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Inscrições para o Feriado da Independência 2026

Estão abertas as inscrições para hospedagem no Feriado da Independência! A APCEF/SC informa que já estão abertas as inscrições para o processo seletivo de hospedagem em apartamentos durante o Feriado da Independência, para o período de 04 a 07 de

Vem aí a 16ª Feijoada da APCEF/SC!

🥄 Vem aí a 16ª Feijoada da APCEF/SC! 🥘 A Feijoada da APCEF/SC está chegando! Marque na agenda e venha aproveitar uma tarde de boa gastronomia, música e momentos especiais. Esperamos você no sábado, 15 de agosto, a partir das

Inscrições para o Talentos Fenae/Apcef

Inscrições para o Talentos Fenae/Apcef Empregados da Caixa, associados às Apcefs, poderão inscrever obras em diversas modalidades artísticas do concurso cultural da categoria bancária O segundo semestre marca o início de mais uma edição do Talentos Fenae/Apcef, o maior concurso

Fenae abre inscrições para o Meu Ideal em Florianópolis

Fenae abre inscrições para o Meu Ideal em Florianópolis Destinado a aposentados e pensionistas da Caixa associados às Apcefs, o evento será realizado no dia 7 de agosto, na Apcef/SC As inscrições para o Meu Ideal Florianópolis 2026 estão abertas.

Sorteio de grupos e tabelas dos Jogos da Fenae 2026

É hoje! Sorteio de grupos e tabelas dos Jogos da Fenae 2026 acontece a partir das 14h Nesta quinta-feira (23), a expectativa chega ao fim para os atletas que disputarão os Jogos da Fenae 2026. A partir das 14h (horário de

Festa Julina da APCEFSC

Foi bão demais, sô! No último sábado, a sede da APCEF/SC entrou no clima julino e recebeu uma festança pra lá de animada! Com a presença de mais de 350 participantes, a nossa Festa Julina foi marcada por muita alegria,

Resultado da Votação – Prestação de Contas APCEF/SC

Resultado da Votação – Prestação de Contas APCEF/SC A APCEF/SC informa o resultado da votação referente à Assembleia Geral Extraordinária de Prestação de Contas, encerrada ontem, 20 de julho. A prestação de contas foi aprovada por unanimidade pelos votantes, com

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A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa repudiou e recusou a proposta apresentada pelo banco para o custeio do Saúde Caixa, nesta quarta-feira (5), durante a quinta rodada de negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026, realizada em São Paulo.

Por unanimidade, todas as federações que compõem a mesa de negociações das empregadas e dos empregados exigiram que a Caixa refaça os cálculos e apresente uma nova proposta. O entendimento é que a proposta apresentada demonstra de forma clara que a maior preocupação do banco não é com seus empregados. E ao contrário do que divulgou na Intranet, a Caixa não trouxe uma solução para o Saúde Caixa, mas sim, uma proposta em que busca se isentar de sua responsabilidade pelo custeio do plano.

Confira a proposta da Caixa
“Modelo atual reajustado”

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Batizada pelo banco de “Modelo atual reajustado”, a proposta aumenta de 3,5% para 5,5% da remuneração-base a mensalidade dos titulares. O valor cobrado por dependente direto passaria de R$ 480 para R$ 870; o dependente indireto passaria de R$480,00 para R$ 930; e a mensalidade dos filhos com idade entre 24 e 27 anos subiria de R$ 800 para R$ 1.050. O limite de comprometimento da renda familiar seria dobrado, dos atuais 7% para 14%. A cobrança continuaria sendo feita em 13 parcelas anuais.

“Nosso entendimento é que esta proposta é profundamente desrespeitosa com quem constrói o banco todos os dias. Ela não apresenta uma solução equilibrada para o Saúde Caixa. Simplesmente transfere a conta para os empregados, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.

Segundo Luiza, a proposta produziria perda efetiva de remuneração, mesmo diante da reivindicação apresentada na mesa geral de negociação com os bancos de reposição da inflação acrescida de 5% de aumento real.

“Mesmo que conquistemos a inflação mais 5% de aumento real, esse reajuste do Saúde Caixa consumiria o ganho e, em muitos casos, uma parte ainda maior da renda. O resultado seria uma campanha salarial encerrada com perda de remuneração. A Caixa está dizendo que o empregado pode até receber um reajuste, mas terá de devolvê-lo (e muito mais) para continuar com o plano de saúde”, explicou.

Proposta desrespeita quem constrói os resultados

Para a representação sindical, a proposta é especialmente desrespeitosa porque a Caixa apresentou projeções de lucros crescentes para os próximos anos, mas desconsiderou que esses resultados são produzidos pelo trabalho diário de seu quadro de pessoal.

O representante da Contraf-CUT na mesa de negociações, Lívio Santos e Assis, observou que a mensalidade dos titulares teria aumento de mais de 57%, enquanto a cobrança pelos dependentes diretos subiria mais de 81%. O teto familiar seria elevado em 100%.

“É indecente que o banco proponha praticamente dobrar os valores pagos pelos usuários, mas se recuse a discutir o limite que ele próprio impôs à sua participação. A Caixa protege o seu teto e manda a conta para o empregado. Isso não é valorização do quadro de pessoal. É redução salarial e retirada de direitos”, afirmou Lívio.

Ele ressaltou que o aumento poderá obrigar empregados, aposentados e pensionistas a escolher quais integrantes de suas famílias permanecerão no plano.

“Não estamos discutindo uma despesa supérflua. Estamos falando do direito à saúde. Nenhum trabalhador deveria ter de escolher se mantém no plano o filho, o cônjuge ou outro dependente porque a empresa decidiu reduzir sua responsabilidade pelo custeio”, completou. 

Como exemplo, na apresentação feita à mesa, a própria Caixa informou que 32% dos titulares estão na faixa de renda entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. Os trabalhadores dessa faixa, sobretudo aqueles com dois ou mais dependentes, seriam duramente atingidos e poderiam deixar o Saúde Caixa, inviabilizando o plano já em médio prazo. A representação cobrou do banco um estudo sobre a quantidade de beneficiários que abandonariam o plano caso a proposta fosse implantada. 

O representante da Fetrafi-RS, Lucas Cunha, também criticou a escolha do banco de concentrar o ajuste sobre os usuários. “A Caixa escolheu o caminho mais fácil: cobrar ainda mais de quem já paga. Uma proposta como essa expulsará pessoas do plano e enfraquecerá justamente os princípios que garantem sua sustentabilidade: o mutualismo, a solidariedade e o pacto intergeracional. Menos beneficiários significam uma carteira menor, mais envelhecida e com custos proporcionalmente maiores”, declarou.

Para Lucas, ao apresentar aumentos dessa magnitude sem propor a ampliação de sua própria contribuição, a Caixa sinaliza que pretende se afastar progressivamente da responsabilidade pelo benefício.

“O Saúde Caixa é parte da política de valorização do quadro de pessoal e foi construído pelas empregadas e pelos empregados. O banco não pode tratar o plano como uma despesa da qual pretende se livrar”, acrescentou.

Usuários já pagam cerca de 46% do plano

Os números do Relatório de Administração do Saúde Caixa mostram que a participação dos beneficiários já está muito acima dos 30% previstos no modelo histórico de custeio 70/30.

Em 2025, a contribuição líquida da Caixa foi de aproximadamente R$ 2,02 bilhões. As mensalidades pagas pelos usuários somaram R$ 1,39 bilhão e as coparticipações chegaram a R$ 303,6 milhões. Considerados esses valores regulares, a Caixa respondeu por cerca de 54% do financiamento, enquanto empregados, aposentados e pensionistas arcaram com aproximadamente 46%.

Essa distorção ocorre porque o estatuto do banco limita a participação da empresa a 6,5% da folha de pagamentos e proventos. Com o aumento das despesas assistenciais acima dos reajustes da folha, a contribuição da Caixa deixa de acompanhar os custos do plano e uma parcela crescente das despesas é transferida aos usuários. O fim desse teto estatutário e o restabelecimento efetivo do modelo 70/30 estão entre as principais reivindicações da campanha “Põe mais dinheiro, Caixa!”, aprovada no 41º Conecef.

Déficit exige solução estrutural

O Saúde Caixa registrou déficit operacional de R$ 627,8 milhões em 2025, resultado de despesas totais de R$ 4,39 bilhões diante de receitas de R$ 3,76 bilhões. O exercício terminou contabilmente com saldo positivo de R$ 67,1 milhões somente depois da incorporação de R$ 581,1 milhões em contribuições patronais incidentes sobre ações judiciais e acordos trabalhistas de anos anteriores e da utilização de R$ 46,7 milhões da Reserva Técnica.

Para o Dieese, esses recursos extraordinários não representam melhora estrutural da situação financeira do plano. As pressões sobre os custos permanecem e decorrem do aumento da idade média dos usuários, da maior utilização dos serviços, do aumento da complexidade dos tratamentos, da incorporação de novas tecnologias e da inflação médica, que supera a inflação geral.

O custo médio anual por beneficiário subiu de R$ 9.854 em 2022 para R$ 15.824,24 em 2025, aumento acumulado de 60,6%. Somente entre 2024 e 2025, o crescimento foi de aproximadamente 23,5%. A avaliação do Dieese é que essa transformação estrutural no perfil assistencial deve ser acompanhada de uma ampliação real da participação financeira da Caixa, e não de uma transferência ainda maior dos custos aos beneficiários.

A situação continuou pressionada em 2026. Até maio, o Saúde Caixa acumulava déficit de R$ 222,2 milhões, com despesas próximas de R$ 1,8 bilhão.

Adoecimento relacionado ao trabalho

Os dados do próprio relatório também mostram um aumento expressivo da demanda por cuidados de saúde mental. Em 2025, a psicologia respondeu por 60,3% dos custos da linha de terapias. Foram realizados mais de 1,67 milhão de procedimentos, com crescimento de 48% no número de sessões.

Para a CEE, os números não podem ser analisados sem considerar as condições de trabalho na Caixa, marcadas pela redução do quadro, sobrecarga, pressão por metas e adoecimento. O Dieese ressalta que, quando a organização do trabalho contribui para o adoecimento, a empresa deve assumir sua responsabilidade tanto na prevenção quanto no financiamento dos tratamentos.

Nesse sentido, a representação sindical reivindica que a Caixa arque integralmente com os tratamentos relacionados às doenças classificadas como B91. No contexto previdenciário, o código identifica o benefício concedido quando a lesão ou a doença possui vínculo com o trabalho (o antigo auxílio-doença acidentário, atualmente denominado auxílio por incapacidade temporária decorrente de acidente de trabalho).

A reivindicação, aprovada no 41º Conecef, busca impedir que os custos de doenças provocadas ou agravadas pelas condições de trabalho sejam transferidos ao conjunto dos usuários do Saúde Caixa. A pauta também prevê a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho, orientação aos trabalhadores afastados e cobertura dos medicamentos e tratamentos decorrentes do adoecimento ocupacional.

“É inaceitável que o empregado seja submetido a metas, pressão e sobrecarga, adoeça dentro da empresa e depois tenha de pagar uma mensalidade ainda maior para tratar esse adoecimento. A Caixa precisa assumir os custos das doenças relacionadas ao trabalho”, reforçou Luiza Hansen.

CEE já apresentou alternativas

A CEE ressaltou que não se limita a rejeitar a proposta do banco, mas apresentou na própria minuta de reivindicações diferentes alternativas para enfrentar o déficit sem inviabilizar o plano e sem impor todo o ônus aos usuários.

A representação também cobra contratações, inclusão dos empregados admitidos após setembro de 2018 no direito ao plano com participação da Caixa durante a aposentadoria, ampliação da rede credenciada, maior transparência e preservação do mutualismo, da solidariedade e do pacto intergeracional.

Nova proposta precisa valorizar o quadro
Ao final da reunião, a Caixa reconheceu que a proposta não havia sido aceita e informou que voltaria a avaliar o modelo. A CEE reiterou que espera uma nova formulação, com aumento da participação do banco e respeito à capacidade de pagamento dos beneficiários.

Outras cobranças

A CEE/Caixa também cobrou que o banco apresente suas devolutivas sobre as demais reivindicações apresentadas em mesa e presentes na minuta entregue ao banco.

Fonte: Contraf-CUT



O Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização pelo fim da violência contra a mulher, reforça a importância das ações desenvolvidas pela Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa) por meio da campanha “Fenae com Elas”. Em parceria com a ONG Moradia e Cidadania, a Federação e as 27 Apcefs do país apoiam projetos sociais que promovem formação, acolhimento e conscientização sobre os direitos das mulheres em diferentes regiões do país.
 
Mais de 600 beneficiárias dos projetos da Fenae e das Apcefs estão fazendo dos cursos da plataforma Fenae Transforma, que abordam temas relacionados ao enfrentamento da violência contra a mulher. A iniciativa integra as ações previstas no edital 004 e faz parte da campanha “Fenae com Elas”, lançada após a assinatura da carta-compromisso firmada pela Federação com o Ministério das Mulheres, em 2024.
 
Todos os 27 projetos contemplados pelo edital desenvolvem atividades voltadas à temática. Independentemente do eixo em que estão inseridos, todos os projetos devem abordar o tema em suas ações, por meio de palestras, rodas de conversa, oficinas ou outras atividades educativas e de sensibilização.

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Em 16 estados, os conteúdos da plataforma Fenae Transforma são trabalhados coletivamente durante os encontros presenciais dos projetos. A estratégia amplia o acesso das participantes aos cursos, especialmente em regiões onde há dificuldades de acesso à internet ou limitações de tempo para estudos individuais. Os mesmos conteúdos também estão disponíveis na Rede do Conhecimento da Fenae para empregados da Caixa da ativa, aposentados, pensionistas e dependentes associados às Apcefs.
 
A diretora de Impacto Social da Fenae, Giselle Menezes, destaca os resultados alcançados pelas iniciativas. “Os cursos da campanha ‘Fenae com Elas’ têm ampliado conhecimentos, fortalecido a autoestima e despertado novas perspectivas para mulheres e comunidades inteiras. É gratificante ver como o acesso à informação e à formação pode gerar transformações reais, incentivando o protagonismo, a independência e a participação social”, afirma.
 
Os impactos das capacitações podem ser percebidos nos relatos das próprias participantes. No Ceará, Maria Sueli Marques dos Anjos, de 43 anos, beneficiária do projeto “Mulheres Aqui”, afirma que um dos cursos da plataforma a ajudou a retomar o sonho de abrir o próprio negócio. “Eu tinha um sonho guardado há muitos anos e o curso me ajudou a colocá-lo para fora. Passei a enxergar o empreendedorismo como um caminho possível e vi que sou capaz de transformar esse sonho em realidade”, conta.
 
Em Goiás, Elaine Fernandes, de 34 anos, participante do projeto “Mulheres em Ação”, destaca que a formação contribuiu para ampliar sua percepção sobre direitos e cidadania. “O curso contribuiu para ampliar minha consciência social, fortalecendo minha capacidade de reconhecer e valorizar os direitos das mulheres, além de incentivar a busca por uma sociedade mais justa e igualitária”, relata.
 
Além das capacitações, a Fenae acompanha de perto a execução dos projetos. Em julho, o presidente da Federação, Sergio Takemoto, visitou o projeto “Sou Porque Somos – Ubuntu na Luta pelo Feminicídio Zero”, no Maranhão. No mesmo período, o diretor de Saúde e Previdência, Leonardo Quadros, esteve em Alagoas para conhecer as atividades desenvolvidas no projeto “Mãos que Transformam”.
 
“Quando promovemos informação, acolhimento e formação, também fortalecemos a autonomia das mulheres e ampliamos a rede de proteção contra a violência. Esse compromisso está presente em todos os projetos apoiados pela Fenae e ganha ainda mais relevância neste Agosto Lilás, quando reforçamos a importância da conscientização e da mobilização de toda a sociedade”, afirma o presidente Sergio Takemoto.

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Futuro Brilhar

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar (www.fenae.org.br/futurobrilhar). Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.
 
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No Dia Nacional da Saúde, celebrado nesta quarta-feira (5), a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) faz uma reflexão sobre a saúde como um direito universal. Criado em 1988 com Constituição Federal, o Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, garantindo acesso e assistência médica gratuita, universal e integral a todos. Além disso, o SUS promove a equidade e consolidou-se como referência internacional em vacinação, transplantes, combate a epidemias e atenção primária à saúde. 

Embora universal, o Sistema está sobrecarregado com a alta demanda da população brasileira. Por isso, o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, reforça a importância da saúde suplementar, como o Saúde Caixa, e tantos outros planos oferecidos pelas empresas aos seus empregados, para dar suporte e aliviar a sobrecarga da rede pública. 

Para isso, anos após anos, a Fenae e o Conselho de Usuários do Saúde Caixa (Cusc) defendem, junto a direção do banco, um plano sustentável, acessível e capaz de atender às necessidades dos usuários (empregados, aposentados e seus dependentes). “Além de garantir a maior rapidez em exames e consultas de rotina, os planos de assistência médica é mais uma forma de aliviar a pressão sobre a rede pública de saúde”, reforça Takemoto.

Apesar disso, os últimos estudos apresentados pelo Dieese revelam que o plano enfrenta um desequilíbrio estrutural que vem sendo agravado ao longo dos últimos anos. Entre os fatores apontados estão o envelhecimento da carteira, a inflação médica e as limitações impostas pelo teto de custeio de 6,5% da folha salarial, instituído em 2017.

Segundo Takemoto, mais do que prestar assistência médica, o fortalecimento do plano de saúde é uma forma de reparar os impactos provocados por um modelo de gestão que tem sido apontado como fator de risco para a saúde física e mental dos bancários. Este último, por exemplo, é apontado por o pesquisa realizada pela Fenae como uma das principais causas do afastamento dos empregados da Caixa. 

“A data é mais um importante momento para refletir que o direito à saúde vai além do tratamento de doenças: ele envolve prevenção, promoção do bem-estar e garantia de assistência de qualidade, tanto pelo SUS quanto por planos de autogestão como o Saúde Caixa”, reforça Takemoto.

Saúde mental 

De acordo com o último estudo encomendado pela Fenae, realizado com 3.820 empregados da ativa e aposentados, 37% dos trabalhadores já receberam diagnóstico de problemas de saúde mental relacionados ao trabalho. Ansiedade, estresse, depressão, burnout, síndrome do pânico e transtorno de estresse pós-traumático aparecem entre os principais problemas enfrentados pelos bancários da Caixa. Entre as causas desse adoecimento, estão a pressão por resultados, a cobrança por metas e a insegurança em relação à manutenção de funções e cargos de comissão. 

Saiba mais 

O Dia Nacional da Saúde foi criado em homenagem ao nascimento do médico e sanitarista Oswaldo Cruz, nascido em 5 de agosto de 1872.
 

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Considerado uma referência mundial em envelhecimento e saúde pública, o médico gerontólogo Alexandre Kalache é um dos palestrantes confirmados do encontro presencial “Meu Ideal – Os nossos sonhos não envelhecem”, que será realizado nesta sexta-feira, dia 7 de agosto, em Florianópolis (SC). O evento, promovido pela Fenae em parceria com as Apcefs, é voltado exclusivamente para empregados da Caixa aposentados e pensionistas associados. 

A programação reúne especialistas e convidados para debater temas relacionados à qualidade de vida, bem-estar e novos projetos para a etapa da vida referente à longevidade e envelhecimento ativo. Na edição catarinense do Meu Ideal, Kalache terá como tema de sua palestra “O futuro da longevidade é agora”, abordando questões a respeito de como a nova geração de aposentados pode vencer o idadismo e reinventar o envelhecer, na perspectiva da autonomia, do combate ao preconceito e apontando o papel dos novos idosos na construção de um país para todas as idades. 

Alexandre Kalache é médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e possui mestrado em Saúde Pública na Universidade de Londres. Foi professor-assistente do Departamento de Medicina Social da Universidade de Oxford, na Inglaterra, realizando seu doutorado em paralelo. Ainda em Londres, criou a Unidade de “Implicações para Saúde Pública”, recrutado em seguida como diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da OMS em Genebra (Suíça), cargo que ocupou de 1995 a 2008. 

Em 2002, o médico gerontólogo carioca concebeu e lançou o Marco Político do Envelhecimento Ativo, assim como o programa Cidades Amigas das Pessoas Idosas – hoje presente em milhares de cidades do mundo. Desde 2008, trabalhou como pesquisador sênior, professor e consultor em vários países, como os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Cingapura, Arábia Saudita e Líbano, além de em 15 países europeus e por toda a América Latina. Preside o Centro Internacional da Longevidade no Rio de Janeiro, criado em 2011. Define-se, primordialmente, como um médico gerontólogo e ativista pelos direitos das pessoas idosas e no combate ao idadismo.  


Participação definida 

Participam do Meu Ideal Florianópolis 2026 aposentados e pensionistas da Caixa, associados às Apcefs, que se inscreveram no site do evento: www.fenae.org.br/meuidealsc 

O “Meu Ideal – Os nossos sonhos não envelhecem” oferece espaço de acolhimento, diálogo e troca de experiências, abordando temas relevantes para essa etapa de vida e reconhecendo a contribuição daqueles que ajudaram a construir a história da Caixa e do movimento associativo. 

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