APCEF/SC

Arraiá da Apcef reune famílias em Jurerê
Festa foi realizada no sábado, 8 de julho na sede da associação


Restaurante da Apcef – Cantinho do Chico
CANTINHO DO CHICO Restaurante terceirizado da Apcef/SC Durante a baixa temporada, o restaurante está aberto diariamente das 10h e às 15h. Na alta temporada, o horário será das 8h às 22h. Confira o cardápio: https://goo.gl/qQTZjW Para Eventos na sede: prestação de

Rede do Conhecimento oferece cursos para empregados Caixa
Melhores colocados nos cursos concorrem a vagas no Inspira Fenae

Última seletiva de canastra será no dia 8 de julho
Acompanhe a tabela de pontuação das seletivas

Equipes da Apcef se preparam para os Jogos Sul
No próximo sábado terão treinos em outras modalidades

Curso de Gastronomia está com inscrições abertas
Culinária de cinco países e do Mediterrâneo serão temáticas das aulas na Apcef-SC

E na Apcef tem Arraiá? Tem sim, uai!
Vá preparando o vestido, as tranças o chapéu e as botinas, 8 de julho tem festa em Jurerê

Talentos Fenae/Apcef está com votação aberta
Público pode votar até o final de julho nas obras aprovadas no concurso

Associados curtem vista do Morro do Rapa
Trilheiros percorrem caminho aberto por imigrantes açorianos


Degustação de Vinhos para associados Apcef-SC
Malbec Wine Education será um evento para análise sensorial de vinhos

Preparação para os Jogos Sul começa na Apcef-SC
Os treinos na Apcef-SC acontecerão do dia 3 de junho até o 27 de agosto e serão oferecidos em 16 modalidades.

Restaurante da Apcef Jurerê reabre neste sábado, 3 de junho
A Apcef-SC convida seus associados para conhecer o cardápio do Cantinho do Chico

Apcef’s e Fenae mantém pressão para que Funcef divulgue balanço
Fundação também não se pronuncia sobre a contratação de aposentados para apuração interna dos ativos do fundo O prazo legal para que a Funcef divulgue o balanço 2016 é o mês de junho, segundo o assessor da diretoria da Fenae para assuntos da Funcef,
FENAE

Eleições Funcef: três candidaturas apoiadas pela Fenae disputam segundo turno
As Eleições Funcef 2026 seguem para o segundo turno. Apoiado pela Fenae, o atual diretor de Benefícios, Jair Pedro Ferreira, permanece na disputa pela reeleição após conquistar 45,36% dos votos no primeiro turno.
No Conselho Deliberativo, o candidato apoiado pela Fenae, Selim Oliveira (titular) e Ana Carolina Melo (suplente) também seguem na disputa, com 20,91% dos votos. Já no Conselho Fiscal, Jesse Krieger (titular) e João Delibaldo (suplente) avançaram para o segundo turno ao obter 36,75% da votação. A nova etapa será realizada entre os dias 6 e 9 de abril, por meio eletrônico, no site ou aplicativo da Funcef.
Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, o segundo turno é um momento decisivo para fortalecer a participação dos trabalhadores na governança da Fundação. “Poder eleger nossos representantes nas instâncias da Funcef foi uma conquista histórica, construída com muita luta, e precisamos fortalecer esse espaço de participação. Este é o momento de os participantes reforçarem sua escolha e elegerem representantes realmente comprometidos com a defesa dos seus direitos”, afirmou.
Resultados e avanços na Funcef
Durante a gestão de Jair Pedro Ferreira na Diretoria de Benefícios, os participantes acompanharam mudanças importantes na Funcef, com impactos relevantes.
Entre os avanços, está a utilização de resultados positivos para melhorar o valor líquido dos benefícios, algo que não ocorria há mais de uma década. Também avançaram iniciativas como a incorporação do REB ao Novo Plano e as discussões sobre o contencioso, com maior reconhecimento de responsabilidades por parte da Caixa.
Outro destaque foi o ajuste da meta atuarial, que contribuiu para dar mais equilíbrio técnico aos planos.
Para Takemoto, esses resultados reforçam a importância da continuidade do trabalho.
“A gente começa a ver resultados importantes na Funcef, que têm feito diferença para os participantes. O Jair tem um papel relevante nesse processo, com um trabalho sério e próximo das pessoas. Agora é a hora de reforçar esse caminho com o voto”, ressaltou.

Imprensa nacional destaca pesquisa do Ministério da Saúde e da Fenae sobre saúde mental no Brasil
Os portais de notícias Brasil 247, DCM e Revista Fórum deram destaque à mobilização do Ministério da Saúde, que iniciou recentemente a etapa nacional de coleta de dados da Pesquisa Nacional de Saúde Mental (PNSM-Brasil), numa cruzada para compreender a situação da saúde mental da população adulta no Brasil.
As publicações fizeram um paralelo do estudo de base populacional do governo federal com o mapeamento da dimensão sobre a saúde mental dos empregados da Caixa. Foi dito, inclusive, que a atuação da Fenae dialoga com a iniciativa do Ministério da Saúde, tendo em vista que entidade representativa e governo federal fazem um esforço complementar para enfrentar problemas de saúde mental relacionadas ao trabalho.
Como as pesquisas e avaliações com os bancários têm revelado um quadro preocupante de adoecimento físico e mental, o que compromete a saúde dos trabalhadores e a função social da Caixa, a mídia nacional trouxe a posição do presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
Segundo Takemoto, a medida do Ministério da Saúde é oportuna diante de um cenário em que, cada vez mais, o adoecimento mental aparece entre os principais motivos de afastamento de trabalhadores. Para ele, na maioria das vezes, “a pressão por metas, associada a fatores como o medo do descomissionamento, está adoecendo os empregados”.
Confira a matéria completa do Brasil 247, DCM e Revista Fórum.
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Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da Fenae e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae.

Para a Fenae, Crédito do Trabalhador movimenta a economia e reforça potencial de inclusão e planejamento financeiro
Em um ano de vigência, completado no último dia 21 de março, o programa Crédito do Trabalhador já movimentou mais de R$ 117 bilhões em empréstimos consignados em todo o país. Ao todo, foram firmados 20,9 milhões de contratos, beneficiando cerca de 9,5 milhões de trabalhadores, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego. A pedido da Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa), o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) fez um levantamento com os principais destaques do programa.
Os números evidenciam a expansão da iniciativa, que tem como foco ampliar o acesso ao crédito com juros mais favoráveis, especialmente para a população de menor renda. Desse total, mais de R$ 33,2 bilhões foram destinados a trabalhadores que recebem entre um e quatro salários mínimos.
Atualmente, o programa conta com 166 instituições financeiras habilitadas. Entre os bancos com maior volume de operações estão Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Santander Brasil e C6 Bank.
Um dos principais avanços do Crédito do Trabalhador é a ampliação do público atendido. O consignado passou a alcançar categorias que historicamente enfrentavam maiores dificuldades de acesso ao crédito, como empregados domésticos, trabalhadores rurais e empregados de microempreendedores individuais (MEI), contribuindo para a inclusão financeira e a redução das desigualdades no mercado de crédito.
Pela primeira vez no país, trabalhadores domésticos com carteira assinada passaram a ter acesso ao consignado com juros mais favoráveis. Até o momento, mais de 30 mil profissionais, entre empregados de serviços gerais, babás, cuidadores de idosos, motoristas, cozinheiros e jardineiros, foram contemplados, somando R$ 80,3 milhões em empréstimos.
Segundo o levantamento do Dieese para a Fenae, um ponto relevante é o impacto na organização financeira das famílias. O programa possibilita a substituição de dívidas mais caras, como o crédito rotativo do cartão e o cheque especial, por linhas com taxas mais acessíveis. Enquanto essas modalidades podem chegar a 9% ao mês, o consignado apresenta taxa média de 3,6% ao mês. O desconto direto em folha reduz o risco de inadimplência e ajuda a viabilizar melhores condições. Além disso, o modelo estimula a concorrência entre instituições financeiras, ampliando as opções disponíveis e favorecendo a negociação de taxas e prazos mais vantajosos para os trabalhadores.
Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, “o Crédito do Trabalhador representa uma política importante de inclusão financeira e um instrumento que pode contribuir para maior equilíbrio no orçamento das famílias. Nós apoiamos a iniciativa do governo federal por entender que o acesso a crédito mais barato, quando utilizado de forma consciente, pode deixar de ser apenas uma solução emergencial e se tornar uma ferramenta de planejamento financeiro”.
Esse cenário, no entanto, também traz desafios. O aumento da oferta exige que o trabalhador esteja atento às condições propostas, comparando taxas, prazos e o impacto das parcelas na renda. O acesso ao crédito, por si só, não garante melhoria da situação financeira. O resultado depende diretamente de como o recurso é utilizado. Por isso, compreender o funcionamento dos juros, as diferenças entre modalidades de crédito e as melhores estratégias para contratação é fundamental para evitar o endividamento excessivo. Nesse contexto, a educação financeira ganha ainda mais relevância como complemento ao acesso ao crédito.
É importante ressaltar que o governo também anunciou nesta semana que estuda medidas para continuar reduzindo os juros do consignado privado. Uma das propostas é considerar abusivas taxas acima da média de um determinado patamar, o que, na prática, funcionaria como um teto para os juros cobrados. O governo também pretende regulamentar o uso do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como garantia para o consignado privado, o que pode ajudar a baixar os juros.
Nesse sentido, a Fenae está em fase de elaboração de um documento com orientações econômicas voltadas aos empregados da Caixa e à população em geral, abordando temas como juros, taxa Selic, empréstimos e crédito, com o objetivo de fortalecer a educação financeira e contribuir para escolhas mais seguras no uso desses recursos.
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7º Congresso da Contraf-CUT debaterá sobre mudanças no sistema financeiro
O avanço da digitalização, o crescimento das fintechs e a expansão das cooperativas de crédito vêm redesenhando o Sistema Financeiro Nacional (SFN) e impactando diretamente a estrutura do emprego no setor. A análise integra o caderno de debates com dados e reflexões sobre as mudanças em curso e os desafios para a organização dos trabalhadores do ramo financeiro, elaborado para o 7º Congresso Nacional da Contraf-CUT, que será realizado entre os dias 27 e 29 de março, no Guarujá, em São Paulo.
Segundo o estudo, a intensificação do uso de tecnologia nas instituições financeiras tem alterado a forma de prestação de serviços e o perfil ocupacional da categoria. Hoje, cerca de 75% das transações bancárias são realizadas por smartphones, enquanto o número de agências e postos de trabalho segue em queda.
Para o economista Gustavo Cavarzan, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a transformação tecnológica exige respostas coletivas.
“A digitalização trouxe ganhos significativos de produtividade e redução de custos para o sistema financeiro, mas também intensificou a reestruturação do emprego. O desafio é garantir que os benefícios dessa transformação sejam distribuídos de forma mais equilibrada, sem aprofundar a precarização das relações de trabalho.”
A economista Vivian Machado, também do Dieese, ressalta que a fragmentação do setor e o surgimento de novos modelos de negócio ampliam a complexidade da ação sindical.
“A entrada de fintechs e cooperativas, somada às mudanças regulatórias e tecnológicas, exige repensar as estratégias de organização e negociação. Sem isso, uma parcela crescente dos trabalhadores ficará fora das conquistas históricas da categoria bancária.”
Propostas para enfrentar os desafios
Diante desse cenário, dirigentes da Contraf-CUT defendem a construção de alternativas que garantam proteção ao emprego e distribuição mais justa dos ganhos gerados pela inovação tecnológica. O secretário de Assuntos Socioeconômicos da entidade, Walcir Previtale, afirma que o debate precisa avançar para além do diagnóstico. “O aumento da produtividade no sistema financeiro é inegável, assim como o crescimento dos lucros dos bancos. O que defendemos é que os trabalhadores também sejam beneficiados por esse avanço. É preciso discutir mecanismos de repartição desses ganhos, como a redução da jornada sem redução salarial e a ampliação de direitos.”
Entre as propostas defendidas pela entidade está a implementação de uma jornada semanal de quatro dias por meio de escalas alternadas, com manutenção do funcionamento das agências e serviços de segunda a sexta-feira.
“A tecnologia permite reorganizar o trabalho sem prejudicar o atendimento à população. Com planejamento, é possível reduzir o número de dias trabalhados, evitar demissões e melhorar a qualidade de vida da categoria”, acrescenta Previtale.
O secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, Jeferson Meira (Jefão), responsável pelo acompanhamento das pautas de interesse dos trabalhadores no Congresso Nacional, destaca que a entidade atua para que mudanças estruturais no setor não resultem em perdas de direitos.
“Estamos dialogando com parlamentares e acompanhando a tramitação de projetos que impactam o mundo do trabalho no sistema financeiro. A tecnologia não pode ser usada como justificativa para precarizar ou reduzir postos de trabalho. Nosso objetivo é construir uma agenda legislativa que garanta proteção social, negociação coletiva forte e distribuição dos ganhos de produtividade.”
Reconfiguração do setor e desafios sindicais
O caderno mostra que, desde 2012, o setor bancário perdeu mais de 90 mil vínculos de trabalho e registrou o fechamento de milhares de agências, ao mesmo tempo em que surgiram novas ocupações ligadas à tecnologia e novas formas de contratação.
Além disso, fintechs já superam em número as instituições bancárias tradicionais, e as cooperativas de crédito ampliaram significativamente sua participação no SFN, oferecendo praticamente os mesmos produtos e serviços dos bancos.
Para Jefão, essa reorganização reforça a necessidade de ampliar o alcance da representação sindical.“O setor financeiro se tornou mais diversificado e fragmentado. Precisamos organizar todos os trabalhadores do ramo, independentemente do tipo de empresa ou vínculo, para garantir condições dignas de trabalho e participação nos resultados gerados pelo crescimento do sistema.”
Debate estratégico no Congresso da Contraf-CUT
O estudo servirá como base para as discussões do 7º Congresso Nacional da Contraf-CUT, que terá como eixo central a construção de estratégias para enfrentar as transformações estruturais do sistema financeiro e fortalecer a organização sindical.
Para Vivian Machado, o momento é decisivo. “As mudanças em curso não são conjunturais, mas estruturais. A forma como sindicatos e trabalhadores responderem agora terá impacto direto na configuração futura do emprego no setor financeiro.”
Já Gustavo Cavarzan destaca que o debate sobre produtividade e tecnologia precisa ser acompanhado de políticas que promovam inclusão e justiça social. “A inovação deve ser uma ferramenta para melhorar a vida das pessoas, não para ampliar desigualdades. Esse é o grande desafio colocado para o mundo do trabalho.”
Fonte: Contraf-CUT
FENAE
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