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APCEF/SC

Rita Serrano tem total apoio da APCEF/SC

Na eleição para o CA votam somente os empregados ativos da Caixa, por meio da rede interna do banco (eleicaoca.caixa), entre os dias 18 e 22 de novembro.

Feliz Ano Novo!!!!!!!!!!!!!!

Reconhecemos que 2019 não foi um ano fácil. Mas… Brasileiros que somos, renovamos nossos desejos e intenções de um Ano Novo melhor. Que a virada seja excelente e que 2020 seja muito, muito bom! Feliz Ano Novo, Amig@s!

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FENAE

Cobranças levam Caixa a corrigir distorções no Super Caixa

A Caixa Econômica Federal abriu, nesta semana, o Rede Responde #2188, canal interno que permitirá às unidades da rede de varejo regularizar a digitalização dos Termos de Adesão de aplicações em fundos de investimento realizadas no segundo semestre de 2025. A medida atende algumas das cobranças apresentadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e pela representante eleita dos empregados no Conselho de Administração do banco, Fabiana Uehara.

Ao todo, 656 unidades tinham termos pendentes de digitalização no sistema interno (SICTD). A ausência desses registros vinha impactando diretamente o indicador SISNS, e consequentemente penalizado a habilitação no programa Super Caixa, deixando equipes inteiras sem o recebimento das comissões de vendas de produtos de seguridade.

As unidades têm até 13 de fevereiro, às 18h, para digitalizar os documentos não digitalizados e informar a data da digitalização, ou justificar eventual impossibilidade, e adotar as providências necessárias para regularização.

Segundo o diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro, a medida corrige uma injustiça evidente. “Os empregados fizeram o trabalho, atenderam clientes, venderam produtos e entregaram resultado. Não era aceitável que ficassem sem reconhecimento por uma falha operacional de registro. A abertura do Rede Responde é fruto direto da mobilização e das cobranças das entidades e da nossa representante no Conselho de Administração.”

A representante dos empregados no CA da Caixa, Fabiana Uehara, destacou que a demanda surgiu diretamente das unidades. “Recebemos inúmeros relatos de colegas que tinham atingido seus objetivos, mas viram a pontuação zerada por causa da não digitalização dos termos. Levamos essas situações para a direção do banco e insistimos na correção. Essa medida recoloca muitas agências na apuração e amplia a possibilidade de recebimento da premiação.”

Para o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, o caso demonstra a importância da organização coletiva dos trabalhadores. “Desde o lançamento do programa, a representação dos empregados vem questionando à Caixa sobre o regulamento injusto e que penaliza os empregados. Ao final do semestre, quando as equipes começaram a perceber as distorções não corrigidas nos indicadores SISNS e CSAT, as reclamações se intensificaram. A partir daí houve uma cobrança sistemática até o banco reconhecer o problema. É uma vitória parcial, mas importante, porque valoriza quem de fato constrói os resultados da empresa.”

O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, ressaltou que a medida beneficia diretamente os empregados e as próprias unidades. “Muitas agências ficariam injustamente fora do Super Caixa. A correção amplia o reconhecimento do esforço coletivo e mostra que a pressão organizada dos trabalhadores gera resultados concretos.”

Avanço importante, mas debate continua

As entidades reconhecem que a abertura do Rede Responde representa um avanço, mas destacam que a situação evidencia problemas estruturais do próprio programa.

Rafael de Castro afirma que a correção de inconsistências do SISNS não encerra o tema. “A solução resolve um erro específico, mas o regulamento do Super Caixa ainda não reflete adequadamente o esforço das equipes. É preciso discutir critérios, transparência e governança do programa com a representação dos empregados.”

Fabiana Uehara reforça a necessidade de negociação. “O que buscamos é um programa justo, com regras claras e previsíveis. A premiação precisa reconhecer o trabalho real das unidades. Esse debate precisa acontecer com a participação dos trabalhadores.”

Felipe Pacheco acrescenta que a pauta continuará nas mesas de negociação. “Seguiremos cobrando. A abertura do Rede Responde mostra que as distorções existem e podem ser corrigidas. Porém ainda é necessário que a Caixa revise o indicador CSAT, que não reflete a qualidade de atendimento dos empregados da Caixa, tendo diversas falhas sistêmicas de apuração, além disso, é necessário avançar para regras mais transparentes e justas.”

Para Sergio Takemoto, a experiência reforça o papel da representação coletiva. “A correção só aconteceu porque houve organização, pressão e diálogo institucional. O próximo passo é aprimorar o programa para evitar novas injustiças.”

As entidades orientam que as unidades verifiquem imediatamente a existência de pendências e realizem a regularização dentro do prazo estabelecido pela Caixa.

Fonte: Contraf-CUT
 




Faltam 30 dias para o Inspira Fenae 2026, que acontece em março, em São Paulo

A contagem regressiva já começou para o Inspira Fenae 2026, que será realizado nos dias 13 e 14 de março, em São Paulo. Com o tema “Tecendo a Manhã”, o evento propõe um olhar sobre o presente e o futuro, conectando temas como inovação, saúde mental, finanças, diversidade e superação.

E para você não perder nada sobre o evento, a Fenae criou um canal oficial no WhatsApp, onde são divulgadas novidades e muitas informações sobre a programação.
Para seguir, acesse o canal pelo link oficial https://link.fenae.org.br/canalinspira2026 , clique em “Acessar canal” e depois em “seguir”.

O Inspira Fenae 2026 será apresentado por Marisa Orth, que conduz a programação ao longo dos dois dias, conectando ideias, histórias e experiências que ajudam a dar sentido ao tema do evento.

Entre os palestrantes confirmados está a cientista da computação e pesquisadora Nina da Hora, que traz reflexões sobre ética aplicada à inteligência artificial, tecnologia antirracista, transparência e segurança no ecossistema digital e eleitoral. A programação inclui ainda a médica psiquiatra Ana Paula, com uma abordagem voltada ao cuidado com a saúde mental e aos desafios emocionais do cotidiano.

O professor e especialista em finanças José Kobori também será palestrante, contribuindo com uma análise sobre economia, gestão, investimentos e educação financeira. Já a atleta e maratonista Maria Zeferina Baldaia leva ao público uma história marcada por coragem, persistência e vitória, mostrando como o esporte pode transformar vidas.

Para encerrar o evento em clima de celebração, o Inspira Fenae 2026 contará com a apresentação do Duo Prettos, que promete animar o público com samba e axé.




Projetos sociais da Fenae focam em inclusão produtiva, empoderamento de mulheres e educação para 2026

Desde fevereiro de 2025, quando o Edital 4 começou a ser executado, os projetos da Fenae e das Apcefs, em parceria com a ONG Moradia e Cidadania, atenderam mais de 19 mil pessoas em todo o país, com ações de cidadania para combater as desigualdades históricas e a violência de gênero. 

Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, os projetos do Edital 4 estruturam um poderoso agente de transformação social, com alcance nas cinco regiões do país. “Todas essas ações selecionadas reafirmam o pilar do movimento nacional dos empregados, que é levar mais oportunidades e melhorias para uma população que mais precisa de cuidado”, avalia. 

O presidente da Fenae reforça que para dar continuidade a esse trabalho, em 2006, as entidades representativas consideraram imprescindível direcionar o olhar para as demandas de mulheres socialmente classificadas como vulneráveis, de modo a ampliar a visibilidade da Campanha “Fenae com Elas” entre os empregados da Caixa. “Agora, a inclusão da temática Feminicídio Zero opera como resposta urgente e necessária para preservar as vidas de meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social”, declara. 

A diretora Giselle Menezes, da pasta de Impacto Social da Fenae, reforça que os projetos apoiados pelo Movimento Solidário têm o poder de transformar realidades e salvar vidas. E conclui: “Este é um momento histórico de união para quitar uma dívida profunda do Estado com a proteção feminina. Juntos, podemos construir um Brasil onde toda mulher possa viver sem medo!”. 

Educação e formação

Os empregados da Caixa e os beneficiários dos projetos são incentivados a participar de cursos gratuitos sobre a temática feminina, disponíveis em duas plataformas de formação: Fenae Transforma (https://edu.fenae.org.br/) e Rede do Conhecimento (www.fenae.org.br/rededoconhecimento). 

Organizados em módulos, os cursos têm relação direta com a Campanha “Fenae com Elas” e com a luta por Feminicídio Zero, estando voltados para parceiros e beneficiários dos projetos de responsabilidade social. O conteúdo aborda desde direitos das mulheres até a trajetória cotidiana de lutas e conquistas, passando ainda por reflexões sobre o universo feminino. 

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Futuro Brilhar

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar (www.fenae.org.br/futurobrilhar). Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.

Canal da Fenae no WhatsApp

Participe do canal oficial da Fenae no WhatsApp e fique por dentro de todas as informações da entidade e de interesse dos empregados da Caixa. Acesse: https://link.fenae.org.br/canalfenae.   




Projeto da Fenae e da Apcef/BA transforma a vida de mulheres na Bahia

Empreender vai muito além do simples ato de abrir novos negócios e gerar empregos. Na prática, os empreendedores se tornam agentes de inovação, capazes de melhorar a qualidade de vida, impulsionar o crescimento econômico e contribuir para a transformação social. Nesse contexto, o projeto Empreendaê, da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e da Apcef/BA, desenvolvido em parceria com a ONG Moradia e Cidadania, destaca-se por transformar a vida de mulheres que moram em Camaçari, na Bahia.

O Empreendaê tem como eixos de atuação a capacitação técnica e empreendedora nas áreas de beleza, estética e meliponicultura, com o objetivo de promover a inclusão produtiva, com foco na geração de emprego e renda. Como Eixo Transversal para o empoderamento de mulheres e meninas, que contempla a programação da campanha Fenae com Elas, o projeto desenvolve ações com foco na prevenção do feminicídio na comunidade atendida.  O público-alvo é formado por mulheres jovens e adultas e, de forma transversal, o projeto promove palestras presenciais e o acesso à Plataforma de Educação Fenae Transforma, que disponibiliza textos e vídeos voltados ao combate à violência contra a mulher, ao feminicídio e a todas as formas de discriminação, além de incentivar a formação de lideranças.

O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, reforça que o projeto social desenvolvido na Bahia está alinhado aos valores defendidos pela Federação. “Estou muito satisfeito em ver que esse projeto cumpre um papel importante ao levar informação, acolhimento e conscientização a mulheres de localidades mais remotas, que precisam apenas de uma oportunidade para terem suas vidas transformadas”, afirma.

O presidente da Apcef/BA, Glauber de Moura Carneiro, reforça o compromisso da Associação com o projeto, iniciado no ano passado. Para a entidade, o envolvimento ativo nessas ações reflete a convicção de que o associativismo vai além da representação institucional: ele se constrói com responsabilidade social, presença nos territórios e compromisso com a transformação da realidade das comunidades, especialmente na defesa da vida das mulheres.

“A Apcef/BA acredita profundamente no poder de transformação social de iniciativas como o Empreendaê, que vêm sendo desenvolvidas de forma contínua e aperfeiçoadas a cada edição. Trata-se de um trabalho que se fortalece ao longo do tempo, incorporando novas ações e ampliando seu alcance a partir das experiências acumuladas nas edições anteriores”, destaca.

A coordenadora estadual da ONG Moradia e Cidadania na Bahia, Iracema Plácido, explica que a iniciativa dialoga diretamente com a campanha Fenae com Elas, ao compreender que o enfrentamento ao feminicídio e à violência de gênero passa, também, pela autonomia, independência financeira e fortalecimento da autoestima das mulheres. Combater a violência exige ações estruturantes, e projetos como esse cumprem papel fundamental nesse processo.

Sentimo-nos muito orgulhosos e honrados por nos anteciparmos ao grande e importante Pacto Nacional contra o Feminicídio, lançado pelo Governo Federal, uma vez que já atuamos nesse contexto desde fevereiro do ano passado, a partir do Movimento Fenae com Elas”, explica. “É emocionante observar as transformações vivenciadas pelas mulheres e jovens beneficiárias do projeto. Da mesma forma, são indescritíveis os sentimentos despertados por cada depoimento e por cada bate-papo diário”, completa.

Transformando vidas reais

A aposentada Flora Lima Sampaio, de 60 anos, foi uma das beneficiárias do projeto. Moradora de Coqueiro de Monte Gordo, em Camaçari, ela destaca que o curso Empreendaê foi muito mais do que uma formação em meliponicultura e empreendedorismo. “Foi um ensinamento para a vida. Um espaço de consciência, fortalecimento e acolhimento, criado por mulheres para mulheres. Ao longo do curso, não aprendemos apenas sobre negócios e desenvolvimento profissional, mas também sobre autoconhecimento, autoestima e inteligência financeira e emocional — aspectos essenciais para que a mulher se reconheça como capaz, digna e merecedora de respeito”, relata. “Agradeço a todos os apoiadores que, com dedicação, compromisso e carinho, contribuíram para que esse curso se tornasse tão rico e transformador”, reforça.

Para a venezuelana refugiada no Brasil Yoselyn Tamara Romero Acevedo, de 30 anos, o projeto representou uma verdadeira revolução em sua vida. Atualmente trabalhando com tranças nagô na cidade de Camaçari, ela compartilha sua experiência. “Ajudou muito minha autoestima e a forma de ver as coisas. Minha vida mudou, hoje tenho outra visão. Esse projeto tem me ajudado muito, e sou grata a todos pela oportunidade. Sei que vai mudar muitas vidas, e eu sou uma delas”, declara.

Futuro Brilhar

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