 – Sunset• 1º Lote: Associado R$ 150,00 | Convidado R$ 250,00• 2º Lote: Associado R$ 200,00 | Convidado R$ 300,00

Corrida movimento rosa 2025
CORRIDA MOVIMENTO ROSA 2025 🌸🏃♀️🏃♂️ O Clube de Corrida da APCEF/SC participou, no último domingo, da Corrida Movimento Rosa 2025, realizada em Florianópolis.O evento teve sua largada no Trapiche da Beira-Mar Norte e reuniu centenas de participantes em prol de uma causa nobre: a luta

Penúltima rodada do campeonato de futebol
Campeonato de Futebol APCEF/SC – Penúltima rodada agita Jurerê! ⚽🏆 No último sábado, 18 de outubro, o campo da Sede Balneária da APCEF/SC, em Jurerê, foi palco de grandes emoções com a penúltima rodada do Campeonato de Futebol. O evento reuniu nossas equipes em um

Dia das crianças na APCEF/SC
No último sábado (11/10), a APCEF/SC comemorou o Dia das Crianças com um dia inteiro de diversão. A programação começou no gramado da sede com o 1º Festival de Futebol Misto, reunindo meninas e meninos em partidas animadas e cheias de energia. Durante a tarde,

Maratona de Jurerê 2025
🏃♀️ Maratona de Jurerê | Hospital SOS Cárdio 2025 🏃♂️ Atenção, associados do Clube de Corrida da APCEF/SC!Estão abertas as inscrições para a Maratona de Jurerê 2025, que acontecerá no dia 02 de novembro.Muito além da corrida, o evento conta com uma expo vibrante com

Quinta rodada do campeonato de futebol
Campeonato de Futebol APCEF/SC – Confraternização encerra fase de classificação ⚽ No último sábado, 4 de outubro, a cidade de Lages foi palco da última rodada da fase de classificação do Campeonato de Futebol APCEF/SC, encerrando esta etapa com uma animada festa de confraternização entre

🚨 DEFESA DO SAÚDE CAIXA 🚨
Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa: mobilização acontece em 7 de outubro Iniciativa reforça proposta de reajuste zero nas mensalidades, além de melhorias para o plano de saúde dos empregados Nesta terça-feira, dia 7 de outubro, com o apoio da Fenae, a Confederação

🥂 Jantar Comemorativo – 25 anos da ONG Moradia e Cidadania
🥂 Jantar Comemorativo – 25 anos da ONG Moradia e Cidadania Convidamos os(as) associados(as) da Moradia e Cidadania para celebrar os 25 anos da nossa ONG no Jantar Comemorativo, que acontecerá no próximo dia 18 de outubro (sábado), a partir das 20h, na sede da
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Conselho de Usuários lança boletim para ampliar transparência no Saúde Caixa
Para ampliar a transparência e fortalecer a comunicação com os beneficiários, o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (Cusc) lançou o boletim Cusc: Movimento pela Saúde. A publicação também tem como objetivo divulgar o trabalho desenvolvido pelos novos conselheiros e informar as ações voltadas à melhoria do Saúde Caixa para os empregados e usuários do plano.
Acesse o boletim aqui!
Entre outros assuntos, a cartilha apresenta os novos conselheiros e as primeiras atuação frente ao Cusc. A publicação também traz informações essenciais para os usuários entenderem como é o processo da autorização prévia do Saúde Caixa.
O novo Conselho é formado por: Maria Lúcia Cavalcante Dejavite (Malu), Aline Cardoso Pereira, Fabiana Aires e Érico César Gomes Jesus, além dos suplentes Antônio Sancho Araújo Filho, André Luiz Tosta, Fábio Neves Mancuzo e Rafael Mesquita da Cunha, que tomaram posse em 24 de março deste ano, data em que ocorreu a primeira reunião entre o Conselho e a Caixa.
A cartilha traz a pauta da primeira reunião do grupo com a Caixa, na qual foram apresentadas medidas em andamento para redução de custos e aumento da eficiência do plano, além da necessidade de ampliar a comunicação com os usuários, que muitas vezes desconhecem os serviços disponíveis e os avanços já implementados no Saúde Caixa.
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Fenae reforça cobrança por medidas de proteção a empregadas da Caixa vítimas de violência
A Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) reforçou seu posicionamento em defesa das empregadas da Caixa vítimas de violência, apoiando a cobrança feita pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) e pelas entidades associativas por medidas concretas de proteção e acolhimento no ambiente de trabalho.
Segundo as entidades, as propostas apresentadas à direção da Caixa seguem sem resposta há vários dias, o que tem gerado preocupação entre representantes dos trabalhadores quanto à efetividade do processo de negociação e ao compromisso da instituição com a proteção das mulheres.
A dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, e membro da CEE/Caixa, Luiza Hansen, pontuou as principais reivindicações da pauta. “Entre os principais pontos apresentados pela CEE/Caixa está a garantia de que empregadas vítimas de violência que precisem ser transferidas de unidade para preservar sua integridade física e psicológica não sofram prejuízos financeiros ou profissionais. A proposta prevê a manutenção da remuneração de função, da referência salarial e das condições relacionadas ao porte da unidade de origem, evitando que a proteção à vítima resulte em perda de renda ou rebaixamento funcional”, explica.
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, destacou a necessidade de avanço imediato nas tratativas. “Já se passaram mais de dois meses desde que a Caixa foi cobrada e, até agora, não houve retorno efetivo às propostas apresentadas. É fundamental que a instituição respeite a mesa de negociação e avance com medidas concretas de proteção às empregadas vítimas de violência”, afirmou.
A diretora de Políticas Sociais da Fenae, Rachel Weber, reforçou o apoio da entidade às iniciativas em curso. “A Fenae apoia integralmente a luta das entidades representativas. Estamos tratando de um tema urgente, que envolve segurança, dignidade e acolhimento das mulheres trabalhadoras, especialmente dentro da Caixa. A Fenae seguirá acompanhando o tema e cobrando posicionamento da direção da Caixa, em defesa de políticas efetivas de enfrentamento à violência contra a mulher e de proteção às empregadas da instituição”, destacou.
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Caixa segue sem responder propostas de proteção às mulheres vítimas de violência e é cobrada por respeito à negociação
Quase dois meses após a reunião de negociação realizada em 31 de março, entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal e a direção do banco, a representação dos trabalhadores segue cobrando respostas da Caixa para propostas destinadas a fortalecer a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, institucional e de assédio no ambiente de trabalho. Em abril há havia sido feita uma cobrança.
Entre os principais pontos apresentados pela CEE está a garantia de que empregadas vítimas de violência que precisem ser transferidas de unidade para preservar sua integridade física e psicológica não sofram prejuízos financeiros ou profissionais. A proposta prevê a manutenção da remuneração de função, da referência salarial e das condições relacionadas ao porte da unidade de origem, evitando que a proteção à vítima resulte em perda de renda ou rebaixamento funcional.
As reivindicações foram apresentadas em um contexto de aprofundamento do debate sobre a violência de gênero no país e no próprio ambiente corporativo. Dados recentes mostram que a violência contra as mulheres continua sendo uma grave realidade brasileira. Segundo levantamento citado na publicação “Como conversar com homens sobre violência contra meninas e mulheres”, produzida com apoio da Contraf-CUT e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), cerca de 673 mulheres denunciam episódios de violência doméstica todos os dias no Brasil e quatro mulheres são vítimas de feminicídio diariamente.
Além disso, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária possui cláusulas específicas voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres, incluindo mecanismos de acolhimento, proteção e orientação às trabalhadoras vítimas de violência doméstica. Para a representação dos empregados, é preciso avançar para que esses instrumentos sejam efetivos também na realidade da Caixa.
Proteção não pode significar perda de direitos
A representante da Fetrafi-NE na CEE/Caixa, Cândida Fernandes, a Chay, ressaltou que a cobrança não é nova e que a categoria aguarda respostas concretas do banco. “Na reunião de março apresentamos propostas objetivas para aperfeiçoar os mecanismos de proteção às mulheres vítimas de violência. Estamos falando de garantir que uma empregada que precise ser removida para preservar sua segurança não seja punida com perda de função, de remuneração ou por uma eventual mudança para uma unidade de menor porte. A proteção não pode significar prejuízo para a vítima. A Caixa precisa apresentar respostas e soluções efetivas”, afirmou.
Chay lembrou que o tema já vinha sendo debatido anteriormente na mesa permanente de negociação. “Já havíamos cobrado dados sobre os atendimentos realizados pelos programas internos e melhorias nos fluxos de encaminhamento dos casos. O que queremos é assegurar que nenhuma mulher seja obrigada a escolher entre sua segurança e sua renda", disse, ao ressaltar que não basta a Caixa assumir esse compromisso em mesa de negociação. "Isso precisa estar no normativo com o regramento do programa de proteção às empregadas."
Melhorias no acolhimento e no combate às violências
A representante da Fetec-CUT/CN na CEE/Caixa, Tatiana Oliveira, destacou que as propostas apresentadas pelas entidades dialogam diretamente com os compromissos assumidos pela categoria bancária em âmbito nacional. “A categoria bancária construiu, ao longo dos anos, uma das convenções coletivas mais avançadas do país em relação ao combate à violência contra as mulheres. Mas é preciso que esses instrumentos sejam continuamente aperfeiçoados. A Caixa precisa avançar na proteção das empregadas, garantir acolhimento qualificado e assegurar que as vítimas não sofram qualquer forma de retaliação ou prejuízo na carreira, ou financeiro.”
Segundo Tatiana, o enfrentamento à violência exige não apenas canais de denúncia, mas também medidas concretas de proteção. “Uma mulher que denuncia violência doméstica ou assédio precisa encontrar apoio institucional. Isso inclui mecanismos de transferência, preservação da remuneração, proteção contra represálias e acompanhamento adequado dos casos.”
Cobrança por respeito à mesa de negociação
O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, criticou a demora do banco em responder às propostas apresentadas pelos representantes dos empregados e voltou a cobrar valorização da negociação coletiva. “A Caixa precisa demonstrar respeito à mesa de negociação. As propostas foram apresentadas há semanas e tratam de um tema extremamente sensível, relacionado à proteção da vida e da integridade das empregadas. Não é razoável que o banco continue sem apresentar respostas.”
Para Felipe, a valorização da mesa passa pelo cumprimento dos compromissos assumidos e pelo tratamento sério das pautas apresentadas pelos trabalhadores. “Temos insistido que a negociação não pode ser um espaço apenas de escuta. É preciso haver retorno, encaminhamento e compromisso com a solução dos problemas apresentados. Quando o banco demora a responder ou simplesmente ignora demandas legítimas, enfraquece um processo que deveria ser pautado pelo diálogo e pela construção conjunta de soluções.”
Mulheres ainda são minoria nos espaços de poder
A cobrança da representação dos empregados também inclui o cumprimento da política de participação feminina nos espaços de direção da empresa.
As entidades lembram que a Caixa assumiu em seu Estatuto Social o compromisso de assegurar a presença mínima de 30% de mulheres nos cargos de direção. A reivindicação é que essa meta seja observada em todos os níveis hierárquicos, incluindo vice-presidências, diretorias e o Conselho de Administração.
A cobrança ganha ainda mais relevância diante da recente aprovação da legislação que estabelece reserva mínima de 30% das vagas para mulheres nos conselhos de administração das empresas estatais, conforme publicação da Lei no Diário Oficial da União.
“Não basta defender diversidade nos discursos institucionais. É preciso que ela esteja refletida na ocupação dos espaços de decisão. A Caixa ainda está distante do patamar necessário de participação feminina em cargos estratégicos e precisa avançar nesse compromisso”, afirmou Felipe Pacheco.
Avançar da prevenção à proteção efetiva
Para a CEE/Caixa, o fortalecimento dos mecanismos de acolhimento às mulheres vítimas de violência, o cumprimento da participação mínima feminina nos espaços de poder e o respeito às negociações coletivas fazem parte de uma mesma agenda: construir um ambiente de trabalho mais seguro, inclusivo e comprometido com a igualdade.
As entidades aguardam que a Caixa apresente, nas próximas reuniões, respostas concretas às propostas encaminhadas pela representação dos empregados e empregadas, transformando compromissos institucionais em medidas efetivas de proteção e valorização das mulheres.
Fonte: Contraf-CUT – Campanha Nacional dos Bancários 2026

Mais de 700 dirigentes são esperados na 28ª Conferência Nacional da Categoria Bancária
Começou na sexta-feira (22) e vai até o dia 8 de junho o prazo de inscrições das delegadas e delegados que irão participar da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, encontro que irá definir as prioridades e os planos de luta para a Campanha Nacional Unificada 2026, ano de renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.
O link para as inscrições já foi encaminhado às federações, que foram orientadas a seguir às recomendações da UNI Global Union de atingir até 40% de cota de mulheres (com mínimo de 30%). Recomenda-se ainda que as entidades atinjam o mínimo de 10% de jovens de até 35 anos entre os inscritos.
São aguardados cerca de 700 representantes de bancários e bancárias de todo o país, entre membros do Comando Nacional, e delegados e delegadas natos e eleitos pelas federações, no evento que acontecerá no Hotel Holiday-Inn Parque Anhembi, na capital paulista.
Conferências estaduais e regionais
O calendário das conferências estaduais e regionais, promovidas entre as 11 federações que compõem o Comando Nacional dos Bancários, começou em março e vai até 6 de junho. Os delegados e delegadas inscritos na 28ª Conferência foram ou serão todos eleitos durante esses encontros.
"As conferências regionais e estaduais são um elo fundamental entre a base de trabalhadores e o Comando Nacional, porque são espaços onde, por meio de debates, são consolidadas as demandas locais, como emprego, reestruturação do setor, saúde dos trabalhadores, eleitos os delegados e as delegadas e ainda definidas as prioridades que serão levadas para a Conferência Nacional", explica Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Contraf-CUT. "Portanto, as conferências estaduais e regionais são uma das etapas preparatórias para o encontro nacional que, por sua vez, é o espaço por meio do qual a categoria define as prioridades da Campanha Nacional Unificada", completa.
Neste ano, os eixos temáticos debatidos nas conferências regionais e estaduais são: aumento real, aumento do piso da categoria, aumento da PLR, saúde com bem-estar e combate ao adoecimento, defesa do emprego frente à implementação das novas tecnologias, por um sistema financeiro melhor e mais regulado e importância das eleições 2026 para a classe trabalhadora.
Consulta Nacional
Os resultados da Consulta Nacional à categoria bancária serão apresentados durante a 28ª Conferência Nacional. A Consulta, que receberá respostas até o dia 31 de maio, é mais um instrumento do Comando Nacional para a construção da pauta de reivindicações da Campanha Nacional Unificada.
A edição da Consulta Nacional de 2025 contou com mais de 30 mil respondentes. Neste ano, a expectativa é que a pesquisa ultrapasse esse número. “A consulta não é apenas uma pesquisa, mas uma ferramenta para transformar a percepção individual em força coletiva organizada. Por isso, reforçamos o pedido aos dirigentes e às dirigentes para que continuem indo às bases, incentivando a participação das bancárias e dos bancários, até o dia 31 de maio”, destaca Juvandia.
Entre os temas abordados na consulta estão remuneração e aumento real de salários, PLR e piso da categoria, empregos e manutenção de direitos, condições de trabalho e combate ao assédio, planos de saúde e previdência. O questionário também investiga os impactos das metas abusivas sobre a saúde dos trabalhadores, além de temas cada vez mais presentes no setor financeiro, como inteligência artificial, automação e monitoramento digital do trabalho.
"Quanto maior a participação da categoria, melhor será a construção da minuta de reivindicações e das nossas estratégias de negociação e organização para a Campanha Nacional Unificada", pontua Juvandia Moreira.
Fonte: Contraf-CUT – Campanha Nacional Unificada 2026
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