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APCEF/SC

Revisão do estatuto da Funcef é o golpe da vez

Após meses de trabalho a portas fechadas, sem a participação das entidades representativas dos trabalhadores, a Funcef apresentou a proposta de alteração no estatuto e deu aos participantes até 16 de setembro para fazerem suas sugestões. Às vésperas das eleições e na vigência do atual

Estão abertas as inscrições para hospedagem no Dia das Crianças

O próximo feriado prolongado será 12 de outubro, Dia das Crianças. Para aproveitar o fim de semana (11 a 14/10) na Apcef/SC, faça sua inscrição para hospedagem. O período de inscrições estará aberto entre os dias 14 e 24 de setembro. Acesse o portal do

Andamento da Ação por isenção tributária

Os autos do processo impetrado pela Apcef/SC, na ação coletiva que pede o fim da bitributação do IR (Imposto de Renda), dos participantes e assistidos da Funcef está nas mãos do juiz Alcides Vettorazzi, da 2ª Vara Federal de Florianópolis aguardando sentença. A ação coletiva

Floripa Sup Club Stand Up Paddle Surf Club

A Apcef-SC firmou parceria com Floripa Sup Club Stand Up, que garante desconto de 50% para as aulas e aluguel de stand Up. Aulas e aluguel de Stand Up Paddle, na Lagoa da Conceição ou no mar, na praia com a melhor condição do dia,

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FENAE

Dia Nacional de Luta mobiliza empregados da Caixa contra o teto do Saúde Caixa

Empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal realizaram, nesta terça-feira (9), um Dia Nacional de Luta em defesa do Saúde Caixa e por melhores condições de trabalho. Organizadas pela Contraf-CUT, Fenae, federações, sindicatos e Apcefs, as atividades aconteceram em agências bancárias e unidades administrativas do banco em diversas regiões do país.

As manifestações marcaram o lançamento da campanha “Saúde Caixa Sem Teto” e tiveram como principal objetivo conscientizar os trabalhadores sobre os impactos do limite de 6,5% da folha salarial, imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a assistência à saúde dos empregados. Durante os atos, dirigentes sindicais distribuíram o boletim avante, produzido pela Contraf-CUT e pela Fenae, que explica como o teto de custeio ameaça a sustentabilidade do plano e pode resultar em mais custos para os usuários. Também foram realizados diálogos com os empregados, reuniões nas unidades e atividades de mobilização nas portas das agências.

O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, destacou que a mobilização é apenas o início de uma campanha que deve se intensificar nos próximos meses.

“Estamos falando do plano de saúde, que é uma das maiores conquistas históricas dos empregados da Caixa. O teto de custeio limita a participação do banco no financiamento e joga na conta dos usuários os custos da saúde que crescem acima da inflação e dos reajustes salariais. Se nada for feito, a tendência é aumentar a pressão sobre os trabalhadores. Por isso, fomos às ruas para dizer que o Saúde Caixa precisa ser sustentável e que o primeiro passo para isso é acabar com o teto”, afirmou.
Segundo Felipe, o movimento sindical também rejeita qualquer proposta que fragilize os princípios que historicamente garantiram a viabilidade do plano.

“Não aceitaremos medidas que destruam a solidariedade, o mutualismo e o pacto intergeracional. O Saúde Caixa precisa continuar sendo acessível para empregados da ativa, aposentados e futuros aposentados, inclusive para os contratados a partir de setembro de 2018. Por isso, reivindicamos que a Caixa mantenha a contribuição para estes colegas quando eles se aposentarem”, completou.

Por mais saúde

Além da defesa do plano de saúde, o Dia Nacional de Luta também chamou atenção para problemas que vêm afetando diretamente a saúde dos trabalhadores da Caixa. O boletim distribuído durante as atividades destaca questões como falta de pessoal, fechamento de unidades, cobrança excessiva por metas, problemas de infraestrutura e a implantação de novos modelos de atendimento sem treinamento ou estrutura adequada.

Para o diretor executivo da Contraf-CUT e empregado da Caixa, Lívio Santos e Assis, a discussão sobre o Saúde Caixa não pode ser dissociada das condições de trabalho dentro da empresa.

“Defender o Saúde Caixa é defender a saúde das pessoas. E isso passa também pelas condições em que os empregados trabalham. Temos visto aumento da sobrecarga, redução do quadro de pessoal e processos de reestruturação que impactam diretamente a qualidade de vida dos trabalhadores e o atendimento à população. Não faz sentido falar em valorização dos empregados sem investir em saúde e em condições dignas de trabalho”, ressaltou.

Outro tema presente nas mobilizações foi a crítica ao programa de remuneração variável da Caixa, chamado pelos dirigentes de “Super Injusto”. O movimento sindical denuncia a falta de transparência dos critérios utilizados pelo banco e defende um modelo mais simples e justo de reconhecimento aos empregados.
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, reforçou que a luta pelo fim do teto de custeio é uma pauta que une empregados da ativa, aposentados e futuros aposentados.

“O Saúde Caixa faz parte da história dos empregados e da própria Caixa. Estamos mobilizados para garantir que o plano continue cumprindo sua função social e oferecendo atendimento de qualidade para todos. O fim do teto é uma medida necessária para assegurar a sustentabilidade do plano e impedir que os trabalhadores sejam penalizados por uma limitação criada pelo próprio banco”, afirmou.

As entidades representativas avaliam que a mobilização desta terça-feira foi um importante passo na construção da campanha nacional pelo fim do teto de custeio do Saúde Caixa. A expectativa é ampliar o debate nas unidades do banco e intensificar as ações de pressão durante as negociações com a direção da empresa.
“Quem cuida da Caixa precisa de cuidado. Essa frase resume o espírito da nossa mobilização. Vamos continuar lutando para que o banco valorize seus empregados não apenas no discurso, mas também na prática”, concluiu Felipe Pacheco.
Fonte: Contraf-CUT




Campanha Fenae com Elas oferece cursos coletivos para ampliar oportunidades e transformar vida de mulheres em todo o país

Recentemente, a goiana Elaine Fernandes da Silva, 34 anos, concluiu o curso on-line Cidadania e Direitos das Mulheres, por meio do qual ampliou seus conhecimentos sobre igualdade de gênero, direitos garantidos por lei e o papel da mulher na sociedade brasileira. Elaine fez o curso coletivamente disponível na plataforma Fenae Transforma e sua experiência se soma às de outras 372 mulheres de 15 estados brasileiros atendidas pelos projetos sociais da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e das Apcefs, em parceria com a ONG Moradia e Cidadania.

Os cursos oferecidos coletivamente por meio da plataforma Fenae Transforma integram a campanha Fenae com Elas, que promove ações voltadas ao empoderamento de mulheres e meninas, à prevenção da violência doméstica e ao enfrentamento do feminicídio no país. A metodologia coletiva tem permitido que mulheres atendidas pelos projetos sociais participem das capacitações mesmo diante das dificuldades de acesso à internet e aos recursos tecnológicos.

“O curso contribuiu para ampliar minha consciência social, fortalecendo minha capacidade de reconhecer e valorizar os direitos das mulheres, além de incentivar a busca por uma sociedade mais justa e igualitária”, afirma Elaine, que participou da capacitação ao lado de outras mulheres atendidas pelo projeto Mulheres em Ação, em Goiás.

Além das capacitações promovidas pela campanha Fenae com Elas, o projeto oferece cursos nas áreas de beleza, culinária e artesanato, além de palestras e atividades formativas voltadas ao fortalecimento da autonomia, da inclusão social e da qualificação profissional das participantes.

Inclusão digital e acesso ao conhecimento

A dificuldade de acesso à internet enfrentada pelas mulheres beneficiadas pelos projetos sociais é uma realidade confirmada por dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontam a existência de mais de 22 milhões de brasileiros em situação de exclusão digital. Muitas das participantes dos projetos enfrentam desafios relacionados à infraestrutura precária, ao alto custo de conexão, não possuem computador, acesso à internet ou até mesmo celular, fatores que limitam oportunidades e aprofundam desigualdades sociais. 

O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, destaca que a iniciativa busca garantir que nenhuma mulher fique de fora das oportunidades de formação oferecidas pela Campanha Fenae com Elas.

“A exclusão digital ainda é uma realidade para milhões de brasileiros. Diante dessa dificuldade enfrentada por muitas mulheres atendidas pelos nossos projetos sociais, buscamos construir alternativas para que elas também tenham acesso aos cursos e às oportunidades de aprendizado e desenvolvimento. Estamos trabalhando em todos os sentidos para possibilitar a inclusão, seja ela social ou tecnológica”, ressalta Takemoto.

Atualmente, as atividades em grupo ocorrem no Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Sergipe, São Paulo e Tocantins. De acordo os organizadores, o Curso Direito das Mulheres, produzido pela LBS Advogadas e Advogados, é um dos mais acessados. Dentro dele, os módulos “Previdência, direitos e Proteção Social” e o de “Microempreendedorismo, e direito à autonomia econômica”.  As iniciativas estão alinhadas aos eixos de Educação, Empoderamento de Meninas e Mulheres e Inclusão Produtiva.

A diretora de Impacto Social da Fenae, Giselle Menezes, acompanha de perto os resultados das ações. “Os cursos da campanha Fenae com Elas têm ampliado conhecimentos, fortalecido a autoestima e despertado novas perspectivas para mulheres e comunidades inteiras. É gratificante ver como o acesso à informação e à formação pode gerar transformações reais, incentivando o protagonismo, a independência e a participação social”, destaca.

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Sonhos que ganham asas

No Ceará, a beneficiária do projeto Mulheres Aqui, Maria Sueli Marques dos Anjos, 43 anos, também concluiu um dos cursos da plataforma. Mãe de dois filhos, ela encontrou na capacitação a oportunidade de retomar um sonho antigo: abrir o próprio negócio. “Para mim, foi muito importante. Eu tinha um sonho guardado há muitos anos e o curso me ajudou a colocá-lo para fora. Passei a enxergar o empreendedorismo como um caminho possível e vi que sou capaz de transformar esse sonho em realidade”, conta.

Determinada a tirar os planos do papel, Maria Sueli afirma que a experiência renovou sua confiança e fortaleceu sua vontade de empreender. Inspirada pelos aprendizados adquiridos ao longo da formação, ela acredita que muitas mulheres podem transformar sonhos antigos em novos projetos de vida. “Esse casulinho já está se transformando em uma linda borboleta”, diz, confiante de que conseguirá construir seu próprio negócio.

Acompanhando de perto

Dirigentes da Fenae e das Apcefs destacam os resultados alcançados pela campanha Fenae com Elas nos projetos sociais desenvolvidos em diferentes regiões do país. As diretoras da Fenae fazem questão de acompanhar de perto os andamentos dos cursos em seus respectivos estados.  

A diretora da Fenae da Região Centro-Oeste, Vera Lúcia Barbosa Leão, destaca que a campanha vai além da qualificação profissional, ao promover conhecimento, inclusão e novas oportunidades para as mulheres. “A campanha amplia horizontes e leva informação, formação e oportunidades para mulheres que, muitas vezes, não tiveram acesso a esses espaços de desenvolvimento. É uma iniciativa que fortalece a autonomia e contribui para a transformação de vidas”.

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A diretora da Fenae e da Apcef/Piauí, Francisca de Assis Araújo, acompanha as ações desenvolvidas pelo Projeto Caneleiro em comunidades do estado. Para ela, a campanha fortalece o protagonismo feminino e amplia oportunidades para mulheres em situação de vulnerabilidade. “Acreditamos que investir nas mulheres é investir em famílias e comunidades. Os cursos e atividades desenvolvidos pela campanha fortalecem a autonomia, o conhecimento e a capacidade de transformação social das participantes”, afirma De Assis.

Em Sergipe, a diretora da Fenae e da Apcef/SE, Maria Adelaide dos Santos, acompanha o projeto “Conhecimento que Liberta”, que promove ações voltadas à autonomia e ao empoderamento feminino. “A transformação social acontece quando as mulheres têm acesso ao conhecimento e às ferramentas necessárias para construir um futuro com mais independência, segurança e oportunidades”.

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Em São Paulo, a diretora da Fenae, Lourdes Barboza, acompanha o projeto “Entrelaçando Histórias e Rendas”, voltado à capacitação e geração de renda para mulheres. “A campanha Fenae com Elas amplia conhecimentos, fortalece direitos e cria oportunidades. É gratificante ver o impacto dessas ações na autoestima, na independência e nos projetos de vida das participantes”.

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Já a diretora de Assuntos de Aposentados e Pensionistas da Fenae e diretora da Apcef/ES, Rita de Lima, acompanha os resultados do Projeto Integração, que oferece aulas de esporte e cultura para crianças. Além disso, promove inclusão social e qualificação profissional para as mães dos alunos. “Além de atender as crianças e adolescentes, oferecemos cursos para as mulheres, que fortalecem a autoestima, ampliam conhecimentos e ajudam a construir novas perspectivas de vida para as participantes, suas famílias e toda a comunidade”.

Sobre o Fenae com Elas

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A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e as Apcefs trabalham conjuntamente para manter o compromisso de promover inclusão e cidadania em todo o país. Por meio do Edital 004 de Responsabilidade Social, realizado em parceria com a ONG Moradia e Cidadania, foram desenvolvidos projetos sociais nas 27 unidades da Federação, beneficiando mais de 11 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, com destaque para mulheres, crianças e famílias atendidas pelas iniciativas.

As ações integram o Programa Movimento Solidário e são coordenadas pelo Comitê Gestor, formado por representantes da Fenae e da ONG Moradia e Cidadania. O grupo é responsável pela seleção, acompanhamento e avaliação dos projetos, garantindo que os recursos sejam aplicados de forma eficiente e alinhada aos objetivos de desenvolvimento social, geração de oportunidades e fortalecimento das comunidades atendidas.

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Caixa: Contraf-CUT vai realizar pesquisa com empregados para fortalecer negociações da Campanha Nacional 2026

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) realizará uma pesquisa nacional com empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal para aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026.

Segundo o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, trata-se de uma ferramenta importante para aproximar ainda mais a atuação sindical da realidade vivida pelos trabalhadores.

“A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os empregados e empregadas vivenciam todos os dias. Esta pesquisa vai nos ajudar a compreender melhor quais são as prioridades do pessoal da Caixa neste momento e quais temas exigem maior atenção das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários de 2026”, afirma.

De acordo com Tabatinga, os resultados servirão como subsídio para a construção das estratégias de negociação e para o aprimoramento das ações desenvolvidas pela Contraf-CUT, pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e pelas demais entidades representativas.

“Quanto maior a participação dos colegas, mais preciso será o diagnóstico do que pensa o pessoal da Caixa. Isso fortalece nossa capacidade de negociação junto ao banco e contribui para que as reivindicações apresentadas estejam alinhadas às necessidades reais dos empregados”, destaca.

A pesquisa também permitirá identificar diferenças de percepção entre segmentos específicos, considerando aspectos como tempo de banco, função exercida, local de lotação, jornada de trabalho, faixa etária e região do país.

Para a Contraf-CUT, ouvir diretamente os trabalhadores é fundamental em um momento em que temas como o fortalecimento do Saúde Caixa, a melhoria das condições de trabalho, o combate ao assédio, a valorização profissional e a sustentabilidade dos programas de remuneração variável estão entre os principais desafios enfrentados pelos empregados da instituição.

A orientação é que todos os empregados e empregadas da Caixa participem da pesquisa. A participação poderá ser realizada até o dia 19 de junho. As informações coletadas serão utilizadas para orientar a atuação das entidades sindicais e contribuir para a construção de uma pauta cada vez mais representativa dos interesses da categoria.

Para participar da pesquisa, acesse o link que será enviado por e-mail e responda o questionário.

Fonte: Contraf-CUT




Último dia para concorrer a uma camiseta personalizada da Seleção no Bolão da Fenae

Termina nesta terça-feira (9), às 23h59, o prazo para os participantes que desejam concorrer ao sorteio de uma camiseta personalizada da Seleção Brasileira por meio do Bolão da Fenae. A iniciativa faz parte da competição promovida pela Federação para mobilizar empregados da Caixa e associados às Apcefs.

Para participar do sorteio, basta acessar a plataforma do Bolão da Fenae (acesse aqui), atualizar o cadastro e registrar pelo menos um palpite válido até o fim do dia. Cada Apcef poderá ter até dois ganhadores da camiseta personalizada. O resultado do sorteio será divulgado na quarta-feira (10).

Além da disputa pelos prêmios ao longo da competição, o Bolão da Fenae oferece uma oportunidade de interação entre os participantes, que podem testar seus conhecimentos sobre futebol e acompanhar os resultados dos jogos.  

Quem ainda não fez seus palpites deve aproveitar para garantir a participação no sorteio e entrar na disputa pelos prêmios exclusivos. Ao final da competição, os três melhores colocados serão premiados.

Faça seu palpite aqui

Confira as premiações:

O 1º lugar vai ganhar um smartphone premium Apple iPhone 17 Pro Max 256GB ou equivalente; 
O 2º lugar ganhará uma Smart TV 70 polegadas Samsung ou equivalente
O 3º lugar, um notebook ou equivalente.

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